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quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

O que é feito de Laura Cravo?

Laura Cravo, mulher de João Galamba, é quadro da CMVM e foi para as Finanças ao abrigo do regime de mobilidade.

A mulher do João Galamba, que estava ministro das Infraestruturas,  não quer continuar como coordenadora técnica no Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (GPEARI) do Ministério das Finanças, depois da polémica gerada em torno de uma putativa nomeação por parte do governo que, na realidade, nunca aconteceu.
"A renovação anual para 2023, que a Dra. Laura Cravo já manifestou que pretende que seja a última, está já instruída e em fase de autorização final", segundo esclarecimentos do diretor-geral do GPEARI, José Carlos Azevedo Pereira, enviados pelo gabinete de Fernando Medina às redações.
Num comunicado de três paginas, José Pereira, reiterou os argumentos usados pelo ministro das Finanças, no Parlamento, para rejeitar as acusações da direita, nomeadamente do Chega e do PSD, sobre uma eventual nomeação ou favorecimento de Laura Cravo por ser casada com o ministro das Infraestruturas.

terça-feira, 14 de novembro de 2023

ainda não começou a des-socialistizar


Em causa estava o Requerimento 93 do PSD que requeria que fosse "extraída certidão da ata da audição do Ministro João Galamba, bem como remessa da mesma para a Procuradoria-Geral da República, com vista à instauração do competente inquérito de natureza criminal", podia ler-se no site da AR.

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

central gigante de hidrogénio verde


Estávamos em 19 de Novembro de 2019 quando o Diogo Lopes no Observador publicou este belo texto de propaganda ao Galamba que estava Secretário de Estado:
Portugal e Holanda estarão a negociar um consórcio que terá como objetivo instalar uma unidade de produção de hidrogénio “verde” alimentado a energia solar. De acordo com a TSF, esta central, avaliada em 600 milhões de euros, ficará em Sines e terá capacidade de alimentar uma frota de autocarros e camiões que percorram 800 milhões de quilómetros por ano — ou seja daria para alimentar 27 vezes uma frota do tamanho da Carris, que faz cerca de 29 milhões de quilómetros anualmente.”

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Branqueamentos!



Uma entrevista “encomendada” para “branquear” o as declarações ao “Sexta às Nove” da Sandra Felgueiras do Galamba que estava de secretário de Estado Adjunto e da Energia. Aquele programa esteve “retido” pela “prima” Flor que dirigia a RTP.


Regresso à pergunta que lancei no FeiçeBuque:
”Daqui a um ano estarei aqui a perguntar ao Miguel Prado o que é que aprendeu (ou ganhou) com esta entrevista?”

"Reconduzido na tutela da Energia, João Galamba tem estado no olho do furacão com a polémica do lítio. Mas continua a trabalhar em vários dossiês da transição energética. Em entrevista ao Expresso revela algumas das novidades sobre o próximo leilão de renováveis em Portugal.
Desde 2012, com a saída do então secretário de Estado, Henrique Gomes, que se fala muito do lóbi da energia. É um sector fatal para governantes?
É um sector desafiante, porque num certo sentido é o sistema nervoso de uma economia e da sociedade. Não há nenhuma actividade económica nem nenhum cidadão que possa prescindir da energia. É um sector que requer uma visão global do país. No momento que vivemos hoje, de transição energética, essas características estruturais do sistema energético tornam-se ainda mais importantes.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

quem é que andou a enganar Bruxelas?

A Comissão Europeia torce o nariz e o que se discute não é o orçamento, mas a ingerência externa nas decisões do Governo, a soberania. E, ao mesmo tempo, ouvem-se as vozes da Catarina e do Jerónimo a brandir a bandeira nacional contra os invasores.
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É sempre assim. Quando um país não cumpre as suas obrigações, aquelas a que se comprometeu livremente, começa a arranjar bodes expiatórios, culpados, a apontar o dedo a terceiros. …
Ninguém na Europa impede António Costa de fazer escolhas, de puxar mais pelo consumo ou pelas exportações, pelo corte de despesa ou aumento de receita. Costa tem de cumprir uma redução do défice global e do défice estrutural, corrigido dos efeitos de medidas temporárias e do ciclo económico. O que faz? Apresenta um orçamento com pressupostos que tornam difícil cumprir a redução do défice global para 2,6% e ‘inventa’ uma contabilização de medidas estruturais como se fossem extraordinárias que permitiria reduzir o défice estrutural em 0,2%.

O Galamba diz na sua página de Facebook (algo que Jerónimo de Sousa, António Costa e o representante do PS no Expresso já repetiram) que o governo anterior andou a “enganar Bruxelas”, dizendo que cortes temporários eram definitivos, porque se fossem temporários não poderiam contar para o défice estrutural. (n’O Insurgente)
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mas quem é que enganou Bruxelas?


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

da UTAO a que temos direito.

Há um ano podiamos ler:
“Numa análise à execução orçamental dos primeiros seis meses do ano, a que o Observador teve acesso, os técnicos independentes relembram que ainda no final de Abril – no Documento de Estratégia Orçamental – o Governo previa aplicar medidas permanentes de 2,1% do PIB para conseguir atingir o défice de 4%.”
e aquele jornal afirmava:
“a UTAO tem dúvidas que até este resultado seja alcançado e diz que a meta pode estar em causa, o que levaria Portugal a falhar a meta de redução do défice estrutural imposta pelo Tratado Orçamental logo no primeiro ano de aplicação.”
mas,
em Janeiro deste ano, mudavam de agulha e a musica era outra::
“A Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) dá conta de uma melhoria acentuada na execução orçamental do segundo semestre que permitiu ao Governo fechar o ano com o défice orçamental em contabilidade pública melhor que o previsto tanto na previsão inscrita no Orçamento do Estado para 2015, como na primeira previsão inscrita na proposta de Orçamento do Estado para 2014.  (in Observador)
"O défice das administrações públicas melhorou em 2014 face ao observado no ano anterior, tendo essa melhoria sido superior à que se encontrava orçamentada, tanto no OE inicial como nas suas posteriores alterações e na estimativa apresentada em Outubro no âmbito do OE/2015", lê-se na nota de avaliação da execução orçamental enviada ao Parlamento pela UTAO, que evidencia que
"a melhoria homóloga do défice das administrações públicas acentuou-se no segundo semestre de 2014".. ( Jornal de Negocios )

ora chegádos a Agosto de 2015:
Sempre pronta a esclarecer os idiotas-úteis, a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) faz contas à evolução da receita fiscal deste ano e, em copy/paste do relatório homologo de 2014, comunica à Lusa:
“Na nota sobre a síntese da execução orçamental do primeiro semestre, a que a Lusa teve hoje acesso, os técnicos independentes que apoiam o parlamento afirmam que "a taxa de crescimento verificada na receita fiscal até ao final do primeiro semestre permanece aquém da prevista para o conjunto do ano", uma vez que o Governo antecipou um aumento de 4,3% da receita com impostos. ( in tsf. )
mas parece que

só o Galamba é que confia nestes “ecunomistas” e, em “bicos de pés” para substituir o Costa, multiplicou-se em entrevistas na imprensa a que temos direito.