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domingo, 8 de setembro de 2019

Fontes Pereira de Melo

terá sido um dos poucos políticos que modernizou Portugal (sem se modernizar...)
não seja “poucochinho” nem se arme em idiota-útil porque a fábrica de tachos fechou, mas lembre-se dele quando for votar
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António Maria de Fontes Pereira de Melo, ministro das Obras Públicas no primeiro governo da Regeneração, nasceu neste mesmo dia, em Lisboa, a 1819. No campo rodoviário, impulsionou a construção de inúmeras estradas e, no campo ferroviário, a ele se deve a construção do troço entre Lisboa e o Carregado e o início das obras nas linhas de Vendas Novas e de Sintra. A este estadista deve-se, igualmente, a inauguração de carreiras regulares de barco a vapor, a primeira linha telegráfica montada em Portugal e a modernização dos serviços postais.

domingo, 28 de abril de 2019

Espanha às 18.00


Projecções dão a vitória ao actual Presidente de Governo, mas sem maioria para poder governar sozinho. Vox alcança resultado histórico. Maior queda é do PP, que perde cerca de 60 deputados.alcança resultado histórico. Maior queda é do PP, que perde cerca de 60 deputados.
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Estas primeiras projecções da televisão espanhola, dão 28% ao PSOE, 17,8% ao PP, 14,4% ao Ciudadanos e 12% ao VOX.

Os espanholistas...

Tenho muitas dúvidas de que o Vox possa ser considerado de extrema direita, que tradicionalmente é contra a democracia liberal e representativa: parece-me antes o outro lado do espelho dos nacionalismos separatistas e dos devaneios fracturantes da extrema-esquerda em Espanha. Quando muito é populista, mas quanto a isso, aquele partido que não cede a essa tentação em campanha eleitoral que atire a primeira pedra.


Um partido como o Vox no mínimo tem a virtude de reposicionar a espinha da direita moderada que por cobardia vai capitulando na defesa das suas causas tradicionais. (in Corta-fitas Os espanholistas por João Távora)

domingo, 11 de junho de 2017

Legislativas França sondagem publicada em 7 Junho 1017

A quelques jours du premier tour des élections législatives, La République en marche apparaît plus que jamais en position de force. Selon une enquête Ipsos/Sopra Steria pour France Télévisions et Radio France, publiée mardi 6 juin, le mouvement d'Emmanuel Macron, allié au MoDem, recueille 29,5% des intentions de vote au premier tour, loin devant les autres partis. 
Les Républicains et leurs alliés de l'UDI sont, eux, crédités de 23% des voix, tandis que le Front national décrocherait 17% des suffrages. Le Parti socialiste, allié au Parti radical de gauche, arriverait très loin derrière, avec seulement 8,5% des voix. La France insoumise, le mouvement de Jean-Luc Mélenchon, ferait un peu mieux, avec 12,5% des voix.
Projetée en nombre de sièges, la dynamique du mouvement du chef de l'Etat est encore plus flagrante. La République en marche et le MoDem pourraient obtenir à eux deux entre 385 et 415 sièges, soit bien au-delà de la majorité absolue, fixée à 289 députés. Avec une fourchette de 105 à 125 sièges, Les Républicains et l'UDI limiteraient la casse, mais feraient nettement moins bien qu'actuellement, puisqu'ils disposaient dans la dernière législature de 199 sièges pour LR et de 27 sièges pour l'UDI.