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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Ainda se lembram ???

"Não somos ingénuos, sabemos perfeitamente que o Governo está a jogar pelo cansaço". Por isso a paralisação é para continuar!
disse
Carlos Ramos, presidente da Federação Portuguesa do Táxi (FPT), à saída do encontro entre os representantes sindicais com um assessor do “primeiro-ministro” Costa

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

lembram-se?


o que se poderia esperar: a classe política portuguesa tornou-se há muito a guardiã das “realidades que vêm de trás”, para usar uma expressão do presidente da república, desde o que ficou do corporativismo salazarista até ao que sobreviveu do PREC gonçalvista. 



quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Ainda se lembram?


O presidente da ANTRAL acusa o ministro do Ambiente de faltar a verdade e pedem a sua demissão. ( in “Como é que consegue mentir tanto ao país? “ por Rita Carvalho Pereira +2)

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

taxistas e tachistas...

em princípio, os políticos deviam estar com os taxistas. Reparem:
é uma massa relativamente importante de empresários e de trabalhadores que beneficiam de um monopólio público e das respectivas rendas, e que a qualquer governo poderia interessar ter como clientes satisfeitos. Os taxistas não são funcionários públicos, mas é como se fossem. Mais: estão concentrados nas cidades, cujo trânsito podem bloquear ou perturbar. São o tipo de classe profissional capaz de proporcionar à elite política todas as razões para cedências. Seria fácil, aliás, tratar as plataformas electrónicas como exemplos de “capitalismo selvagem”. O esquerdismo primário que hoje em dia passa por ciência nas universidades dispõe, para o efeito, da necessária doutrina sobre a “uberização da economia”.
Era o que se poderia esperar: a classe política portuguesa tornou-se há muito a guardiã das “realidades que vêm de trás”, para usar uma expressão do presidente da república, desde o que ficou do corporativismo salazarista até ao que sobreviveu do PREC gonçalvista. 

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Está mal !

Está mal !
o nosso Venerando pedir o controlo do Estado sobre uma actividade que trouxe inequívocos benefícios aos consumidores.
Está mal !
O nosso Venerando poderia, por exemplo, mas não o fez, pedir o fim do contingente definido por cada câmara para os táxis que circulam ou poderia reclamar o fim da tabela fixa de preços dos táxis, coisa que os Uber e Cabify não têm.
Está mal !
O Nosso Venerando
em vez disso, pede comissões e taxas mais elevadas sobre as plataformas. Seria interessante ver como concorreriam os táxis com as plataformas no preço.
Está mal !
O nosso Venerando
que, um dia, candidato à câmara de Lisboa, assumiu o papel de taxista, errou na decisão e, pior ainda: 
os fundamentos que usou mostram 
uma tentativa de protecção de um certo modelo de funcionamento de um negócio,
talvez até da sociedade!