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domingo, 2 de outubro de 2011

Portas foi à Madeira

Paulo Portas comparou hoje a gestão do Governo regional da Madeira com a do executivo socialista liderado por José Sócrates, defendendo que "a dívida não é boa ou má consoante a cor dos governos".
"Quando vos disse há uns meses atrás que considerava uma irresponsabilidade José Sócrates ter levado a dívida nacional a um tal ponto que cada português por conta do Estado já devia 17 mil euros, também vos disse que considerava uma irresponsabilidade o Governo regional da Madeira ter levado a dívida a um tal ponto que os madeirenses, por conta do Governo regional e do seu desperdício, cada um deles já devia quase 24 mil euros", afirmou. noticias.pt

alguém se lembra dos comentários do senador Sousa e outros populares-democratas acerca desta afirmação quando o buraco ainda estava tapado?

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Portas e Jardins…

Tudo quanto é pequeno e médio jornalista e politico está encrespado com a asneira grossa das contas da Madeira. Tempos houve em andaram preocupados com as parvoíces das contas do CDS-PP. Os mesmos que calaram “desvios” anteriores (mesmo que da Madeira).

Portas e Jardim serão talvez os políticos portugueses mais “atacados” pela comunicação social que temos na maioria das vezes sem razão.
Por qualquer estranha coincidência ambos iniciaram a sua actividade como jornalistas e ambos foram directores de jornais antes de serem políticos.
Freud decerto teria opinião…
 

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

o “bailinho” que ele nos deu...

O Instituto Nacional de Estatística e o Banco de Portugal acusaram hoje a Administração Regional da Madeira de ter omitido informação relativa às suas contas públicas, que consideram "grave" e da qual não têm conhecimento de casos similares.
Em causa estão encargos que não foram registados e Acordos para Regularização de Dívidas que não foram reportados às duas entidades, responsáveis por apurar as contas nacionais.
O INE e o BdP dizem que após diligências, terão chegado informações entre o final de agosto e esta semana que dão conta de Acordos de Regularização de Dívidas celebrados em 2010, com um valor aproximado de 571 milhões de euros, dos quais não tinham conhecimento, mais 290 milhões de euros de juros de mora "que também não foram comunicados às autoridades estatísticas".

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

"É o primeiro rombo na coligação”, diz Rebelo de Sousa

Ou nos dão aquilo a que temos direito” ou “então vamos para outros caminhos”, disse, sem especificar a alternativa, o líder madeirense que, com a ressalva de que não é separatista, entende que “a Madeira vive sob um regime colonialista”. Alberto João Jardim prometeu não parar “sem destruir o colonialismo de Lisboa”, à qual reivindicou meios financeiros, do resgate concedido a Portugal (“vergonhosamente governado por potências estrangeiras”), para “ajudar a recuperar” as contas públicas regionais. público


Marcelo Rebelo de Sousa defendeu, no seu habitual comentário na TVI, que a guerra entre Paulo Portas e Alberto João Jardim não é boa para a coligação de governo.
Rebelo de Sousa referia-se às críticas feitas pelo líder do CDS, que acusou o governo regional da Madeira de “endividamento excessivo”, tal como o governo de José Sócrates.
"É o primeiro rombo na coligação”, disse Marcelo.

terça-feira, 1 de março de 2011

A resposta do PPD/PSD foi dada à Terça-Feira

Miguel Relvas, o secretário-geral do PSD, afirmou em conferência de imprensa na sede do partido, no final de uma reunião da comissão política de Passos Coelho que «admitir agora a necessidade de medidas de austeridade adicionais constitui, ao mesmo tempo, uma prova do desleixo do Governo e da sua falta de rigor». E, porque era Terça-Feira, foi tudo! As outras oposições não precisaram de comissão politica para definir as suas oposições aos "ditos" do Pinto de Sousa. Responderam de imediato! Claro que todos sabemos que das oposições, apenas a da comissão politica poderá vir a ser governo com o apoio dos tugas da fátima, do futebol e do fado que os anestesia! Vai ter que nos servir. É pena!
Alberto João Jardim, que não precisa de comissão politica, afirma que "uma moção de censura já devia ter sido apresentada e, daí, a sua discordância com a Direcção Nacional". Isto é, com ele, "este Governo já não estava lá há alguns meses, mas isto é à maneira portuguesa, de ir adiando as coisas, o país há já alguns meses está num estado que não pode andar, com remendos...". mas não é com ele!

sábado, 9 de outubro de 2010

Quarta República?

Lá longe, rodeado de água, Jardim clama e dá vivas à vindoura IV Republica, mas o presidente da Madeira de parvo tem muito pouco e, consequentemente, sabe o difícil que será obtê-la. A “república nova” que decerto já existiria se não estivéssemos prisioneiros do euro e da Europa não será um parto fácil. Os anos de desgovernação a que temos assistido colocaram, a exemplo da III, nos lugares-chave do aparelho público, centenas, para não dizer milhares de boys que o armadilharam e minaram sem o mapear. “Sanear”, as e nas organizações do estado, poderá criar mais problemas que “reprovar o próximo Orçamento”. Os mais velhos, ainda se lembram dos resultados a que o pós-25ª nos conduziu, onde sanear foi apenas substituir por pior, maior e mais caro. “Extinguir” instituições criadas pela terceira república, como cada vez experts aconselham, é lançar no desemprego milhares de yuppies e outros empregados via cartão partidário, que teremos que sustentar. Isto é, lixados na I, na II e na III, não parece que uma quarta resolva a grave situação que mais que política é cultural...mas se vier será bem-vinda, porque pelo menos, trará com ela, de novo, esperança.
… e que fazer aos comentadeiros e comunicadentes que nos inundam com “brilhantes diagnósticos” de cura? Transforma-los, mais uma vez, em “adesivos”?

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Verão Quente

É preciso vir para a rua, para as praças, fábricas e escolas exigirmos que Portugal tenha a mudança que todos os portugueses merecem”. Alberto João Jardim
passou muito tempo desde que, no Quente Verão de 75, se murmuravam destas coisas ou algo parecido com isto.
os anos que já passei e o que deles retirei, fazem-me saber que um coro de vozes indignadas irão clamar contra o autor.
não sei quem iniciou há 35 anos, nem quem vai indignar-se.
duvido até que a história se repita.
Mas sei que desta vez não haverá "muralha d'aço" e os indignados, virada a casaca, lá estarão, num novo novembro, na linha de partida para ocupar os lugares que agora ocupam...

domingo, 25 de julho de 2010

PPD/ p, s, d...

Alberto João Jardim garantiu que o PSD-Madeira não irá convidar o líder nacional do partido para a festa anual do Chão da Lagoa, a "Festa da Autonomia", como passou a ser designada pelo PSD-Madeira nos últimos anos.
"Não quero estar metido naquela política de Lisboa", justificou, ainda por altura das eleições para a presidencia do PSD, e cumpriu...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

"um bom Carnaval a todos" e o Carnaval é já a 16 de Fevereiro...

O ainda primeiro-ministro que foi o último membro do Conselho de Estado a sair do Palácio de Belém disse que a reunião "correu muito bem". O actual presidente do Governo Regional da Madeira que tinha saído minutos antes, desejou um "bom Carnaval a todos". Aos pmj que repetidamente lhe perguntaram se a questão da alteração à Lei das Finanças Regionais tinha sido discutida na reunião do Conselho de Estado repetiu: "Um bom Carnaval a todos". SAPO Nem com a nova ortografia lusa os pmj o vão entender. Isto é, quando os pmj nasceram já Alberto João tinha esquecido o que "eles" agora julgam saber... e para quantos o não sabem ler, o Carnaval é a 16 de Fevereiro...

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Jardim quer proibir o comunismo

"Os sociais-democratas madeirenses pretendem que haja um esclarecimento de que, em matéria de regimes políticos, 'a democracia não deve tolerar comportamentos e ideologias autoritárias e totalitárias, não apenas de direita, caso do fascismo, esta expressamente prevista no texto constitucional em vigor, como igualmente de esquerda, caso do comunismo', refere o documento a que o DN teve acesso." DN Edgar Silva, coordenador regional do PCP na Madeira, desvalorizou hoje a proposta de extinção do comunismo no projecto de revisão constitucional do PSD/M, considerando ser igual à apresentada em 2003/2004 e que terá o mesmo destino, o "caixote do lixo". DN João Tiago, aporta-voz do PS, considera "inaceitável" o "silêncio" da direcção do PSD sobre a ideia do líder do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, de pretender ilegalizar o comunismo no âmbito de uma revisão constitucional. DN
Alberto João Jardim disse que defende que a Constituição não devia proibir ideologias, mas como isso acontece, considerou que a legislação deve ser mais explicita, proibindo antes «qualquer ideologia totalitária». TSF Jerónimo de Sousa considerou, em declarações à RTP, que se tratam de uma «expressão antidemocrática», que tenta «ressuscitar conceitos e princípios que o 25 de Abril arrasou definitivamente». TSF Augusto Santos Silva considerou hoje "absolutamente condenável" que o PSD se recuse a pronunciar-se sobre a ideia de Alberto João Jardim de proibir o comunismo, alegando que não poder haver ambiguidades em defesa do pluralismo. Publico Na União Europeia os partidos comunistas: na Estónia, na Letónia e na Lituânia são proibidos; na Hungria é proibido usar publicamente símbolos comunistas; na Bulgária, um partido comunista tentou registar-se, mas as autoridades e os tribunais recusaram registar este partido e na Roménia há leis que proíbem a difusão de propaganda comunista.
Curiosamente, ou talvez não, estiveram todos debaixo de regimes comunistas.
Mas por tudo quanto devemos ao nosso PCP, no passado remoto, e ao "nosso" Bloco de Esquerda, no presente próximo, deixem-nos constitucionalmente sossegados! A esquerda chique e a esquerda plebeia (segundo Pinto de Sousa) são importantes, nem que seja apenas para malharem naquela pseudo esquerda neo-liberal envergonhada...
um interessante artigo sobre esta pseudo discussão para ler em Sobre o Comunismo (31 da Armada)