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sexta-feira, 11 de abril de 2025

a Ascensão dos Partidos de Direita

Também em Portugal o cenário político está em plena transformação, com o CHEGA a emergir como uma força significativa. As próximas eleições poderão confirmar esta tendência e determinar a direção futura do país. É essencial observar como os partidos de direita, particularmente o CHEGA, continuarão a moldar as intenções de voto e a política nacional nos meses e anos que se aproximam..
De acordo com os dados mais recentes, e contrariando os comentadores do regime, o CHEGA tem mostrado recuperação nas intenções de voto. No último barómetro eleitoral da aximage, este partido passou de 17,3% para 18,6%, demonstrando um crescimento sólido e uma consolidação do seu apoio entre o eleitorado.
Um dos segmentos onde o CHEGA tem mostrado maior força é entre os eleitores mais jovens. Com 23,9% das intenções de voto neste grupo, o partido ultrapassa a AD, que possui 23,5%, e o PS, que está com 22,1%. Este resultado sugere uma mudança no padrão de votação dos jovens portugueses, que cada vez mais parecem inclinar-se para as políticas propostas pelo CHEGA.
Mas a influência do CHEGA também se faz sentir fortemente entre os eleitores de 35 a 49 anos. Neste grupo, o partido quase lidera com 25,5% das intenções de voto, ficando muito próximo do PS, que registra 26,1%. Esta proximidade nas intenções de voto indica que o CHEGA está a ganhar terreno e pode vir a ser um adversário ainda mais forte nas próximas eleições.
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Se as tendências atuais persistirem, a Assembleia da República poderá ver uma maioria de eleitos dos partidos de direita, o que representaria uma mudança significativa na governança do país. A ascensão do CHEGA, junto com outros partidos de direita, pode trazer novas discussões e políticas ao panorama legislativo português e uma maioria de direita na Assembleia da República pode influenciar diversos setores da política nacional, desde a economia até à educação e saúde. A abordagem das políticas sociais, fiscais e de imigração poderá ser ajustada conforme as novas prioridades dos partidos

sábado, 16 de março de 2024

um cravo em abril...

A pouco mais de um mês do cinquentenário do 25 de Abril, a democracia portuguesa mostrou a sua maturidade com a maior descida da abstenção de há décadas e a afluência às urnas de um eleitorado jovem, que, com elevado sentido cívico e vontade de participação democrática, saiu à rua para votar.

No entanto, os comentadores e as forças vivas (e mortas) do regime, que começaram a noite eleitoral a saudar esta mudança (“O povo português é sábio e responde prontamente quando sente que a democracia está em perigo”), acabaram por ter de dar ao (afinal não tão sábio) povo uma lição de democracia:
“É importante que haja mais gente a votar, mas … dependendo do objectivo desse voto”; ou “Eu percebo que o nosso instinto quando vemos a abstenção baixar seja de nos congratularmos do ponto de vista cívico e democrático, mas tudo depende dos partidos que representarem essa queda da abstenção. É arriscado dizermos que a abstenção cair é bom sem sabermos quem foi o maior contribuinte para ela baixar.” (Sic)
Era, de facto, arriscado dizer que era bom, quando já havia indícios de que o maior contribuinte para a queda da abstenção e para o voto jovem pudesse ser um partido “anti-democrático”. O PCP? O Bloco de Esquerda? O Livre? O PAN? Não: os animais propriamente ditos, os Untermensch, os grunhos, os “deploráveis” do Chega, aqueles com quem a Esquerda já tinha dito que ninguém na Esquerda e muito menos na Direita podia falar; os que, liderados pelo único demagogo da política portuguesa, tinham conseguido ludibriar o povo com falsas promessas. Com os barões da democracia parlamentar em pé de guerra perante o engrossar do grupo de sem-maneiras, de pé-descalços, de pobretanas, de iletrados, de novos-ricos da política, enfim perante um grupo fresquinho de “fascistas” (PSD e CDS podiam, por escassos momentos, folgar as costas enquanto o pau ia e vinha em costa alheia), quase nos esquecemos que estas eleições antecipadas foram geradas por uma crise política.

quarta-feira, 6 de março de 2024

nunca fiz esta Pergunta!

Na mão deste ‘novo’ PnS estarão seguras as nossas pensões, salários, poupanças, a nossa saúde, educação e justiça ou vamos dizer-lhe: chega de chico-espertismo?

Em 2011, foram as contas estão certas. O PS disse sempre que reduziram o défice em níveis históricos na democracia, mas quando chegaram os credores internacionais a Portugal descobriram dívida escondida por debaixo do tapete. Estávamos a ser pioneiros no esquema agora “condenado” na Alemanha pelo Tribunal Constitucional alemão.

Nos últimos 8 anos, o “brilharete” do défice, a que o PS chamou “contas certas”, foi alcançado à custa dos escondidos impostos indiretos e da inflação. Esperemos pelo veredito do Tribunal de Contas.

Na saúde, a narrativa de Costa, e agora de Pedro Nuno Santos, é que foram feitas reformas, mas ao longo destes 8 anos o que temos assistido é à falência absoluta do SNS, com o descontrolo total nas urgências e os portugueses a serem obrigados a recorrer ao privado porque não têm as cunhas do PS.

Na habitação, que esteve sob a responsabilidade direta de Pedro Nuno, o que têm para apresentar são rendas e prestações de juros elevadíssimos e mais sem-abrigo.

Na educação, já prometem a recuperação total dos salários dos professores quando nos últimos 8 anos se recusaram a fazê-lo, com Costa a ameaçar demitir-se se tal fosse por diante!

Na TAP, Pedro Nuno fala em lucros, mas o que os contribuintes veem é 5 mil milhões dos seus impostos injetados neste “Novo Banco”. Isto depois de uma gestão desastrosa que incluiu uma indemnização de 500 mil euros autorizada pelo esquecido Pedro Nuno, por Whatsapp.

O novo aeroporto é mais um tema que este ‘novo’ PS do ‘fazedor’ Pedro Nuno se dispõe a resolver com grande rapidez! Já anunciou que será Alcochete, ainda que a Procuradoria Geral da República tenha confirmado que membros nomeados pela Comissão Técnica Independente que decidiu essa localização estejam sob investigação, e que essa opção possa custar uns milhões a mais aos contribuintes.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Campeonato Nacional de Partidos às Eleições 6

Pela mão de Inês André Figueiredo e Rita Penela, fiqueia a saber que o Tavares deu um "zero" a Ventura1 Pela máo do Rui Tavares fiqueia saber que o "programa eleitoral” do Partido Chega trata de 
Cidades; interior; universidade; mar; ambiente; constituição; presidencial; Parlamento; Assembleia; deputado; poluição; língua portuguesa e violência

 doméstica”