Mostrar mensagens com a etiqueta jeronimodesousa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta jeronimodesousa. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 8 de outubro de 2021
sábado, 18 de setembro de 2021
segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
Iliteracia Politica: Marx, Lenine, Estaline, Trotsky: a sorte de estarem mortos!
Havia, não sei se ainda há, uma deputada do PCP que desconhecia por completo a existência do Gulag. Interrogada a propósito, explicou que nunca estudara ou lera nada sobre o assunto. Sobre os presos políticos na China, confessou que não dominava “a fundo essa situação de modo a dar uma opinião séria e fundamentada”. Se tivessem continuado a questionar a senhora acerca de cada maravilha marxista, suspeito que a senhora teria continuado a professar ignorância acerca de todas, o que sugere que, para se ser comunista, ajuda não se fazer a mínima ideia do que é o comunismo.
Mas tamanho analfabetismo, deficiência cognitiva ou o que quiserem sugere também outras coisas. Lembrei-me da lendária entrevista à deputada Rita Rato (decerto um pseudónimo), ao ler, no Observador, a recente entrevista a Catarina Martins, líder do Bloco de Esquerda. Diz dona Catarina que no BE não se encontram sequer vestígios dos totalitarismos, das perseguições e do ódio normalmente associados à extrema-esquerda. Como não ousaria presumir que dona Catarina é mentirosa, deduzo que é portentosamente distraída: a julgar pelas atitudes das suas figuras ou através dos regimes que as suas figuras veneram e dos regimes que as suas figuras execram, o BE alimenta-se quase em exclusivo dos totalitarismos, das perseguições e do ódio. O BE, portanto, é de extrema-esquerda e a respectiva chefe não sabe.
Em Portugal, os profissionais da política ocupam tanto tempo a falar da importância da educação alheia que nunca arranjaram vagar para cuidar da própria. É provável que a dona Rita tenha reduzido a sua aprendizagem à leitura do “Avante!”, das obras completas de Alice Vieira e dos livros da Anita (“Anita Vai a uma Sessão de Esclarecimento” e “Anita Não Vai Procurar Emprego no Sector Privado” são clássicos óbvios). E a dona Catarina já afirmou que prefere cirurgiões especializados nos Monty Python do que formados em Medicina.
isto é:
Em lugar de organizarem “universidades” de Verão, as cúpulas partidárias fariam melhor em enfiar-se o ano inteiro numa. Ou pelo menos em explicações de português, no caso do dr. Costa.
(in “Onde vais Rio que eu canto” por Alberto Gonçalves)
segunda-feira, 6 de março de 2017
O cerco vai apertar-se…
…para já em torno daqueles que ainda
detêm poder suficiente para questionar a verdade oficial
.
Já vimos isto no passado quando os
mesmos protagonistas montaram um cerco ao então PGR, Souto Moura.
Onde antes estava a Justiça está
agora o controlo das entidades que devem supervisionar as finanças públicas e a
nossa articulação com o BCE.
Nada disto espanta a quem se
interessa pelas tácticas de Lenine mas o que não deixa de irritar é como um
século depois esta forma de conquista do poder e de captura das instituições
continua aí triunfante, sempre em nome de mais justiça, mais liberdade, mais
transparência… enquanto se vai fazendo precisamente o contrário.
2 de Março:
- "Milagre
este ano em Portugal só vamos celebrar um que é o de Fátima para os crentes,
como é o meu caso, tudo o resto não é milagre. Saiu do pêlo e do trabalho dos
portugueses desde 2011/2012"- - Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da Republica
- "O
Governo não faz milagres. Nós fazemos bem o nosso trabalho. Quem fez previsões
é que cometeu um monumental falhanço". António Costa, presidente do conselho.
3 de Março:
- “O Conselho de Finanças Públicas deverá fazer uma reflexão
profunda sobre a forma como tem feito previsões e não pode funcionar como um
organismo que cria pânico e cria desconfiança na execução orçamental, não
contribuindo até para a execução orçamental. E isso é um elemento a rever”
– Eurico Brilhante Dias,
deputado PS.
- “Milagre é Teodora Cardoso ainda ter salário e ocupar o lugar
que ocupa” – Miguel
Tiago, deputado do PCP.
5 de Março:
- “O governo deve iniciar um processo com base em falha grave para
substituir o governador” do Banco de Portugal” – Catarina Martins, dirigente do BE.
- O
governador do Banco de Portugal “não tem condições” para exercer as funções e o
BdP não pode ser “uma sucursal do Banco Central Europeu” – Jerónimo de Sousa, dirigente do PCP.
Passámos claramente para outra fase,
as máscaras estão a cair. Já não há qualquer preocupação em disfarçar.
O facto de nunca se ter desmontado a
superioridade moral do socialismo-estatismo ainda mais reforça essa táctica: a
qualquer dia, a qualquer momento, a qualquer hora somos convocados em nome da
pátria a não perguntar nada sobre a CGD e a gritar por causa das offshores ou
dos serviços prestados por privados na saúde.
O cerco vai apertar-se para já em
torno daqueles que ainda detêm poder suficiente para questionar a verdade
oficial sobre a nossa situação económico-financeira e, o que ainda é mais
importante, ocupam cargos que podem colocar em Bruxelas essa verdade oficial em
causa. (in Finanças
Públicas, “Operação Cerco”
por Helena Matos)
domingo, 10 de abril de 2016
para memória futura
O presidente do conselho da
geringonça defende que os recados de Draghi no Conselho de Estado não se
aplicam ao país. Sobre a reestruturação da dívida, Costa afirma que o Governo
não defende essa solução.
enquanto
a Catarina assegurou que o partido
nunca procurará "pretextos para fragilizar um acordo de maioria", mas
avisou que não desiste do "passo essencial" que é "acabar com a
austeridade".
e
O secretário-geral do PCP
classificou como "inadmissíveis e de inaceitável ingerência" as
declarações do presidente do Banco Central Europeu sobre a situação económica e
financeira europeia.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
planos para todos os gostos...
A proposta de Orçamento do Estado
para 2013 está entregue, mas esse não será o único plano do Governo para o
próximo ano. Segundo a Comissão Europeia, Gaspar tem um mês para apresentar à
troika um novo pacote de medidas de corte na despesa, uma espécie de
"plano B" que terá de estar pronto a ser colocado no terreno em 2013,
caso se comece a registar uma nova derrapagem no cumprimento da meta de défice
orçamental, escreve o 'Jornal de Negócios'.
"Quanto a mim, faz todo o
sentido haver um Plano B mas este devia ser um Plano A. Este Orçamento, ao apostar
muito na receita fiscal, que é menos controlável que a despesa, isso é verdade
nas famílias, nas empresas e nos Estados", afirma Cantiga Esteves no Dinheiro
Vivo.
O Louçã afirma que "a
ocultação" ao país de "um plano B" do Orçamento do Estado
representa "falta de transparência e obscuridade democrática" e uma
intenção do Governo de cortar mais salários e pensões. "É a isso que o
Governo chama despesa e é aí que pensa cortar", noticia a Ana
Meireles / Lusa
Para o secretário-geral do PCP não há
"plano B ou plano C" que resolva os problemas orçamentais
portugueses, reiterando que só a "rutura" com a política do Governo e
com a 'troika' da ajuda externa é solução, lê-se no Dinheiro Vivo | Lusa
Na Praça do Brasil já preparam o comentário
ao “Plano D” para rebater as seis importante medidas da reportagem da SIC repetidamente
lançada em sucessivos noticiarios...
quinta-feira, 5 de julho de 2012
ia tudo bem até vir o TC baralhar tudo!
Miguel Frasquilho, economista, vice-presidente do grupo parlamentar do PSD , defendeu que a 'troika' devia flexibilizar os prazos do ajustamento financeiro de Portugal, concedendo mais dois anos para o cumprimento das metas fixadas e financiamento adicional. i online
Eduardo Catroga, o economista que liderou em nome do PSD as conversações com a troika, em entrevista à Renascença, defende que a União Europeia e o FMI devem dar mais tempo a Portugal, porque, nas actuais circunstâncias, é muito difícil cumprir o défi ce para este ano e vai mais longe e considera que não deve ser o Governo a pedir a renegociação, lembrando que foi o Executivo socialista a fornecer “dados imperfeitos” sobre as contas nacionais. A troika acreditou e, por isso, tem de ser ela a corrigir a metas. rr
Vitor Gaspar, economista, ministro de Estado e das Finanças, escusou-se hoje a comentar as declarações do vice-presidente do PSD Miguel Frasquilho: "Não farei aqui em Pequim nenhum comentário sobre o debate interno português", disse Vitor Gaspar, que se encontrava acompanhado pelo ministro de Estado e dos negócios estrangeiros de Portugal, Paulo Portas. i online
Vítor Constâncio, o ex-governador do Banco de Portugal e actual vice do Banco Central Europeu, considera que “estão reunidas todas as condições para que Portugal cumpra o programa”, salientando que este é um objectivo “muito importante”. Até porque, acrescentou Constâncio, Portugal não pode “estragar” a imagem de “bom aluno” que criou junto das autoridades internacionais e dos mercados. “O país é visto como estando na direcção certa e esse deve continuar a ser o caso”. público
Teresa Ter-Minassian, a economista que liderou o resgate do FMI ao país em 1983, afirma que “Não se fala muito de Portugal nos mercados e isso é muito bom hoje em dia”, acrescentando que “o que diferencia Portugal de outros países é o facto de estar a cumprir rigorosamente os compromissos assumidos no programa de ajustamento”. Ter uma “imagem de coerência ao nível das políticas económicas é muito importante para dar confiança aos mercados”, frisou. público
Carlos Zorrinho, prof. de gestão de informação, líder parlamentar do PS, defendeu hoje que o Governo deve assumir "o mal que fez ao país" ao não prolongar o prazo para as metas do défice e que isso teria evitado medidas tão duras e acusou o Governo PSD /CDS-PP de chegar sucessivamente "atrasado" aos momentos decisivos e sublinhou que os socialistas "há muito tempo que consideram que o ajustamento, "para ser forte e não destruir a economia, precisava de mais um ano". "Isso não quebrava em nada a confiança internacional e teria impedido que o país chegasse às circunstâncias em que agora se encontra", advogou Zorrinho. i online
Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP , afirma que pedir mais tempo para o ajustamento financeiro à 'troika' poderá adiar os problemas do país, mas não os resolve, defendendo que a solução passa por "interromper" a actual política. "Podemos adiar o problema mas não resolvê-lo. A questão do défice das contas públicas continuará a degradar-se sem uma componente que consideramos fundamental: nós precisamos de criar riqueza, de criar receita, de crescimento, de desenvolvimento, de aumentar a nossa capacidade produtiva como resposta ao problema do défice", afirmou Sousa. i online
Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP, afirmou que o alargamento do prazo para Portugal poder cumprir com os objetivos da ‘troika’ é uma “proposta de cartola” que reflete “a falência das políticas” do governo.“Os mesmos que estavam contra a renegociação dos prazos são aqueles que agora apresentam propostas de cartola, que surgem à última da hora, e que mais não visam assumir, na prática, a falência das políticas”, disse à agência Lusa o dirigente sindical Carlos. i online
O Tribunal Constitucional declarou hoje, por falta de equidade entre funcionários públicos e trabalhadores do privado, a inconstitucionalidade da suspensão do pagamento dos subsídios de férias ou de Natal a funcionários públicos ou aposentados, mas determinam que os efeitos desta decisão não tenham efeitos para este ano. SMA
Amanhã veremos a reacção dos “mercados”.
Mais tarde saberemos se haverá dinheiro para pagar a funcionários públicos, reformados e pensionistas...
domingo, 12 de fevereiro de 2012
apenas desinformação?
Arménio Carlos, o novo secretário-geral da Inter-Sindical, na “maior manifestação dos últimos 32 anos, segundo alguns marqueteiros e Jerónimo de Sousa, relembrou o episódio polémico, divulgado por alguns pmmj, que marcou a semana: “Não aceitamos e sentimo-nos envergonhados com a atitude de subserviência do nosso ministro das Finanças perante o Ministro alemão. Há que defender os interesses nacionais”.
Claro que o Carlos, usando a melhor das técnicas da Desinformação, usa apenas parte da verdade da acção. Isto é, apela ao nosso inconsciente nacionalista ou patriótico (envergonhados, subserviência, nosso, defender, etc.) e omite a razão (o ministro alemão na cadeira de rodas). Note-se que se apresentasse a realidade poderia criar nos leitores sentimentos de emoção/comoção (coitado do aleijadinho…) que iriam estragar o efeito pretendido.
Não deixa o Arménio Carlos de reflectir aquilo que muitos de nós, cada vez mais conscientemente, pensamos da política alemã em relação à Europa e ao nosso País, em especial os mais velhos, que se lembram da reconstrução germânica do pós-guerra e do esforço económico de todos os europeus aquando da ainda muito incompleta reunificação, Oeste-Leste, pós queda do “muro de Berlim”
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
nem os comunistas se entendem...
Jerónimo de Sousa, o secretário-geral do PCP admitiu, sábado passado, que se a Assembleia da República funcionar normalmente no dia de Carnaval, os deputados comunistas vão trabalhar. tsf
mas
Bernardino Soares, o líder parlamentar do PCP , escreveu a Assunção Esteves a «propor» que haja tolerância de ponto no Carnaval na Assembleia da República, que tem autonomia para organizar os seus trabalhos, indo «ao encontro da importância» que os portugueses dão à data. Agência Financeira
sexta-feira, 6 de maio de 2011
sábado, 30 de outubro de 2010
Orçamento...a pior tromba-d'água em Lisboa em 13 anos
O secretário-geral do PCP que lembrou as «resmas de papel que se gastou» e os «quilómetros de fita nas filmagens nas coberturas televisivas, na rádio», bem como o «drama e o duelo de cuspo que travaram para fazerem aquilo que já sabíamos».
Helena Pinto assinalou as «medidas drásticas para a vida dos portugueses e portuguesas» deste Orçamento, que «vai criar nova recessão, mais dificuldades para o povo português». «Provavelmente, daqui a uns meses estaremos a discutir quais as medidas necessárias para fazer frente à crise», acrescentou a parlamentar do Bloco de Esquerda.
O CDS-PP considerou ter havido «demasiado folclore e menos autenticidade» à volta da negociação do Orçamento de Estado. "Sempre disse que achava que o Orçamento seria pelo PS e pelo PSD também mantenho o resto. A questão está em saber se este orçamento é bom ou pelo menos razoável», afirmou Paulo Portas.
...e já me esquecia do titulo do post:
Lojas alagadas, ruas fechadas pela força da água e uma manhã de trânsito infernal no Centro e Norte do País. Em meia hora caíram 34 litros de água por metro quadrado.A chuva causou “pequenas infiltrações” no hemiciclo e durante o debate desta manhã no plenário foram visíveis gotas caindo junto ao deputado Francisco Louçã, provenientes da clarabóia que encima a sala do hemiciclo.
Catroga e Santos lá assinaram o "acordo" e, desta vez, o primeiro não ficou "a secar" (pudera! com o Parlamento a meter água!).
domingo, 13 de dezembro de 2009
assim vamos em alta velocidade
António Mendonça, ministro das obras do governo, a propósito da anunciada a adjudicação da concessão do troço Poceirão-Caia, ao agrupamento ELOS- Ligações de Alta Velocidade, integrado na ligação ferroviária de alta velocidade entre Lisboa e Madrid que será iniciada em 2010, devendo entrar ao serviço em 2013, de acordo com o calendário definido pelo Governo - a experiencia ensina-nos que a “derrapagem é inevitável e cara -, debitou:
«Eu acho que o TGV é precisamente a resposta à crise, porque temos de separar aquela crise que é a manifestação da crise internacional, das dificuldades mais amplas, que são de natureza estrutural e que têm a ver com a perda de competitividade do país». Sol
Aníbal Cavaco Silva, o presidente, evitou hoje pronunciar-se sobre a decisão do Governo de adjudicar o primeiro troço da linha de alta velocidade que servirá apenas as ligações á Espanha, já que a bitola entre carris não permitirá a ligação á Europa.
Á sua maneira lá foi leccionando jornalistas e jovens do Roteiro da Juventude:
“Nem tão pouco o TGV consegue esconder os benefícios que eu aponto ao trabalho feito pelos jovens portugueses em matéria de iniciativa e de inovação que tive oportunidade de revelar nos últimos dias e isto não quero que seja interpretado como uma avaliação custo/benefício do TGV, assunto sobre o qual eu já falei noutras ocasiões”.
Depois, talvez porque se sentiu politicamente pouco correcto, preferiu chamar a atenção para as iniciativas dos jovens em matéria de inovação e criatividade e frisou que os benefícios que decorrem da iniciativa dos jovens são mais importantes para o futuro do país do que propriamente o TGV e, segredou aos OCS’s de serviço:
“Espero que não ponham no ar essa matéria [TGV] porque as outras são muito mais importantes porque têm a ver com o Portugal no futuro”. Público
Fernando Augusto Morais, também presidente, mas da Associação Nacional de Pequenas e Médias Empresas, classificou hoje o projecto do TGV como um "mega sacrifício nacional", que não tem "retorno a curto ou médio prazo" e que "condiciona a sustentabilidade" do país e que "serve apenas os interesses da economia espanhola"..
"É oneroso e ridículo pensar que o TGV fará o milagre de nos tornarmos competitivos, de travarmos as falências e o crescimento da taxa de desemprego". i
Manuel Moura, ex-presidente da Rede de Alta Velocidade, do Governo de António Guterres, afirma que o projecto deste Governo é um «erro histórico», que vai sair caro à economia portuguesa. reVisões
A Oposição maioritária divide-se.
Paulo Portas, presidente do CDS-PP, refere que «Há dois milhões de postos de trabalho que dependem das PME» e defendeu que o Governo devia orientar a política económica para ajudar as pequenas e média empresas em vez de avançar com «três grandes obras».
«Três grandes obras ao mesmo tempo, TGV, novo aeroporto e terceira ponte sobre o Tejo, arriscam-se a consumir o crédito que está disponível e que já não é muito», além disso «tiram folga para que a viragem da política económica para quem precisa dela, as pequenas e médias empresas, que são 90 por cento das empresas de Portugal e representam 80 por cento do emprego», acrescentou.
Jerónimo de Sousa, Secretario-Geral do antigo partido do actual ministro, avançou com uma posição de defesa do investimento no projecto de Alta Velocidade, conjugando-o, no entanto, com uma aposta na modernização da rede ferroviária nacional. «A Alta Velocidade é um investimento fundamental, Portugal não se pode isolar da Europa», disse aos jornalistas, no final de um almoço-convívio com militantes comunistas na Figueira da Foz.
No entanto defende, e bem, como medidas de fundo, a valorização do caminho-de-ferro nacional e a necessidade da sua modernização. «Ainda estamos a tempo de valorizar a nossa linha férrea nacional, sem prejuízo desse investimento que nos liga à Europa numa perspectiva de desenvolvimento», frisou. diário-tvi24
O PSD, sem presidente, depois da campanha eleitoral e do parecer da Profª Manuela Ferreira Leite, deixou de se referir ao assunto. (A teoria da conspiração dirá que é por causa de uns “lugaritos” a distribuir na gestão dos TGV...).
Afinal quem tem razão?
Se existisse a possibilidade de responsabilizar, no futuro, os promotores de projectos que atentassem contra os interesses nacionais “outro galo cantaria”. Mas por cá vamos aprendendo que os políticos devem ser inimputáveis além de irresponsáveis...
terça-feira, 15 de setembro de 2009
'A minha alma está parva'
Em entrevista à Antena 1, o candidato por Castelo Branco, admitia dialogar com todos os partidos à esquerda.
"Jerónimo de Sousa coloca travões à alta velocidade reagindo à mesma rádio: 'A minha alma está parva... o estado de necessidade em que se encontra José Sócrates'.
E talvez porque a necessidade aguça o engenho, Jerónimo desconfia que a atitude de José Sócrates seja 'fingida', tendo em conta a 'arrogância, o autoritarismo e o autoconvencimento, durante os últimos quatro anos e meio, particularmente nos debates quinzenais'.
Considera o secretário-geral dos comunistas que o 'fingimento' só se transformará em autenticidade, 'se a CDU reforçar a sua influência no parlamento'. Caso para dizer que, nesta campanha, tudo é aproveitado para croquetes." Expresso
esta expressão, caida em desuso no século XXI, mostra como a linguagem simples e popular de JS consegue manter o PCP no clube dos grandes. As pessoas entendem-no e... as pessoas votam
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Obrigado Jerónimo! Obrigado Portas!
Ao que parece não só os dois se conseguiram entender, como demonstraram que muita coisa liga dois partidos com filosofias diferentes, mas objectivos iguais, num País que teima em suicidar-se.
Embora umbilicalmente ligado a uma Constituição caduca e, cada vez mais, menos aplicável, Jerónimo de Sousa, acaba a defender os mesmos objectivos de um Paulo Portas, teoricamente um liberal.
Parece-me que os dois acertaram no necessário:
Mais que ideologias, o País precisa de Objectivos;
Mais que maledicências do centrão, o País precisa de uma Politica de Identidade Nacional;
Mais do que distribuir tachos centrões o Pais precisa de ética.
Para quê perder mais tempo com PS’s, com ou sem D’s, como se de um qualquer campeonato futebolístico se tratasse? Afinal a encosta prás Antas e a Segunda Circular não estão neste “campeonato”.
Para quê tantos pequenos e micro jornalistas andarem a convencer-nos que só os pró pré-tachistas do Centrão nos podem conduzir a bom porto, quando sabemos dos contentores que destroem Alcântara ou das retretes com biblio-esgoto escondido atrás bidé?
Para quê politólogos (que f.p. de nome!), economólogos (eu sei que não existe... mas é bonita) e os outros adivinhos e cartomantes a xatearem-nos em tudo quanto é para vermos e ouvirmos?
Para quê tanta treta quando nos extremos se conseguem consensos?
Porque com eles, na ponta de uma qualquer esferográfica, talvez consigamos a democrática revolução que, um dia, quisemos e ainda não conseguimos.
Portas e Jerónimo: Parabéns por me terem dado uma forte lição do que é a Democracia quando o País está a Avançar... á beira do abismo.
domingo, 6 de setembro de 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)








