Em causa estava em causa uma controvérsia, aqui rebatida contra a vontade da pivot, vinda a público via jornal Expresso, com o reitor da UP, António Sousa Pereira, a denunciar supostas pressões para admitir candidatos sem nota mínima no concurso de acesso ao curso de Medicina por parte de pessoas já licenciadas.
Mostrar mensagens com a etiqueta tenebrosa máquina. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta tenebrosa máquina. Mostrar todas as mensagens
sábado, 6 de setembro de 2025
quarta-feira, 29 de maio de 2019
a tenebrosa máquina de propaganda em acção!
O investigador
Pedro Magalhães aceitou comentar estes números que resultam da aplicação do
método de Hondt, mas alerta para que
“uma conversão directa de
votos nas europeias em votos em legislativas é um exercício cheio de problemas
e limites que não deve, ser lido como mais do que uma curiosidade”.
quinta-feira, 7 de março de 2019
violência doméstica: "É preciso mudar tudo para que tudo fique na mesma".
No
momento onde o país se revolta com o aumento da violência doméstica, era
essencial arranjar um culpado que não o Governo. Se há cinco anos tudo, desde
os suicídios à violência doméstica, era culpa da austeridade de Passos, agora
nada é responsabilidade de Costa.
Eis
a Fita do Tempo:
.
30
de Novembro de 2014 – No congresso do Partido Socialista
ouve-se em silêncio o nome das mulheres mortas por violência doméstica esse
ano. O partido tenta passar a mensagem de que a violência doméstica está ligada
à austeridade. [...]
11
de Outubro de 2017 – O juiz desembargador Neto de Moura assina
um acórdão onde mantém a pena decidida em primeira instância num caso de
violência doméstica. [...]
17
de Outubro de 2017 – Depois de um época trágica de incêndios,
onde morreram mais de cem pessoas, o CDS decide apresentar uma moção de censura
ao Governo. [...]
22
de Outubro de 2017 – Rebenta o escândalo Neto de Moura. O até
então anónimo desembargador da relação do Porto passa a dominar o ciclo de
notícias. [.] A moção de censura do CDS, assim como o tema dos incêndios passa
para segundo plano.
31
de Outubro de 2018 – O juiz desembargador Neto de Moura, num
acórdão aprovado por unanimidade, decide retirar a pulseira electrónica a um
homem condenado por violência doméstica. [.]
Janeiro
e Fevereiro de 2019 – Mais de dez mulheres são mortas vítimas
de violência doméstica. O tema volta a dominar o ciclo de notícias. [...]
5
de Fevereiro de 2019 – O Conselho Superior de Magistratura pune
com uma advertência o desembargador Neto de Moura. Dos quinze membro do CSM, 7
votaram pelo arquivamento do processo. [...]
25 de Fevereiro de 2019 – O Público noticia o
acórdão de 31 de Outubro de 2018. A notícia, rapidamente reproduzida pelos
outros órgãos de comunicação social, diz que o desembargador Neto de Moura
retirou a pulseira a agressor por este não ter dado o seu consentimento. Quase
nenhum órgão de comunicação social refere que esse consentimento é
obrigatório por lei. [...]
6 de Março de 2019 – O Tribunal da Relação do
Porto, após uma violenta campanha, anuncia que o desembargador Neto de Moura
vai deixar de apreciar casos de violência doméstica.
.
Se é
verdade que as decisões do desembargador Neto de Moura podem ser criticadas,
não é menos verdade que ele tem sido usado como bode expiatório sobre a
violência doméstica.
Num
primeiro escândalo, alimentado por pessoas do ou próxima do Partido
Socialista, foi evidente a necessidade de retirar o tema dos incêndios do ciclo
de notícias. O acórdão foi quase sempre apresentado truncado, a maioria das
vezes foi dado a entender que a pena tinha sido reduzida (o que é mentira),
todos os comentadores ligado ao PS comentaram e alimentaram o caso.
Num
segundo escândalo, que é absurdo uma vez que ninguém se lembrou de criticar
a lei, mas apenas o juiz que a aplica, serviu claramente para ligar o aumento
da violência doméstica aos juízes. A ideia é clara: a violência doméstica
aumenta porque os juízes são permissivos.
Tudo
para não lembrar que, passados mais de 4 anos do Congresso onde o Partido
Socialista tomou como bandeira a violência doméstica que era fruto da
austeridade, passado quase quatro anos com o mesmo partido no poder, o problema
aumentou!
Neto de Moura,
independentemente daquilo que se possa pensar sobre as suas opiniões sobre a
violência doméstica (e da sua inépcia em comunicar), foi usado como arma de
remesso para causar indignação sobre a violência doméstica. O drama é que, ao concentrar
as atenções neste juiz concreto e nos juízes em geral, vai-se continuar sem
nada fazer ou resolver quanto ao flagelo da violência doméstica. No fundo, parafraseando
Lampedusa, muda-se tudo para não mudar nada.
(in «Neto
de Moura e a violência doméstica: "É preciso mudar tudo para que tudo
fique na mesma"» por Zé Maria Duque )
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
a máquina de
comunicação do PS é poderosa e perigosa, é de facto espantoso o polvo que o PS
montou à volta da comunicação social, para controlar tudo e todos, e quem
discorde deles está ceifado e queimado. Nos meandros dos bastidores da
comunicação social, há quem diga, que insultar ou dirigir qualquer crítica
negativa a António Costa tem um preço a pagar… (in “O novo PREC socialista e esquerdas encostadas”
...
por
parte dos servidores do sistema que – fingindo-se controladores e
escrutinadores da actividade política e seus agentes, utilizando o seu estatuto
privilegiado de “jornalistas” – apenas se preocupam com a manutenção do status quo esquerdista e a destruição de qualquer projecto político alternativo. [...] a esquerda dispõe de uma máquina de
poder monstruosa que vai desde o controlo de sectores- -chave da administração
pública até ao estagiário mais novo da maioria das redacções nacionais, passando
pelo domínio que exerce sobre os capitalistas portugueses.
.
ao centro-direita cabe contrariar este enorme polvo socialista.
Como?
Mobilizando-se, falando com as pessoas,
denunciando, escrevendo, intervindo, não tendo medo.
As gerações futuras não perdoarão a nossa
cobardia no presente – continuar com o polvo socialista no poder é a maior
ameaça à soberania nacional.
Portugal – o futuro de todos nós – está em risco. (in “Po(l)vo socialista: conheça a máquina de poder montada para salvar António Costa e destruir o PPD/PSD” por João Lemos Esteves )
Portugal – o futuro de todos nós – está em risco. (in “Po(l)vo socialista: conheça a máquina de poder montada para salvar António Costa e destruir o PPD/PSD” por João Lemos Esteves )
a tenebrosa máquina de propaganda do partido socialista e esquerdas encostadas
António Ferro e Joseph Goebbels sentir--se-iam muito
orgulhosos destes (pseudo)jornalistas que não escondem o seu proselitismo a
favor de António Costa, das manas Mortágua, de tudo o que venha com o rótulo de
“esquerdismo radical” – e absolutamente demolidor de quem propugne ideias não
socialistas.
Em Portugal, ainda havia [isto é, não faltam por ai “antunes”
e similares] quem se assumisse como céptico
relativamente à nossa tese segundo a qual a generalidade da comunicação social
é totalmente parcial e desonesta na forma como cobre os assuntos políticos.
Os cidadãos portugueses são, em consequência, objecto de uma
tentativa vil de “lavagem cerebral” por parte dos servidores do sistema que –
fingindo-se controladores e escrutinadores da actividade política e seus
agentes, utilizando o seu estatuto privilegiado de “jornalistas” – apenas se
preocupam com a manutenção do statuquo esquerdista e a destruição de qualquer
projecto político alternativo. [...]
Tal como os seus ídolos radicais, a generalidade dos
jornalistas portugueses, hoje, já não reportam factos e enquadram histórias –
pelo contrário, limitam-se a construir narrativas à mercê dos interesses
especiais que servem. (in “Po(l)vo
socialista: conheça a máquina de poder montada para salvar António Costa e
destruir o PPD/PSD” por João Lemos Esteves )
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
mais um a querer enganar a malta com “média europeia”!
A noticia é do “jornalista” Paulo
Moutinho que não deve perceber o que é uma média (mas admito que possa ter
outras razões!) e escreve isto:
“a carga fiscal
em Portugal aumentou no ano passado. De 36,6% em 2016 passou para 36,9% do PIB, um aumento que
acompanhou o que se verificou a nível europeu.”
Basta olhar para o gráfico e de
imediato percebemos que a IRLANDA (que com Portugal esteve sujeita a uma “troika”)
é o país da UE com o menor peso da fiscalidade em função do PIB e não
esqueçamos a ESPANHA (também sujeita a intervenção).
e se o jornalista nos quisesse
informar diria que:
Com menos carga fiscal que Portugal
temos por ordem decrescente: Eslovénia, Grã Bretanha, Rep. Checa, Polónia, Espanha,
Chipre, Malta, Eslováquia, Estónia, Letónia, Lituânia, Bulgária, Roménia e
Irlanda.
As maiores taxas são as da França,
Bélgica e Dinamarca...etc.
(a nãoticia era d’AQUI)
domingo, 17 de dezembro de 2017
rarissimas e "tenebrosa máquina"
A piada [no Rarissimas] é que
a minoria finge interpretar o
episódio ao contrário e, numa espectacular demonstração da inteligência que
atribui ao cidadão médio, apressou-se a culpar os culpados do costume, isto é,
os que ilibam os culpados reais.
[foi por isso que]
No instante em que se descobriu a
cumplicidade na tramóia de
- um ministro confiável, de
- um secretário de calções e de
- um punhado de socialistas alegres,
os funcionários da propaganda
lançaram a responsabilidade para cima
- da jornalista Ana Leal (porque fintou a censura, perdão, o
código de decência, perdão, as regras de preservação da privacidade),
- da esposa de Cavaco Silva (porque era madrinha da Raríssimas) ,
- de Pedro Passos Coelho (porque sim) e, principalmente,
- do pormenor criminoso de a
Raríssimas não pertencer ao Estado.
(in “O Estado, essa
doença comum” por Alberto Gonçalves)
Subscrever:
Mensagens (Atom)




