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segunda-feira, 22 de agosto de 2022

Serra da Estrela: Estado de Calamidade!

A Dra. Mariana Silva, que está Ministra da Presidência, anunciou que o Governo vai declarar o estado de calamidade na sequência do incêndio que afectou a Serra da Estrela.
assim :
“durante os próximos 15 dias, os diferentes organismos do Estado, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, em parceria com os municípios, farão o levantamento de todos de todos os danos, prejuízos e situações que têm de ser corrigidas“. Só nessa altura, o Governo vai aprovar o conjunto de medidas necessárias para responder a esta situação dramática que os habitantes da Serra da Estrela estão a viver.”
depois
lá para o dia de 9 Setembro (15+3 dias) será altura de se começar a perguntar se as contas estão feitas ou esperamos pelo “algoritmo da gaspar”

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

juros a acrescentar à divida...


O PSI20 fechou a subir 0,43% para 5.418,64 pontos.
Rendimento dos funcionários públicos sobe 223 euros e o dos privados cai 357 com o OE2013, em média, claro(?).
A publicidade na comunicação social desceu mais 90 milhões de euros este ano e vale agora  o mesmo que em 1997.
O FMI concluiu a quinta revisão do programa de assistência económico-financeira, com a aprovação do desembolso de mais uma tranche, no valor de 1500 milhões de euros.
O presidente do Banco Central Europeu defendeu hoje o programa de compra ilimitada de dívida pública de países da moeda única mais vulneráveis.

domingo, 8 de novembro de 2009

Sócrates "imita" Cavaco Silva do Governo minoritário... no DN

"Cavaco Silva rompeu o bloco central e ganhou as suas primeiras eleições em minoria. Sócrates propôs acordos a todos os partidos depois de perder a maioria absoluta e passou a ter de governar em minoria. " mais publicidade "plantada" para ler aqui A capacidade inventiva das agencias de publcidade governamental espanta-me, mesmo sabendo que é para isso que elas existem. A colagem que se pretende fazer deste governo minoritário ao de Cavaco Silva é óbvia e daquí se partirá para as "consequências" de um provável "chumbo". Tenta-se assim, ligando as duas situações, criar simultaneamente, nos politicos o medo de uma nova maioria absoluta e nos votantes a ideia que a culpa de uma possivel queda e dos maus resultados é das oposições. O texto do DN e, principalmente, a sua publicação num Domingo é típico de mensagens que as agências de informação querem passar. Contudo alguém se esqueceu de pequenos pormenores: Não existe PRD e os Votantes, cada vez mais jovens e bem preparados, têm em cima mais duas dezenas de anos de democracia. Pelo sim, pelo não, há que avisar a malta... e, se o texto do DN, não é aquilo que parece, ai vão as minhas desculpas.
Interessante será ler
Fontes sofisticadas de informação: análise do produto jornalístico político da imprensa nacional diária de 1995 a 2005, dissertação de mestrado de Fernando Vasco Moreira Ribeiro UP, uma versão pdf pode ser obtida aqui

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

maledicências...

As agencias de publicidade, também especializadas em gestão de carreiras, quase que se obrigam a “inventar” diariamente uma palavra nova que fornecem aos seus clientes, seja a Caneças, seja o Pinto de Sousa. Nestes últimos anos perdidos, quase cinco, já ouvimos repetir palavras ou frases como “jornalismo de sarjeta”, gente genuína, campanhas negras e muitas outras, saídas da mais recôndita pagina dos dicionários. Ao ler Paulo Tunhas do “Jamais” alertei-me para a mais actual: maledicência. Uma palavra antiga caída em desuso, penso que a ouvi pela ultima vez ás minhas avós, foi agora recuperada para uso e abuso de alguns escolhidos. Preparem-se acabou a “campanha negra”, chegou a “maledicencia”, até que os publicitários ao serviço lhe descubram outra. Para a contrariar sugiro: “mordacidade” ainda é menos conhecida e sobre ela Millôr Fernandes escreveu:
O último refúgio do oprimido é a ironia, e nenhum tirano, por mais violento que seja, escapa a ela. O tirano pode evitar uma fotografia, não pode impedir uma caricatura. A mordaça aumenta a mordacidade”.