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terça-feira, 20 de novembro de 2012

juros a acrescentar à divida...


O PSI20 fechou a ganhar 0,48% para 5.271,77 pontos.
O PIB em volume apresentou uma taxa de variação homóloga de -3,4% no terceiro trimestre de 2012.
A queda do consumo privado e investimento acentuou-se em Setembro, face ao período homólogo.
A greve nos portos que decorre desde Setembro está a afectar as exportações para fora do espaço da União Europeia, diz o INE.
A taxa adicional de 5% no IRS que o Governo pretende que seja aplicada em 2013 vai atingir 3.561 famílias com rendimentos colectáveis acima de 250 mil euros.
O Fundo Monetário Internacional considera que Portugal terá de "racionalizar mais" os salários e o emprego na Função Pública, e reformar mais ainda pensões e prestações sociais.
O vice-presidente da Comissão Europeia afirma que o ajustamento da economia portuguesa tem continuado, apesar das dificuldades provenientes do ambiente externo.
Dívida pública atinge 120% do PIB já este ano e só começa a descer para o próximo.
A verba de 432 M€ inscrita no Orçamento Rectificativo não foi autorizada pelo triunvirato porque o ‘stock’ de dívida vencida voltou a crescer este ano.
Melhorias nas condições de crédito, por corte de juros à Grécia, podem compensar e até beneficiar Portugal e Irlanda.
O Número de trabalhadores com remunerações em atraso subiu 134% face ao ano passado.
Um aluno que frequente uma escola pública, do básico ao secundário, em média, vai custar aos contribuintes 4.011 euros, por ano.
A dívida oficial dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa a Portugal aumentou 34% em 2011 face a 2010, atingindo 2.516 milhões de euros.
A agência Moody's não acredita no plano de crescimento de Hollande e baixou num nível a nota da dívida de França, de Aaa para Aa1, com perspectiva negativa.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo... ataque à Espanha, à Itália, à França e a Portugal


PSI 20 fechou a perder 0,83% para 5174,14 pontos.

A China comprou aos oito países do universo lusófono bens avaliados em 12,3 mil milhões de dólares (9,4 mil milhões de euros), mais 21% que o apurado nos primeiros dois meses do ano passado. As compras chinesas a Portugal foram avaliadas em 221 milhões de dólares (170 milhões de euros), valor que reflete um acréscimo anual de 69,1%.

Os juros da dívida soberana estão a subir em praticamente todos os prazos em Portugal, Espanha, Grécia e Itália.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

e onde é que param os Pandur ?

mas se os Leopard chegaram... fica por saber onde é que param os Pandur.
Em 05.05.2006, a empresa austríaca Steyr-Daimler-Puch, subsidiária da americana General Dynamics, informa que até ao final de 2006, iria iniciar a produção de 219 carros de combate para as Forças Armadas portuguesas numa fábrica do concelho do Barreiro. Tratava-se de um acordo entre a fabricante de carros de combate e uma empresa portuguesa criada por ex-quadros da antiga fábrica da Bombardier da Amadora, a GOM - Gestão e Operações Metalomecânicas, especializada em reboques, trailers e semi-trailers, e com um número reduzido de trabalhadores. O contrato envolvia um programa de contrapartidas no âmbito da venda de 260 viaturas blindadas do modelo Pandur II para o Exército e Marinha portugueses e foi pelo ministro da Defesa, Paulo Portas, mas só foi visado pelo Tribunal de Contas no final de 2007. O objectivo é substituir as Chaimites, algumas com mais de 40 anos. Entre as várias contrapartidas avançadas pela Steyr estaria também o fabrico adicional de mais 50 carros de combate pela GOM, com vista à venda para o mercado dos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa). Esta produção seria paralela ou posterior ao fabrico das viaturas para o Exército e a Marinha portugueses, mas desde logo garantia um volume de negócios de cerca de 80 milhões de euros, acrescentava no comunicado a empresa austríaca. mais»» Em 1 de Outubro de 2007, segundo a agencia Lusa, o Ministro da Defesa, Severiano Teixeira, cancelou a cerimónia de entrega oficial ao Exército dos novos blindados Pandur por "não estarem cumpridos os requisitos técnicos" estipulados no contrato. A noticia refere ainda que os problemas técnicos foram detectados nos novos blindados produzidos na fábrica da Steyer, na Áustria, e não no blindado produzido na Fabrequipa, no Barreiro. Três dos novos sete blindados Pandur 8X8 que foram entregues ao Exército pela empresa austríaca Steyr apresentavam pouca confiabilidade dos sistemas digitais dos veículos. daqui
Mas, após quatro dias, a 5 de Outubro de 2007, uma noticia da Defesanet, num extenso artigo, refere que numa cerimónia a que compareceram militares dos três ramos, responsáveis políticos, industriais, diplomatas e adidos militares, a empresa portuguesa Fabrequipa, localizada no Barreiro, apresentou o primeiro blindado Pandur II produzido em Portugal. A noticia afirma que cerimónia, foi realizada na semana em que o Exército recebeu os seus primeiros blindados e que de procurou afirmar o papel da empresa no importante e competitivo domínio da indústria militar. mais»» O assunto desapareceu das noticias, teoricamente um bom sinal, até que em 15 de Setembro de 2009 se vem a saber que existem 34 carros de combate Pandur, o Ministério da Defesa diz que são apenas 19, parados à espera de modificações nas instalações da Fabrequipa, no Barreiro. A empresa dos EUA, General Dynamics, que vendeu 260 Pandur a Portugal, acusa o ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, de atrasar a introdução de pequenas modificações nos 34 carros blindados que estão na Fabrequipa, a firma portuguesa responsável pela montagem das viaturas produzidas na Áustria. Aqueles blindados, no valor de 50 milhões de euros, esperavam há quatro meses pelas modificações acordadas com o Exército. mais aqui»»
nota:
ver comentário postado em 30 de Dezembro por "anónimo"