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sábado, 10 de março de 2012

e se fossem “14 euros em chocolates”...

Em Junho de 2011, com 181 escolas abrangidas, o programa de modernização a cargo da Parque Escolar estava a pouco mais de meio do previsto, mas aquela empresa pública já tinha ultrapassado o investimento global estimado para toda a operação, inicialmente pensada para 332 escolas. O alerta é da Inspecção-Geral de Finanças. Ontem, quatro dos cinco membros da administração da Parque Escolar renunciaram aos seus cargos.
Nuno Crato, que tencionava demiti-los ontem.
70% do financiamento da Parque Escolar é proveniente de empréstimos contraídos por aquela empresa: 1150 milhões de euros contraídos junto do Banco Europeu de Investimento e do Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa, de que o Estado português é garante, a que se juntam, segundo a IGF, 665 milhões de euros pedidos à banca comercial. publico 

Consta que o Departamento de Investigação e Acção Penal já abriu um inquérito às obras lançadas por uma das bandeiras do anterior governo.
Uma má noticia para aqueles que já perceberam que tudo quanto o DIAP investiga acaba emApito Dourado”. 
Se fossem os 14 euros dos seis chocolates que o sem-abrigo furtara no supermercado seriam julgados e condenados, mas como foram apenas 2000 milhões a ser “sacados” aos nossos impostos em breve estarão nomeados para outras administrações...

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

...e assim nos vão entretendo!


A corrupção vai aumentar em tempos de crise, avisa a Directora do DIAP, Maria José Morgado. Os salários mais baixos e os cortes nos subsídios vão trazer maior vulnerabilidade nos serviços do Estado e Administração Pública em matéria de corrupção.
Para combater a corrupção, Morgado, defende ser necessário um reforço de meios, referindo que, em época de austeridade, a falta de recursos é um problema que pode levar à impunidade. tsf
mas
Paulo Morais, presidente da organização "Transparência Internacional", afirma que, apesar do optimismo do PGR, não há resultados e sublinha que as investigações em Portugal não saem do papel. «O povo português precisa de resultados. Se, eventualmente, o Ministério Público anda a trabalhar muito na área da corrupção e os resultados são nulos, então é sinal de que o trabalho tem sido ineficaz». tsf
Claro que "ninguém" nos diz quanto é que já se usou do dinheiro dos contribuintes no "tal" combate?
Porque quanto a resultados ainda não se viu nada, ou melhor, temos lido sobre processos recortados e escutas arquivadas!
com papas e bolos...

domingo, 26 de dezembro de 2010

Corrupção tem «protecção legal»

Maria José Morgado, que cada vez mais, tem vindo a substituir a inefável Cândida, diz que "a corrupção em Portugal tem protecção legal e, a cada ano que passa, há menos vontade política para combater este problema". Tem razão a Procuradora.
Mas parece-me que ainda não percebeu que a Grande Corrupção começa quando "tu empregas a minha como tua secretária e eu coloco o teu como meu assessor"... depois seguem-se as trocas de "nomeações" cruzadas que todos conhecemos. A corrupção, Drª MJMorgado, só irá terminar quando, porque velho de quase quarenta anos, se acabar com este regime... ...e para o acabar não poderá ser a nomenclatura, aquela que nos é vendida pela comunicação social, a faze-lo.