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sábado, 21 de abril de 2018

o senhor que se segue é o Manuel Pinho?

(nos “mentideros da capital” diz-se que “mais não se seguiram” devido aos cargos que ainda ocupam...)
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Desta vez, é o chamado caso EDP, que investiga os benefícios de mais de 1,2 mil milhões de euros alegadamente concedidos à principal elétrica nacional por parte de Manuel Pinho, ex-ministro da Economia do Governo de José Sócrates.
Em causa estão pagamentos que totalizam 1.032.511, 86 de euros que terão sido realizados entre 18 de Outubro de 2006 e 20 de Junho 2012 por parte da Espírito Santo Enterprises  a uma nova sociedade offshore descoberta a Manuel Pinho, a “Tartaruga Foundation”, com sede no Panamá
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Para os magistrados, a explicação para os pagamentos é clara: 
“Beneficiar esses grupos empresariais [Banco Espírito Santo/Grupo Espírito Santo] e a EDP (do qual o BES era acionista) durante o tempo em que exerceu tais funções públicas” no Governo de José Sócrates.
Sendo que nesse período em que Manuel Pinho foi ministro da Economia a ES Enterprises transferiu um total de cerca de 508 mil euros por via de uma transferência mensal de valor exatamente igual: 14.963,94 euros.
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texto completo AQUI

terça-feira, 22 de março de 2011

a fugir da nau...

Os socialistas João Soares e Correia de Campos consideram que o Presidente da República deve intervir na situação política do país. TSF
Mário Soares sugere que o Presidente da República envie uma mensagem ao Parlamento ou chame os partidos a Belém porque estão em jogo superiores interesses nacionais. tsf
O Presidente do BES apela "ao bom-senso" e diz que Portugal precisa de um acordo entre o PS e PSD para sair da crise. dn
Mira Amaral defende eleições antecipadas e uma «grande» coligação pós-eleitoral entre PSD, PS e CDS-PP. Considera ainda que a crise vai além de 2013. tsf

...e quase todos defendem o governo "a três".
Erro! No minimo deve ser "a quatro" a não ser que queiram deixar a necessária oposição às esquerdas chiques e caviar.


quarta-feira, 13 de outubro de 2010

PPC recebe Banqueiros...

Os presidentes dos quatro maiores bancos portugueses chegaram à sede do PSD, em Lisboa, onde hoje vão ser recebidos por Passos Coelho. “Há que ter confiança no futuro”, disse aos jornalistas Ricardo Salgado, Fernando Ulrich, afirmou que esta reunião “é importante para esclarecer pontos de vista” sobre a actual conjuntura do país, Faria de Oliveira, CGD, e Santos Ferreira, do BCP, preferiam não prestar declarações à entrada para a reunião. O encontro realiza-se, segundo a Lusa, a pedido dos banqueiros que pretendem pressionar Pedro Passos Coelho a viabilizar o OE, para evitar dificuldades no crédito.
Percebo que os banqueiros estão "á rasca", como antigamente dizia o nosso bom povo. Eles que tantas vezes glorificaram o ainda primeiro-ministro nas numerosas daclarações que fizeram aos orgãos comunicantes. Compreendo que PPC, que andou por ai a falar demais, ao querer "meter o Rossio na Betesga", está num beco sem saida e até sou capaz de entender as razões que levarão o PPD/PSD/PPC a deixar permanecer Pinto de Sousa no desGoverno do País e a evitar que os seus próprios boys acompanhem os boys do PS na bicha dos Centros de Emprego. ...mas dificilmente irei entender que, viabilizado o Orçamento, os juros da Divida se mantenham tão elevados quanto hoje e que daí não se tirem as devidas conclusões.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

o princípio do fim do sistema de poder socratino ?

Ninguém atropelou os direitos legítimos e até compreensíveis de outros accionistas. O Estado limitou-se a não permitir que os seus interesses fossem desconsiderados e ignorados e afirmou-os no quadro dos estatutos da empresa que sempre foram reconhecidos por todos os accionistas. JSPinto de Sousa em Opinião no Economia do PUBLICO A 11 Abril, em entrevista ao «Diário de Notícias» e à TSF, Ricardo Salgado disse querer acreditar que o actual Governo, ainda que minoritário, conseguirá chegar ao fim do mandato. «Quero acreditar nisso, porque não é o momento de estarmos novamente com eleições. Não nos podemos esquecer de que as eleições legislativas anteriores foram há relativamente pouco tempo, seis meses, por aí. O Governo, o Partido Socialista, tem a legitimidade de ter ganho relativamente aos outros as eleições». Questionado se José Sócrates é também um «bom primeiro-ministro», o banqueiro respondeu: «Acho que sim». Ricardo Salgado ao agenciafinanceira Hoje, Ricardo Salgado justificou a decisão do banco em aprovar a oferta de 7,15 mil milhões de euros da Telefónica pela posição da Portugal Telecom na Vivo, com a tentativa de manter a independência da PT.“A insistência da Telefónica só poderia redundar numa OPA à PT. Nós gostaríamos de ver a PT independente”, afirmou em conferência de imprensa. “O BES esteve na primeira linha da aquisição da Vivo em 1998 e sempre considerámos um activo fundamental. Atitudes da Telefónica para adquirir os 50% que a PT tem na Vivo, como congelamento de dividendos e ameaças de OPA, são sinais claros de fim de uma parceria.” Ricardo Salgado ao i online Sócrates arrisca a vingança do BES, a revelação interna do negócio da PT/TVI, a viragem dos media Ongoing (leia-se BES) contra si, a passagem de apoios e serventes para o rival, na conhecida fuga dos ratos.
Poderá ainda haver um acordo entre Ricardo Salgado e José Sócrates, após esta zanga de compadres. Mas as coisas entre os dois nunca mais serão as mesmas. A cisão entre o poder político socratino e o poder financeiro dos Espírito Santo representa o princípio do fim do sistema de poder socratino: sem a perna da alta-finança, a trempe do poder socratino fica desequilibrada e instável, sujeita a cair. publicado por António Balbino Caldeira em 6/30/2010 no Do Portugal Profundo (ler mais em zanga dos compadres)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

conversa da treta...

tributação sobre bónus pode levar "gente muito valiosa" a abandonar Portugal RICARDO SALGADO Ora bem... devo estar velho! Antigamente quando eramos contratados para exercer determinada função o "mérito" que procuravamos era cumprir o nosso trabalho nele empenhando todas as nossas capacidades. Parece que agora é diferente: trabalhar bem é ter mérito (leia-se prémio, isto é, umas "massas" extra). O pior é que esta teoria de Novas Oportunidades tornou-se pandemia e nem os funcionários publicos estão vacinados. Pois bem, se a "gente muito valiosa" é isto, abandonem Portugal e sigam o caminho offshore que parecem conhecer bem.