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sábado, 25 de novembro de 2023
História para os mais novos!
a importância do 25 de Novembro de 1975 para corrigir o 25 de Abril de 1974
sábado, 6 de outubro de 2018
para memória futura!
Contrariamente a cerca de 10 milhões
de portugueses, com as "elites" à cabeça, estou-me nas tintas para as
eleições brasileiras. Sei bem em que votaria, mas não sou nem brasileiro nem
"brasileiro".
Dito isto, registo que o João
Miguel Tavares regressou por instantes ao momento "Costa toma
conta dos meus filhos".
Nem os mais lúcidos dos poucos que se aproveitam
querem estar mal com as esquerdas.
Sempre uma pontezinha mais longe ou mais
perto. É a vida.
(por João Gonçalves no
FeiceBuque)
quinta-feira, 7 de junho de 2018
e um dia o "nacional" junta-se ao "socialismo" ou o regresso à ditadura do pensamento...
só quem não conhece a história dos
anos 30 do século passado é que não percebe que, após a censura à palavra e aos
costumes, vem a queima de livros seguida do “internamento” e do muito mais que
nos contaram e não contaram...
pelo meio talvez nos coloquem, ao peito, um "emblema"
.
“... esta pequena elite que
pratica o ultra-feminismo semântico não pode ser menosprezada, porque tem uma
influência significativa junto do poder político.
O clube de Isabel Moreira, da CIG,
das Capazes, mais respectivos amigos e amigas, tem uma presença parlamentar e
mediática de peso, e está sustentada numa poderosa moda internacional que passa
os dias em universidades e jornais a colocar cordões sanitários à volta do
vocabulário de cada um, com o mesmo desvelo com que a Santa Inquisição
escrutinava os sussurros dos cristãos-novos.” (in “e
as princesas viveram infelizes para sempre”por João Miguel Tavares)
quinta-feira, 29 de abril de 2010
perdeu o 3º recurso... quem os pagou?
Era a terceira vez que o primeiro-ministro recorria da decisão do Tribunal da Relação contra o colunista João Miguel Tavares por causa de um artigo de opinião com o título “Sócrates, o Cristo da política portuguesa”, em que o colunista comparava o primeiro-ministro à actriz porno italiana Cicciolina.
Para o primeiro-ministro as palavras de Tavares eram difamatórias.
Para o tribunal que avaliou a queixa são “exercício da liberdade de expressão”.
“Importa referir que o texto em causa é um mero artigo de opinião e não uma notícia ou uma crónica. Ou seja, é um texto no qual o seu autor apenas exprime uma opinião e como tal não está sujeito à regra da prova da verdade dos factos”… “Enquanto a existência de factos é possível de ser demonstrada, a verdade das opiniões não é susceptível de ser provada. A exigência da prova da verdade de uma opinião é impossível de cumprir e infringe a própria liberdade de expressão”, diz o acórdão da Relação”.
João Miguel Tavares era, na altura, colunista do Diário de Noticias, o jornal do “amigo Joaquim”.
Mesmo com "jaquins" a liberdade de expressão ainda funciona.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Foi arquivada a queixa contra João Miguel Tavares após deliberação de que o jornalista não ultrapassou os limites na crítica que fez a JS Pinto de Sousa, enquanto chefe do Governo, líder do PS e figura pública.
Recorde-se que era pedida uma indemnização de centenas de milhares de euros.
O Ministério Público considerou que:
«As expressões utilizadas pelo arguido João Miguel Tavares dirigidas ao primeiro-ministro, figura pública, ainda que acintosas e indelicadas, devem ser apreciadas no contexto e conjuntura em que foram publicadas, e inserem-se no direito à crítica, insusceptíveis de causar ofensa jurídica penalmente relevante». aqui
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