Este print screen da página online do PÚBLICO é um bom exemplo de OMO-jornalismo: na primeira versão noticia-se a morte de Mouta Liz, um dos fundadores da organização terrorista FP-25: “Morreu esta sexta-feira, um dos fundadores da organização terrorista de extrema-direita FP-25. Tinha 85 anos.” O erro é óbvio: as FP-25 não eram de extrema-direita mas sim de extrema-esquerda. Mas poderíamos admitir estar perante mais um exemplo do enviesamento ideológico que campeia pelas redacções e que leva a que automaticamente se associem a violência e o terrorismo à extrema-direita, para mais com o caricato de na fotografia Mouta Liz, (o primeiro da esquerda), César Escumalha e Pedro Goulart estarem, não a fazer a saudação nazi, como se esperaria duma organização de extrema-direita, mas sim de punho erguido. É o chamado não ter noção!
domingo, 22 de junho de 2025
O OMO-jornalismo tira as nódoas vermelhas...
Este print screen da página online do PÚBLICO é um bom exemplo de OMO-jornalismo: na primeira versão noticia-se a morte de Mouta Liz, um dos fundadores da organização terrorista FP-25: “Morreu esta sexta-feira, um dos fundadores da organização terrorista de extrema-direita FP-25. Tinha 85 anos.” O erro é óbvio: as FP-25 não eram de extrema-direita mas sim de extrema-esquerda. Mas poderíamos admitir estar perante mais um exemplo do enviesamento ideológico que campeia pelas redacções e que leva a que automaticamente se associem a violência e o terrorismo à extrema-direita, para mais com o caricato de na fotografia Mouta Liz, (o primeiro da esquerda), César Escumalha e Pedro Goulart estarem, não a fazer a saudação nazi, como se esperaria duma organização de extrema-direita, mas sim de punho erguido. É o chamado não ter noção!
quinta-feira, 5 de outubro de 2023
as FP25 de Abril
Nuno Gonçalo Poças com Presos por um Fio chega-nos finalmente o relato livre e documentado de uma das páginas mais negras da história do Portugal recente. É o trabalho de investigação que vem resgatar do esquecimento colectivo a trágica tentativa de impor - pela força das armas e do terror - ao povo português um projecto político que ele explicita e reiteradamente rejeitara.
sexta-feira, 29 de julho de 2022
FP 25 Abril
Parte significativa dos seus militantes procediam das antigas Brigadas Revolucionárias, organização portuguesa de extrema-esquerda criada no início dos anos 70 por dissidentes do PCP..
Entre 1980 e 1987, as FP-25 foram directamente responsáveis por 13 mortes — às quais acrescem ainda as mortes de 4 dos seus operacionais —, dezenas de atentados a tiro, outros com recurso a explosivos e assaltos a bancos, viaturas de transporte de valores, tesourarias da fazenda pública e empresas
No plano legal, o julgamento dos actos imputados à organização foi incompleto, quer por prescrição de alguns dos processos, quer pela dificuldade em identificar os autores materiais dos factos.
As figuras mais conhecidas vinculadas às FP-25 foram Otelo Saraiva de Carvalho, José Mouta Liz e Pedro Goulart
assassinados pelos terroristas:
Agostinho Francisco
Ferreira, Vítor Oliveira David e Carlos
Alberto Caldas, José Lopo dos Santos, Fernando Rolo, Manuel Inglês
Esquível, Arnaldo da Silva Rodrigues, Adolfo Dias e Evaristo Ouvidor da Silva,
Fernando Abreu, João Mesquita de Oliveira, Diamantino Monteiro
Pereira, Manuel Amaro de Carvalho, Nuno Dionísio, Rosa Pereira, Rogério Canha e Sá, Arnaldo Freitas de
Oliveira, Manuel Liquito, Alexandre Souto, Gaspar Castelo Branco, Álvaro Militão.
segunda-feira, 25 de abril de 2022
fp25 o luto que falta fazer1
domingo, 8 de agosto de 2021
E como é que estes três bravos jornalistas souberam disto?
quinta-feira, 5 de agosto de 2021
segunda-feira, 26 de julho de 2021
na morte de Otelo Saraiva de Carvalho
“Desculpem o mau jeito, mas o que é para ser dito deve ser dito, mesmo na hora da morte: Otelo foi um herói no 25 de Abril e um vilão em quase tudo o que se lhe seguiu, em especial no projecto das FP25” diz José Manuel Fernandes deste excelente trabalho.
Este é um trabalho para evitar que se branqueie o percurso de Otelo Saraiva de Carvalho que começa, poucos o têm dito, por estar “à mão de semear” e ser um dos menos politizados do
Saraiva de Carvalho acabou aliciado pela
extrema-esquerda[1]
, comandou a força de repressão do novo regime, o COPCOM, liderou de uma organização
terrorista, as FP25 e foi condenado a 25 anos de prisão pelo assassinio de 15
cidadãos (um com apenas 4 meses de idade) e inúmeros assaltos armados a Bancos.
Foi amnistiado pela Assembleia da República [2] com os
votos a favor do PS e do
[1] (um talvez se descubra o papel de das
duas ou três mulheres, ligadas ao terrorismo nacional e internacional, formadas
pela Stasi, da DDR, ou pela KGB, da URSS,
na “educação politica” de Otelo a caminho das FP25)




