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sábado, 19 de outubro de 2019

Importance of European remembrance for the future of Europe


remember
Em 19 de Setembro de 2019, a União Europeia colocou comunismo e nazismo em pé de igualdade, depois de aprovar no Parlamento Europeu uma resolução condenando ambos os regimes por terem cometido “genocídios e deportações e foram a causa da perda de vidas humanas e liberdade em uma escala até agora nunca vista na história da humanidade”.
A resolução Importance of European remembrance for the future of Europe contou com 535 votos a favor, 66 contra e 52 abstenções, noticiou o ABC na terça-feira, citado pelo Observador.
Apesar do significado histórico, ainda que este seja tema de debate recorrente entre os historiadores desde a queda da União Soviética há três décadas, tem sido ocultado aos cidadãos pela imprensa a que temos direito, onde pontua a extrema-esquerda estalinista. ( mais AQUI )

sábado, 23 de abril de 2016

The Soviet Story

História para os mais novos!



Há cerca de 25 anos, no dia 26/12/1991, desfez-se o regime mais tirânico e homicida da história: o regime comunista soviético. Após tímidas medidas de abertura, iniciadas por Mikhail Gorbachev, o sistema não aguentou mais todas as suas contradições internas e, impulsionado por uma enorme insatisfação popular, pelo caos, pela fome e pelo total empobrecimento do seu povo, o inevitável resultado final foi o colapso seguido pela desintegração.
Antes tinha acontecido o Putsch de Moscou, entre 18 e 21 de Agosto,  um fracassado Golpe de Estado promovido por um grupo conservador do Partido Comunista da União Soviética muito acabou por contribuir para o colapso da União Soviética. O mundo tinha mudado!
A desintegração do comunismo soviético não representou apenas um passo incalculável rumo à liberdade, pois libertou da opressão e da tirania milhões de pessoas, como também teve uma importância fundamental no campo da teoria económica: o colapso da URSS demonstrou de maneira cabal a validade da teoria de Ludwig von Mises, exposta ainda em 1920, a respeito da impossibilidade do socialismo. 
Porém, quem não conhece a história está condenado a repeti-la...

Infelizmente, apenas teorias não são o suficiente para convencer as pessoas sobre o quão perverso e diabólico é o comunismo, e o quão imoral é defendê-lo; muitas vezes são necessários relatos e imagens para ilustrar o quão abominável e execrável é esse regime.
Especialmente agora que vivemos uma época em que intelectuais, professores universitários, assim como os meios de comunicação, incentivam com profunda intensidade ideias abertamente socialistas, nunca é demais ressuscitar e relembrar todas as "proezas" do marxismo na URSS, pois elas ilustram claramente tudo o que inevitavelmente acontece a uma sociedade quando o socialismo é imposto.Como explicou George Reisman:
"Mesmo que um governo genuinamente socialista fosse eleito democraticamente, o seu primeiro acto de governo ao implantar o socialismo teria de ser um acto de enorme violência, ou seja, a expropriação à força dos meios de produção."
A eleição democrática de um governo socialista não alteraria o facto de que o confisco de propriedade contra a vontade dos proprietários é um acto de força. Uma expropriação à força da propriedade baseada no voto democrático é tão pacífica quanto um linchamento decidido por votação. Trata-se de uma violação primordial dos direitos individuais. A única maneira do socialismo ser realmente implantado por meios pacíficos seria se os proprietários voluntariamente doassem a sua propriedade ao estado socialista.
Mas, pensemos nisso. Se o socialismo tivesse de esperar que os donos de propriedade doassem voluntariamente a sua propriedade ao estado, este teria certamente de esperar para sempre. Logo, se o socialismo TEM de ser implementado, então ele só pode existir por meio da força — e força aplicada a uma escala massiva, contra toda a propriedade privada. 
O socialismo só pode necessariamente começar com um enorme acto de confisco. Aqueles que desejam seriamente roubar a propriedade alheia devem estar preparados para matar aqueles que pretendem oferecer resistência. 

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Jardim quer proibir o comunismo

"Os sociais-democratas madeirenses pretendem que haja um esclarecimento de que, em matéria de regimes políticos, 'a democracia não deve tolerar comportamentos e ideologias autoritárias e totalitárias, não apenas de direita, caso do fascismo, esta expressamente prevista no texto constitucional em vigor, como igualmente de esquerda, caso do comunismo', refere o documento a que o DN teve acesso." DN Edgar Silva, coordenador regional do PCP na Madeira, desvalorizou hoje a proposta de extinção do comunismo no projecto de revisão constitucional do PSD/M, considerando ser igual à apresentada em 2003/2004 e que terá o mesmo destino, o "caixote do lixo". DN João Tiago, aporta-voz do PS, considera "inaceitável" o "silêncio" da direcção do PSD sobre a ideia do líder do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, de pretender ilegalizar o comunismo no âmbito de uma revisão constitucional. DN
Alberto João Jardim disse que defende que a Constituição não devia proibir ideologias, mas como isso acontece, considerou que a legislação deve ser mais explicita, proibindo antes «qualquer ideologia totalitária». TSF Jerónimo de Sousa considerou, em declarações à RTP, que se tratam de uma «expressão antidemocrática», que tenta «ressuscitar conceitos e princípios que o 25 de Abril arrasou definitivamente». TSF Augusto Santos Silva considerou hoje "absolutamente condenável" que o PSD se recuse a pronunciar-se sobre a ideia de Alberto João Jardim de proibir o comunismo, alegando que não poder haver ambiguidades em defesa do pluralismo. Publico Na União Europeia os partidos comunistas: na Estónia, na Letónia e na Lituânia são proibidos; na Hungria é proibido usar publicamente símbolos comunistas; na Bulgária, um partido comunista tentou registar-se, mas as autoridades e os tribunais recusaram registar este partido e na Roménia há leis que proíbem a difusão de propaganda comunista.
Curiosamente, ou talvez não, estiveram todos debaixo de regimes comunistas.
Mas por tudo quanto devemos ao nosso PCP, no passado remoto, e ao "nosso" Bloco de Esquerda, no presente próximo, deixem-nos constitucionalmente sossegados! A esquerda chique e a esquerda plebeia (segundo Pinto de Sousa) são importantes, nem que seja apenas para malharem naquela pseudo esquerda neo-liberal envergonhada...
um interessante artigo sobre esta pseudo discussão para ler em Sobre o Comunismo (31 da Armada)