Mostrar mensagens com a etiqueta QREN. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta QREN. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

juros a acrescentar à divida...


O PSI20 fechou a recuar 0,47% para 5.223,00 pontos, na terceira sessão consecutiva de quedas.
Prosseguem as discussões com a Comissão Europeia sobre a pretensão do Governo português em baixar a taxa de IRC para as empresas que pretendam fazer novos investimentos no país.
O Governo vai alterar as regras de acesso aos programas de micro crédito, alargando os apoios a projectos de microempresas, cooperativas ou instituições sociais que empreguem até nove trabalhadores.
Portugal continuará a considerar "inaceitável" uma proposta de orçamento comunitário para 2014-2020 que não contemple um aumento das verbas destinadas ao desenvolvimento rural.
O preço médio do abastecimento de água aumentou, em média, 3,3 % por ano, entre 2003 e 2011.
O número de casais com ambos os cônjuges desempregados quase duplicou em Outubro face a igual mês de 2011 e já atinge os 10.495 casais.
Estão abolidas as exigências de garantias bancárias às empresas, que vigoraram durante os últimos seis anos, no Quadro de Referência Estratégica Nacional.
O Fundo Monetário Internacional considera que as condições dos empréstimos a Portugal já são "muito favoráveis", em termos de taxas de juro e maturidade.
A Comissão Europeia aprovou hoje os planos de reestruturação das quatro entidades bancárias espanholas nacionalizadas que obrigará a uma redução da dimensão destas entidades em mais de 60%.
O Fundo Monetário Internacional antecipa dois anos consecutivos de recessão em Espanha devido a uma queda acentuada da procura interna. A taxa de desemprego deverá superar os 25% em 2013

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Juros a acrescentar ao empréstimo...


O Psi20 fechou a perder 1,26%, para os 5305.17 pontos.
Os custos unitários do trabalho em Portugal vão baixar todos os anos entre 2010 e 2014.
Segundo as previsões económicas da Comissão Europeia os salários reais dos portugueses vão voltar a aumentar 0,6% em 2013, depois de uma queda de 5,1% este ano.
O número de novos funcionários públicos reformados cai 7,6% em 2012 para 18.534 pessoas.
As remunerações na Função Pública serão este ano inferiores a 10% do PIB pela primeira vez desde 1987.
O Governo aceita exclusão do PS e assumirá responsabilidade de cortar 4 mil milhões.
Os activos dos bancos portugueses são três vezes superiores ao PIB, avança um estudo europeu.
A Comissão Europeia prevê que a economia portuguesa volte a encolher 1% em 2013, mas comece a recuperar a partir do segundo trimestre, e que o desemprego atinja uma taxa recorde de 16,4% no próximo ano.
As medidas de apoio à contratação a desempregados com mais de 45 anos e a criação de estágios para casais desempregados com filhos deverão entrar em vigor em Janeiro.
A venda da área da Saúde da Caixa Geral de Depósitos ao grupo brasileiro Amil está quase concluída.
A proposta do Governo para a reformulação do QREN, aceite pelas instituições europeias, aprovou 1.301 projectos de investimento na última semana, no valor conjunto de 542 milhões de euros. O QREN irá afectar daquela verba cerca de 3.700 milhões de euros para o sector nacional da construção e do imobiliário.
Os encargos líquidos com PPP rodoviárias em 2013 vão reduzir-se em 44% face ao inicialmente previsto.
O presidente do Banco Central Europeu avisou hoje que os efeitos da crise da dívida da Zona Euro "chegaram à economia alemã".
Os mercados norte-americanos estão hoje a negociar em baixa, depois da reeleição do candidato democrata.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

juros a acrescentar ao empréstimo..."mercados" voltam a atacar a Espanha e a Itália!

O Psi20 fechou a perder 1,71% para os 4.569,04 pontos.
Os Fundos de pensões portugueses ganharam,  em Julho, 1,4%.
Portugal lidera, no âmbito da execução do QREN, com 50,8%, um valor muito acima da média europeia de 33,8%.
As Obrigações do Tesouro de Portugal a 10 anos, registam uma ligeira queda para os 10,989%.
O conselho de ministros aprovou a operação de reprivatização da TAP, mantendo o perfil de "companhia de bandeira".
A agência Fitch baixou o 'rating' da EDP para BBB- devido à instabilidade regulatória e ao perfil de crédito da empresa.

O Tesouro espanhol pagou 6,647% nas Obrigações de Tesouro a 10 anos.
O Banco Central Europeu "pressiona" Espanha para pedir ajuda ao Fundo Euro de Estabilidade Financeira.
O Banco Central Europeu decidiu manter a taxa "réfi" nos 0,75%.

quarta-feira, 7 de março de 2012

o QREN dos esquecidos...

A J Seguro anunciou no debate quinzenal,  e pouco depois em declarações aos jornalistas, que pedirá um agendamento potestativo para forçar um debate sobre a aplicação dos fundos estruturais, acusando o Governo de ter paralisado a economia e de estar envolvido em questões internas.
"Exijo que os fundos comunitários sejam colocados à disposição das empresas, para que possam investir e dinamizar a economia. Há meses que exijo isso", frisou. PMF / Lusa 

Seguro devia estar de férias quando Pinto de Sousa há pouco mais de um ano, em  31 de Janeiro de 2011, apresentou aos nossos representantes no Parlamento, oito medidas destinadas a fazer cumprir “a meta "ambiciosa" de execução dos fundos do QREN dos 23% de 2010 para para uns 40% em 2011. Logo à cabeça vinha a recriação de de 50 mil estágios para jovens apresentada como “protecção social”. Estranhei porque o mesmo fora apresentado, pelo mesmo, com pompa e circunstancia, no final do ano de 2010... embora, na altura, alcunhada de "agenda para a competitividade e modernização da economia". Depois, numa réplica à dupla Mendonça&Campos, seguiu-se o anuncio dos 780 milhões de euros para os “novos concursos no âmbito dos Sistemas de Incentivos” que o Silva da Economia já tinha anunciado, no prestar de contas do QREN de 2010, como meta para 2011. E assim, com mais seis medidas, foi seguindo o espectáculo, tv-rádio difundido, no semi-coliseu que leva o nome do santo Patrono da Europa ... Só que das oito medidas destinadas a fazer cumprir “a meta "ambiciosa", quatro eram velhas e as restantes pouco novas. As mesmas que hoje são queridas pelo Coelho, Gaspar e Álvaro que ao tempo nem de férias estavam. 

Isto é, nem aqueles que ao tempo tinhamos “eleito” para fingir que eram oposição e hoje são governo, deram pela má reprise do ao tempo partido do governo e hoje da oposição e, por isso, uns e outros, estão a repetir-nos, em pigue-pongue, a dose de um QREN que vai continuar paralisado porque não temos verba para pagar a comparticipação nacional de 20%... e a тройка sabe-o melhor que ninguém.
Seguro e Coelho cada qual a seu modo vão-nos tratando com papas e bolos...

terça-feira, 6 de março de 2012

a pulémica do tiro ao Álvaro

Não percebi, ou não quis perceber, o que é que puliticos e jurnalistas queriam com a pulémica do tiro ao Álvaro. Penso até que nenhum se deu ao trabalho de se dicionar sobre o real significado da palavra!

“polémico” era quem mandava no QREN, quem assinava os cheques do dito ou, pior, cochichava-se a incapacidade do emigrante em conhecer o país real e estar a gerir uma hiper-organização do estado e, como em todas as controvérsias da aldeia, não se sabia nem fundamento, nem origem mas era politicamente correcto alimentá-la com o ar douto de que sabe tudo acerca do assunto. 

Poucos comentadeiros referiram que neste que quadro que acaba já em 2013, por falta comparticipação nacional, desde 2007 que tem estado quase parado e que para recebermos os 5800M de euros europeus teremos que desembolsar mais de 1000 milhões, isto é, quase 300 euros por contribuinte…

Não gosto deste governo, um pouco menos que do que passou, mas quando olho para ala RGA de S. Bento, com as inúmeras solicitações de comissões paralamentarmos, ecoando na comunicação que temos quase que me apetece dizer como o outro: “deixem-nos trabalhar!” 

Já agora quando é que se faz uma auditoria séria ao que foi, e como foram, gastos, as verbas que recebemos deste, que é o ultimo, quadro comunitário de apoio?

Que pena não sermos islandeses, em vez de gregos!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

ajudas comunitárias após 2014

Portugal deverá continuar a receber após 2014 um nível idêntico ao actual de dinheiros de Bruxelas para apoio ao desenvolvimento do país, segundo a proposta da Comissão Europeia que vai ser publicada ainda hoje.
A Comissão Europeia avança ainda a possibilidade de a taxa de co-financiamento comunitário em fundos estruturais e de coesão ser aumentada "de cinco a 10 pontos percentuais" de forma a aliviar o esforço dos orçamentos nacionais, numa altura de aperto na maior parte dos Estados-membros.
Haverá assim a possibilidade de concentrar o mesmo dinheiro de Bruxelas em menos projectos de investimento com um esforço menor para o orçamento nacional. Lusa/Fim

Uma boa noticia para Assunção Cristas, a Ministra QREN…

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

reChamem o Pinho pró Parlamento

Tal como milhões de portugueses não me dei ao trabalho de ver a “sessão de propaganda” que regularmente decorre na “assembleia da república”, desta feita numa sexta Feira. No final do dia, e na manhã seguinte, todos os órgãos comunicantes reproduziam a propaganda com maiores ou menores manchetes e nenhum micro, pequeno ou médio comunicante tinha feito uma pequena pesquisa para verificar a qualidade da “banha-da-cobra” vendida. Pinto de Sousa apresentara aos nossos representantes oito medidas destinadas a fazer cumprir “a meta "ambiciosa" de execução dos fundos do QREN dos 23% de 2010 para para uns 40% em 2011. Lembrei-me que era um dos temas preferidos por Portas nos seus ataques ao nosso primeiro e resolvi ver o que haveria de novidades. Logo à cabeça vinha a recriação de de 50 mil estágios para jovens apresentada como “protecção social”. Estranhei porque o mesmo fora apresentado, pelo mesmo, com pompa e circunstancia, no final do ano que passou... embora, na altura, alcunhada de "agenda para a competitividade e modernização da economia" Depois, numa réplica à dupla Mendonça & Campos, seguiu-se o anuncio dos 780 milhões de euros para os “novos concursos no âmbito dos Sistemas de Incentivos” que o Silva da Economia já tinha anunciado, no prestar de contas do QREN de 2010, como meta para 2011. E assim, com mais seis medidas, foi seguindo o espectáculo, tv-rádio difundido, do semi-coliseu que leva o nome do santo Patrono da Europa ... Só que das oito medidas destinadas a fazer cumprir “a meta "ambiciosa", quatro eram velhas e as restantes pouco novas. Nem aqueles que nós “elegemos” para fingir que são oposição, que você caro leitor elegeu, deram pela má reprise. Talvez por isso começe a pensar que afinal o Pinho não dirigiu os cornos ao Bernardino, fê-lo para nós: os eleitores...

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

uma má noticia... antes da boa!

a Má
"Não estamos satisfeitos com esta taxa de execução, mas ela é transversal a toda a Europa. Não há um atraso evidente de Portugal neste domínio", garante Teresa Almeida, a presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, apesar da aplicação dos fundos ter ficado abaixo dos desejáveis 20 por cento.
Mas a srª presidenta diz estar "tranquila" com a taxa de execução dos fundos comunitários disponíveis situada nos 15,6 por cento... O Programa Operacional Regional (POR) de Lisboa, termina em 2013, isto é, acabam-se os fundos que a UE nos concede. Em 2009, a taxa de execução era de cinco por cento e motivou uma violenta troca de palavras entre Pinto de Sousa e Paulo Portas que o havia questionado na AR sobre a baixa taxa de execução dos Programas Comunitários.
Ficamos agora a saber que dos 307 milhões de euros programados, foram realmente investidos apenas 48 milhões, a sua maioria nos projectos de requalificação da rede escolar.
Isto é, lá iremos, como de costume devolver a massa que foi cedida para o nosso desenvolvimento. Uma má noticia
a Boa O número de inscritos nos centros de emprego diminuiu em Novembro.
Optimista, o secretário de Estado, Valter Lemos, considera positiva a redução para menos de 550 mil do número de desempregados inscritos nos centos de emprego, apesar de reconhecer que ainda são elevados. Bom! Entre tanta coisa má, uma pequena diminuição dos desempregados é uma boa noticia.
O que não se percebe é a razão porque o desemprego não diminui se um grupo de deputados socialistas, onde se incluía o líder Francisco Assis, foi confrontado com queixas de empresários sobre a falta de mão-de-obra disponível para trabalhar na indústria do sector do calçado. Aconteceu em Felgueiras, durante uma visita à fábrica "Souto" - uma empresa que exporta toda a sua produção, sobretudo para o centro e norte da Europa. tsf

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Nunca a economia portuguesa precisou tanto de vocês

"Nunca a economia portuguesa precisou tanto de vocês como agora"… Não. Não foi Paulo Portas que largou esta “admirável” frase. De resto quando o líder do CDS/PP o dizia, Pinto de Sousa, admirável e verdadeiro politico, viria a público, cercado de tv’s e pmj's, garantir que não, isso não era verdade, porque o que precisávamos era de grandes obras e empresas. Lenta e propagandisticamente, o nosso blair, clamou-a perante um enorme grupo de empresários ao mesmo tempo que revelava que "tentámos simplificar o QREN para tudo quanto foi possível, e tanto quanto permitem as regras comunitárias, que em termos de burocracia pedem meças a todos os países". Esse QREN de milhões que andámos a desperdiçar... Isto é, o nosso ainda primeiro, vem agora repetir aquilo que Portas andou a dizer nestes últimos anos e que era insofismável para a maioria dos poucos portugueses pensante.
Claro que o país precisa dos empresários, dos pequenos e médios, que foram abafados durante estes tempos a que este governo nos levou ao apoiar apenas grandes companhias e empresários de revista cor-de-rosa. Pergunto-me se não será altura dos apelidados "pequenos partidos" registarem comercialmente as suas ideias e cobrarem royalties aos De Sousa’s que primeiro as negam e depois os repetem.

sábado, 10 de outubro de 2009

...e o resto é paisagem?

A mudança do regulamento dos fundos comunitários feita pelo Governo durante a campanha eleitoral permite usar verbas destinadas às regiões mais pobres para financiar os gestores dos programas, em Lisboa. Em causa estão dois dos três programas negociados com Bruxelas para desenvolver as regiões mais pobres, chamadas de convergência. O Programa Operacional do Potencial Humano, sediado na Av. Infante Santo, em Lisboa; e o Programa Operacional dos Factores de Competitividade, cuja sede fica na R. Rodrigues Sampaio, também na capital. Fonseca Ferreira, Comissão de Coordenação de Lisboa, que deixou o cargo para se candidatar à Câmara de Palmela, classificou de positiva a transferência de verbas para a capital, que "tem sido altamente prejudicada", e de "extemporânea" a queixa da Junta Metropolitana do Porto, porque o Porto "não vai perder fundos". JN
ao que parece Portugal é Lisboa e o resto é... paisagem!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

os apoios QREN em campanha!

«Todos nós sabemos que nas campanhas eleitorais por vezes se cometem pequenos excessos», o que não é o caso, porque as declarações de Paulo Rangel são uma «absoluta falsidade» e uma «difamação», disse Francisco Nunes Correia em conferência de imprensa. Acrescentou que «os empresários, as câmaras municipais e os outros promotores sabem» que o Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) está a decorrer com «toda a normalidade» e dizer que 95 por cento dos fundos europeus estão retidos em Bruxelas por falta de aprovação dos procedimentos de certificação e controlo «é mentira», “esta percentagem não tem qualquer verosimilhança com os números reais. Portugal tem vindo a receber os adiantamentos previstos e em terceiro os procedimentos de conformidade continuam a ser tratados com Bruxelas» Contudo, admitiu que a Comissão Europeia solicitou esclarecimentos adicionais em relação aos procedimentos de conformidade, mas que lhe foi apresentado um calendário e que isso não está a pôr em causa a execução dos fundos comunitários. Rangel tinha afirmado que Portugal só pode gastar os cinco por cento do QREN adiantados pela União Europeia, não podendo aplicar os restantes 95 por cento porque o sistema de gestão e controlo que apresentou em Bruxelas foi rejeitado. Mas seria interessante se N. Correia dedicasse menos tempo á leitura recomendada pelos seus muitos assessores e mais a isto