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segunda-feira, 11 de junho de 2012

e se fosse uma mesquita...

Mais duas igrejas cristãs foram atacadas durante o fim-de-semana, na Nigéria, em atentados já reivindicados pelo grupo islamita Boko Haram, que é responsável por centenas de mortes naquele país.
Os ataques a Igrejas têm-se sucedido a um ritmo quase semanal.
O Boko Haram tem perseguido a população cristã da Nigéria, sobretudo, no norte do país, onde os muçulmanos são maioritários.
...mas isto não é noticia para os jornalistas que nos informam, nem para obter os comentários “à margem” de politicos em visita a feiras e mercados!

sábado, 14 de abril de 2012

o mundo às avessas

AJSeguro comentou a notícia do semanário Expresso sobre a possibilidade do do aumento da idade da reforma para os 67 anos, à margem de uma reunião com autarcas do partido socialista em Mangualde.
"Começa a ser um padrão do Governo de Pedro Passos Coelho anunciar mais medidas de austeridade”, disse e, acertando o passo com os colegas comentador da comunicação social que temos, aconselhou "é bom que o primeiro-ministro não se esconda" e explique aos portugueses o "que é que está a correr mal, qual a razão de tantas medidas de austeridade de um momento para o outro". RB.  

Quando os políticos eram estadistas, nos idos tempos do século passado, a então chamada imprensa corria às suas conferências para ouvir, relatar e, por vezes, comentar aquilo que eles diziam.
Hoje, definitivamente, o mundo está às avessas: são as “fontes próximas de” que lançam noticias, “bocas” será um termo mais preciso, qual rebuçados que se atiram aos “putos” que em molho as vão apanhar.
De seguida os possuidores da carteira, alguns até serão Jornalistas, correm ao político mais à mão e de microfone ou gravador em punho, gritam: Ó fulano, comente!
E o fulano, que não ouviu, viu ou leu, proporciona-lhes o suficiente para justificar o vencimento, quiçá o “subsídio de deslocação”.
...só que fulano é “fulano” e dificilmente poderá ser “político”, a não ser por alcunha!

as "fontes" da noticia...

De acordo com fontes ligadas ao Programa de Assistência Económica e Financeira, o Governo poderá vir a usar esta linha de argumentos para pressionar as empresas do sector energético com margens de retorno excessivas a renegociar contratos. O mesmo tipo de argumentos poderá ser usado para negociar novas condições nas Parcerias Público-Privadas (PPP). por Ana Rita Faria no Público

sexta-feira, 13 de abril de 2012

as "fontes" da noticia...

Ao que o PÚBLICO apurou junto de fontes próximas do processo, a proibição das reformas antecipadas decretada sem aviso pelo Governo apanhou todos de surpresa, inclusive a Comissão Europeia (CE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI). A troika não sabia nada sobre esta decisão do Governo e também ainda não analisou o impacto desta medida. por Ana Rita Faria no Público