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domingo, 7 de setembro de 2025

Milhares de pessoas terão sido assassinadas a tiro, catana, queimadas vivas…

O 7 de Setembro de 1974 em Moçambique tem muito de perturbante. Mas o facto de sabermos tão pouco sobre o que ali aconteceu nessa data também.                                                                                               


Milhares de pessoas terão sido assassinadas a tiro, catana, queimadas vivas… Talvez tenham sido três mil. Talvez mais. Talvez menos. Dificilmente sairemos do domínio das estimativas porque nunca houve a preocupação de saber o seu número ou as circunstâncias da sua morte. Eram brancas, negras, asiáticas, mestiças. 
Em Portugal, nos jornais, nas rádios e na televisão nunca houve dúvidas: tratou-se de uma “aventura colonial da última hora” por parte da “miuçalha branca” que ensombrou o “momento de júbilo”.

Comecemos pelo “momento de júbilo”? Estamos em Setembro de 1974. 

Ou seja, o que em Moçambique temiam, quer as minorias branca e oriental, quer os simpatizantes e dirigentes negros de vários partidos e movimentos nacionalistas, estava consumado: os moçambicanos, a quem menos de três meses antes Almeida Santos, ministro da Coordenação Interterritorial garantira um referendo para decidirem o futuro daquele território, iriam passar a viver numa república popular dirigida pela Frelimo. Como o ministro dos Negócios Estrangeiros, Mário Soares, declarara a 6 de Setembro ao chegar a Lusaka para firmar os acordos com a Frelimo: “a delegação portuguesa estava na Zâmbia para entregar o poder à Frelimo.” De facto era isso que estava a acontecer. É portanto este “o momento de júbilo”. E é aqui que começa a “última aventura colonial” protagonizada pela “miuçalha branca”.

A 7 de Setembro, o Rádio Club de Lourenço Marques é ocupado e passa a designar-se Rádio Moçambique Livre. Os ocupantes declaram-se contra o que definem como entrega de Moçambique à Frelimo. Entre os ocupantes do Rádio Club estão também líderes nacionalistas negros como Joana Simeão, Paulo Gumane e Uria Simango. Apelam à intervenção de Spínola, com quem alguns, na qualidade de membros da FICO (Frente Integracionista de Continuidade Ocidental), se tinham encontrado tempos antes no Buçaco. Aí, garantem, o Presidente da República ter-lhes-ia dito “Façam vocês qualquer coisa que mostre a vontade da Província, para eu vos apoiar.” Eles fizeram “qualquer coisa”. Mas em Setembro de 1974, com o Acordo de Lusaka já firmado, com Spínola cada vez mais fragilizado e obcecado com o futuro de Angola, era tarde demais para que o apoio do ainda presidente da República se pudesse fazer sentir. Os revoltos resistem até 10 de Setembro. Entretanto a violência explodira: violações, gente decepada, queimados vivos, linchados e vários desaparecidos.

Os acontecimentos do 7 de Setembro de 1974, a violência que os acompanhou e a vaga de repressão que lhe sucedeu marcam um antes e um depois: até ao final de Agosto de 1974, tinham deixado Moçambique 5 mil portugueses. Mas só nas últimas semanas de Setembro e primeiros dias de Outubro saem de Moçambique oito mil portugueses para a África do Sul. Em Lisboa começam a cair pedidos de transferência para a “metrópole” de professores, carteiros, funcionários dos caminhos-de-ferro, da aeronáutica, dos bancos. Em Dezembro, segundo revela Vítor Crespo, Alto-Comissário de Moçambique, em Lourenço Marques sobrava apenas um ginecologista e já nenhum ortopedista.

Simultaneamente a repressão cresce no território administrado por Portugal. O Alto-Comissário Vítor Crespo institui que questionar a representatividade da Frelimo é um crime contra a descolonização e um sinal de racismo. Militares e agentes de segurança portugueses desempenham um papel activo na detenção, interrogatório e entrega à Frelimo daqueles que se lhe opõem, nomeadamente de dissidentes da Frelimo e nacionalistas negros que participaram na revolta do 7 de Setembro. Por grotesca ironia a revolta em que os jornais só viam brancos não só teve a participação de dirigentes negros como estes pagaram com a vida o seu protagonismo nestes acontecimentos: Joana Simeão, Paulo Gumane e Uria Simango, além doutros dissidentes da Frelimo, seriam internados em campos de reeducação daquele movimento e queimados vivos mais tarde.. (No caso de Uria Simango a sua própria mulher, Celina, foi também morta.)

Mas a imprensa portuguesa em 1974 não tem dúvidas: no 7 de Setembro está-se perante uma “revolta dos colonos brancos”, uma “aventura colonial da última hora” protagonizada por “rebeldes brancos”, “miuçalha branca”, “grupúsculos”, “reaccionários”, “ultra reaccionários”, “racistas”, “colonialistas” … que ensombraram o “momento de júbilo” representado pela assinatura do Acordo de Lusaka.

Meio século depois o que surpreende não é que o 7 de Setembro de 74 em Moçambique tenha sido relatado assim mas sim a certeza de que hoje voltaria ser relatado assim. Porque, tal como aconteceu a propósito do 7 de Setembro de 74, não se trata tanto da imposição duma visão dos factos e do seu silenciamento mas sobretudo do poder de instituir o medo de perguntar. Do medo de ser rotulado. Do medo de passar para o lado dos controversos, que é meio caminho andado para passar a conservador e de conservador a reaccionário e de reaccionário a outra coisa qualquer já sem retorno social possível.

Por quanto tempo mais vamos ter de esperar para que se perca o medo de desmontar as efabulações sobre a escravatura como pecado do homem ocidental e branco que se tornaram uma espécie de mantra obrigatório?…

até quando o activismo vai impor o medo de perguntar?
Meio século depois quantos crimes foram necessários para chamar ditador a Maduro?
Ou o que vai ser necessário para que deixe de ser visto como um risco denunciar a ideologia de género nas escolas?
E por quanto tempo mais vamos ter de esperar para que se perca o medo de desmontar as efabulações sobre a escravatura como pecado do homem ocidental e branco que se tornaram uma espécie de mantra obrigatório?…

quinta-feira, 9 de janeiro de 2025

Porque é que o querem destruir?

MOÇAMBIQUE...


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1- Moçambique tornou-se independente em Junho de 1975
 
02- É o 34º maior país do mundo em extensão territorial, com 801.590 km².
 
03- É o único país no mundo que possui uma arma de fogo (AK-47) na sua bandeira,
 
04- Alberga alguns dos melhores recifes de coral, tendo uma das maiores riquezas em espécies marinhas       mundo (+1200 espécies identificadas na costa).
 
05- É o lar do 3° maior lago em extensão e o 2° mais profundo da África, o Niassa.
 
06- Cerca 40% da população tem menos de 17 anos.
 
07- Moçambique tem a maior baía de África e a 3ª a nível mundial, o de Pemba, situado no norte do país.
 
08- Embora o português seja a língua oficial, são faladas mais de 40 línguas no país.
 
09- Possui o 15º maior lago artificial do mundo e o 4º maior de África, Cahora Bassa.
10- Tete e Niassa e Manica são as únicas províncias sem ligação com o mar.
11- A maioria dos Moçambicanos é poliglota, pois falam mais de uma língua.
12- Moçambique tem a floresta virgem mais isolada já encontrada na África, situada no Monte Lico.
13- Possui a 6ª maior Zona Econômica Exclusiva (ZEE) de África e a 43ª mundo (578 986 km²).
14- Possui as maiores reservas de recursos naturais do mundo, principalmente Grafites, Carvão e Gás Natural.
15- É um dos maiores produtores de alumínio do mundo.
(Elson Godoi)

domingo, 8 de setembro de 2024

Milhares de pessoas terão sido assassinadas a tiro, catana, queimadas vivas…

O 7 de Setembro de 1974 em Moçambique tem muito de perturbante. Mas o facto de sabermos tão pouco sobre o que ali aconteceu nessa data também.                                                                                               

Milhares de pessoas terão sido assassinadas a tiro, catana, queimadas vivas… Talvez tenham sido três mil. Talvez mais. Talvez menos. Dificilmente sairemos do domínio das estimativas porque nunca houve a preocupação de saber o seu número ou as circunstâncias da sua morte. Eram brancas, negras, asiáticas, mestiças. 
Em Portugal, nos jornais, nas rádios e na televisão nunca houve dúvidas: tratou-se de uma “aventura colonial da última hora” por parte da “miuçalha branca” que ensombrou o “momento de júbilo”.

Comecemos pelo “momento de júbilo”? Estamos em Setembro de 1974. 

Ou seja, o que em Moçambique temiam, quer as minorias branca e oriental, quer os simpatizantes e dirigentes negros de vários partidos e movimentos nacionalistas, estava consumado: os moçambicanos, a quem menos de três meses antes Almeida Santos, ministro da Coordenação Interterritorial garantira um referendo para decidirem o futuro daquele território, iriam passar a viver numa república popular dirigida pela Frelimo. Como o ministro dos Negócios Estrangeiros, Mário Soares, declarara a 6 de Setembro ao chegar a Lusaka para firmar os acordos com a Frelimo: “a delegação portuguesa estava na Zâmbia para entregar o poder à Frelimo.” De facto era isso que estava a acontecer. É portanto este “o momento de júbilo”. E é aqui que começa a “última aventura colonial” protagonizada pela “miuçalha branca”.

A 7 de Setembro, o Rádio Club de Lourenço Marques é ocupado e passa a designar-se Rádio Moçambique Livre. Os ocupantes declaram-se contra o que definem como entrega de Moçambique à Frelimo. Entre os ocupantes do Rádio Club estão também líderes nacionalistas negros como Joana Simeão, Paulo Gumane e Uria Simango. Apelam à intervenção de Spínola, com quem alguns, na qualidade de membros da FICO (Frente Integracionista de Continuidade Ocidental), se tinham encontrado tempos antes no Buçaco. Aí, garantem, o Presidente da República ter-lhes-ia dito “Façam vocês qualquer coisa que mostre a vontade da Província, para eu vos apoiar.” Eles fizeram “qualquer coisa”. Mas em Setembro de 1974, com o Acordo de Lusaka já firmado, com Spínola cada vez mais fragilizado e obcecado com o futuro de Angola, era tarde demais para que o apoio do ainda presidente da República se pudesse fazer sentir. Os revoltos resistem até 10 de Setembro. Entretanto a violência explodira: violações, gente decepada, queimados vivos, linchados e vários desaparecidos.

Os acontecimentos do 7 de Setembro de 1974, a violência que os acompanhou e a vaga de repressão que lhe sucedeu marcam um antes e um depois: até ao final de Agosto de 1974, tinham deixado Moçambique 5 mil portugueses. Mas só nas últimas semanas de Setembro e primeiros dias de Outubro saem de Moçambique oito mil portugueses para a África do Sul. Em Lisboa começam a cair pedidos de transferência para a “metrópole” de professores, carteiros, funcionários dos caminhos-de-ferro, da aeronáutica, dos bancos. Em Dezembro, segundo revela Vítor Crespo, Alto-Comissário de Moçambique, em Lourenço Marques sobrava apenas um ginecologista e já nenhum ortopedista.

Simultaneamente a repressão cresce no território administrado por Portugal. O Alto-Comissário Vítor Crespo institui que questionar a representatividade da Frelimo é um crime contra a descolonização e um sinal de racismo. Militares e agentes de segurança portugueses desempenham um papel activo na detenção, interrogatório e entrega à Frelimo daqueles que se lhe opõem, nomeadamente de dissidentes da Frelimo e nacionalistas negros que participaram na revolta do 7 de Setembro. Por grotesca ironia a revolta em que os jornais só viam brancos não só teve a participação de dirigentes negros como estes pagaram com a vida o seu protagonismo nestes acontecimentos: Joana Simeão, Paulo Gumane e Uria Simango, além doutros dissidentes da Frelimo, seriam internados em campos de reeducação daquele movimento e queimados vivos mais tarde.. (No caso de Uria Simango a sua própria mulher, Celina, foi também morta.)

Mas a imprensa portuguesa em 1974 não tem dúvidas: no 7 de Setembro está-se perante uma “revolta dos colonos brancos”, uma “aventura colonial da última hora” protagonizada por “rebeldes brancos”, “miuçalha branca”, “grupúsculos”, “reaccionários”, “ultra reaccionários”, “racistas”, “colonialistas” … que ensombraram o “momento de júbilo” representado pela assinatura do Acordo de Lusaka.

Meio século depois o que surpreende não é que o 7 de Setembro de 74 em Moçambique tenha sido relatado assim mas sim a certeza de que hoje voltaria ser relatado assim. Porque, tal como aconteceu a propósito do 7 de Setembro de 74, não se trata tanto da imposição duma visão dos factos e do seu silenciamento mas sobretudo do poder de instituir o medo de perguntar. Do medo de ser rotulado. Do medo de passar para o lado dos controversos, que é meio caminho andado para passar a conservador e de conservador a reaccionário e de reaccionário a outra coisa qualquer já sem retorno social possível.

Por quanto tempo mais vamos ter de esperar para que se perca o medo de desmontar as efabulações sobre a escravatura como pecado do homem ocidental e branco que se tornaram uma espécie de mantra obrigatório?…

até quando o activismo vai impor o medo de perguntar?
Meio século depois quantos crimes foram necessários para chamar ditador a Maduro?
Ou o que vai ser necessário para que deixe de ser visto como um risco denunciar a ideologia de género nas escolas?
E por quanto tempo mais vamos ter de esperar para que se perca o medo de desmontar as efabulações sobre a escravatura como pecado do homem ocidental e branco que se tornaram uma espécie de mantra obrigatório?…


domingo, 13 de março de 2022

Dom Reinaldo Frederico Gungunhana, Imperador de Gaza

A 13 de Março de 1896 chega a Lisboa, Gungunhana (1839- 23 Dezembro de 1906), último imperador do Império de Gaza, no território que actualmente é Moçambique, após ter sido aprisionado a 28 de Dezembro de 1895 na aldeia fortificada de Chaimite, por Mouzinho de Albuquerque (1855-1902).
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Foi primeiramente encarcerado em Monsanto, de onde mais tarde, a 23 de Junho de 1896, foi transferido para Angra do Heroísmo. Aí aprendeu a ler e a escrever e foi convertido ao cristianismo e baptizado com o nome de Reynaldo Frederico Gugunhana e o título nobiliárquico de "Dom". A 23 de Dezembro de 1906, Gungunhana morreu no hospital militar de Angra do Heroísmo, vítima de hemorragia cerebral. Deixou descendência em Moçambique e nos Açores.

Quem foi, afinal, Gungunhana ?
Gungunhana é um dos maiores mitos da História luso-africana. Alçado à categoria surpreendente de herói da independência de Moçambique, Gungunhana conquistou papel importante no imaginário nacional moçambicano. Mas a história está mal contada - e há uma História que importa recordar.


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segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Chaimite

Às 7 da manhã do dia 28 de Dezembro, Mouzinho de Albuquerque entrou no povoado através de um pequena abertura na paliçada, à frente dos militares portugueses. Os cerca de 300 vátuas que compunham a elite guerreira dos insurrectos – armados de espingardas fornecidas pelos ingleses – fugiram sem disparar um tiro.
Aproveitando o efeito da surpresa, Mouzinho capturou o “Leão de Gaza”, juntamente com o filho (Godide), o tio (Molungo), o régulo Matibejana e dez mulheres (sete de Gungunhana e três de Matibejane). Mahune e Queto, os dois principais conselheiros de Gungunhana, provavelmente agentes de ligação aos operacionais britânicos que tinham manipulado a revolta, foram fuzilados.
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sábado, 28 de dezembro de 2019

Não lhes bastavas os terroristas do DAESH!!!


Sete distritos estão completamente isolados do resto da província de Cabo Delgado, e outros dois parcialmente, em consequência do desabamento da ponte na Estrada Número 380.
Trata-se da ponte sobre o rio Montepuez, que foi destruída pela fúria das chuvas torrenciais, que tem estado a cair desde última quinta-feira.
Construída na época colonial, a ponte que nunca beneficiou obras de reabilitação de vulto, fazia a ligação com os distritos de Meluco, Macomia, Muidumbe, Mueda, Nangade, Palma e Mocímboa da Praia, e servia como alternativa para os distritos de Quissanga e Ibo, que também ficaram parcialmente isolados.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

4 de Março de 2019 Ciclone Idai. Foi assim na Beira.

O ciclone Idai foi o ciclone tropical mais forte a atingir Moçambique desde o Jokwe em 8 de Março de 2008. A décima tempestade nomeada e o sétimo ciclone tropical da temporada de ciclones no Índico Sudoeste de 2018-2019, o Idai teve origem numa depressão tropical que se formou na costa leste de Moçambique em 4 de Março. 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo..."mercados" voltam a atacar!


O PSI-20 cedeu uns ligeiros 0,03% para os 4.977,94 pontos.
Os juros da dívida soberana portuguesa seguem hoje pressionados em todas as maturidades com a taxa a dez anos a transacionar acima dos 9,5%, escreve o OJE.
As empresas portuguesas exportaram para Moçambique em bens e serviços 184 milhões de euros durante o primeiro semestre, um aumento de 31% face ao período homólogo de 2011.
O Banco de Portugal coloca à disposição dos bancos portugueses a partir de 3 de setembro uma plataforma que possibilita que as instituições emprestem dinheiro umas às outras sem garantias.
A Direcção-Geral da Concorrência da Comissão Europeia está a negociar com o Governo português uma forma de tornar legal compra de créditos aos bancos.
 
Desde que o preenchimento do número de identificação fiscal dos filhos é obrigatória no IRS há menos 135 mil dependentes...
 
O tesouro italiano colocou 9 mil milhões de euros em obrigações a seis meses, a uma taxa de 1,585%, um valor inferior aos 2,454% pagos na última emissão deste tipo, a 27 de julho.
Os depósitos nos bancos da Grécia aumentaram em 6,5 mil milhões de euros nos meses de Julho e Agosto.
 
A Comunidade Valenciana pode precisar de mais do que os 3,5 mil milhões inicialmente estimados para evitar o incumprimento.
O Executivo da Catalunha solicitou hoje ao Governo espanhol para aderir ao Fundo de Liquidez Autonómica e pedirá emprestados 5.023 milhões de euros.
 
A economia norte-americana cresceu, entre Julho e Agosto, a um ritmo "gradual" devido às melhorias registadas nos sectores do retalho e do imobiliário, lê.se no jornal de negocios. O crescimento económico nos EUA abrandou para 1,7% no segundo trimestre, contraria o Oje 
 
O West Texas Intermediate, negociado em Nova Iorque, recua 1,21% para os 95,16 dólares, enquanto em Londres, o barril de Brent cai 0,15% para os 112,41 dólares.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo... a Espanha "à rasca"

O PSI20 encerrou a sessão a cair 0,57% para 4 616,10 pontos registando a queda mais significativa entre os principais mercados acionistas da Europa.
O impacto do resgate da Bankia, de mais de 23 mil milhões de euros, a abrir a cair quase 27%, coloca a dívida espanhola a atingir níveis recorde. A divida soberana atingiu um novo máximo a 10 anos.
Os quatro principais bancos gregos receberam hoje 18 mil milhões de euros provenientes do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) e destinados à sua recapitalização.
A dívida do Estado espanhol subiu 10,2% em 2011 para 580,516 milhões de euros.
Os juros da dívida soberana de Portugal estão hoje pressionados a cinco (14,489%) e e a dez anos (12,338%).
O número de clientes em Portugal com Internet fixa ascendeu a 2,27 milhões no primeiro trimestre, mais 6,7% do que no período homólogo de 2011.
O Tesouro italiano colocou hoje 4,250 mil milhões de euros em títulos de dívida, destes, 3,5 mil milhões de euros à taxa de juro média de 4,037%, quase sete décimas superior aos 3,355% registados no último leilão de 24 de Abril.
A China deverá tornar-se o maior mercado mundial de consumo em 2015.
O PIB de Angola pode, em 2012, crescer 8,2% e inflação baixar para 10%.
Cabo Verde vai manter um crescimento económico alto e estável.
O PIB em Moçambique deverá crescer de 7,2% em 2011 para 7,9% em 2013.
O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) suspendeu todas as operações que desenvolvia na Guiné-Bissau.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Órfãos de Pátria

Não morreram, não têm sequer feridas visíveis. Mas as que não se vêem, as que não têm nome nem cura, também existem. Quatro ex-combatentes relatam uma guerra que não escolheram. E como tentam viver à procura do lado bom da História. Os homens também choram.
Helena Teixeira da Silva e Luís Pedro Carvalho realizaram um excelente trabalho para o JN.
Ainda há Jornalistas.