Mostrar mensagens com a etiqueta jorgesilvacarvalho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta jorgesilvacarvalho. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 25 de maio de 2012

jornalistas -espiões- politicos e... “faits divers”

SMS’s trocados entre o agora chamado ex-adjunto de Miguel Relvas e o ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa, Silva Carvalho, terão estado na origem da demissão de Adelino Cunha.
Entre outras, uma das mensagens indicia o envolvimento de Cunha na divulgação de que um envelope, sem remetente que tinha sido recebido pelo deputado do PS Sérgio Sousa Pinto, contendo uma cópia dos registos telefónicos do ex-jornalista do Público. publico

Adelino Cunha, é tratado, na imprensa que temos, por adjunto do ministro e não como jornalista. Estranho, considerando que os factos remontam a 8 de Setembro de 2011, altura que não estava no gabinete de Relvas e era editor de politica nacional do prestigiado Jornal de Noticias..
Também em lado algum se lê ou ouve referir a “promiscuidade” entre “jornalistas e espiões”... uma extensão que é tão licita quanto a que se faz entre “politicos e espiões”.
...e este “faits divers” está servir para esconder o quê?

sexta-feira, 29 de julho de 2011

nem o Sabão Clarim lhes lava a ignorância…

ouviu-se na RTP
Jorge Silva Carvalho, ex-director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa, transmitiu informações ao grupo Ongoing, para o qual foi contratado após ter saído dos serviços de informação, com autorização do então primeiro-ministro, José Sócrates, em Novembro de 2010, noticia edição do jornal Público de hoje. rtp 

leu-se no Publico
De acordo com a notícia do Expresso, Silva Carvalho teria passado informações à Ongoing sobre dois empresários russos pouco antes de apresentar a demissão do SIED, e, já com o processo de exoneração em curso, terá ainda facultado dados sobre metais estratégicos.
Ontem, ao Diário de Notícias, o antigo espião admitiu ter enviado informações ao grupo de Nuno Vasconcelos, embora não tenha precisado os assuntos. Assegurou, porém, que "tudo foi feito dentro da lei, registado, documentado, com autorização superior". E garantiu que a transmissão não violou o dever de sigilo ou o segredo de Estado. público 

e no Diário de Noticias
De acordo com o jornal "Público", a lei determina que Silva Carvalho não podia ter violado o dever de sigilo, sob pena de ser condenado a três anos de prisão. Mas o "espião" estava legalmente autorizado a passar informações desde que tivesse autorização do primeiro-ministro, algo que, de acordo com o "Público", foi feito com autorização de José Sócrates, na altura dos factos primeiro-ministro. dn 

apesar de ser notícia tipo “pescadinha de rabo-na-boca” tudo parece confirmar que as noticias sobre os serviços de inteligência nacionais são a imagem-espelho do estado a que chegou o país:
a ignorância das diferenças entre SIED-SIS é total, isto é, ninguém sabe nada de nada e todos falam e escrevem daquilo que não sabem!