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quinta-feira, 4 de abril de 2013

perCursos

Não sei se se trata de um processo ilegal, mas, seguramente, é-o eticamente comprometido!
Mais que tudo é um caso de chico-espertismo, ou talvez dois casos, se considerarmos o da própria instituição de ensino.
Se Relvas aproveitou um dos muitos “buracos” da legislação pós-Bolonha, a Universidade, a ele, o terá aproveitado para “diversificar” os apoios políticos até então principalmente ligados ao grupo do Pinto de Sousa e ao Sindicalismo.
Vários deputados eram, e são, professores ou dirigentes da Lusófona, como antes haviam sido outros mas do CDS. Relvas fornecer-lhe-ia a “ligação” ao PSD e não só!
Mais do que tudo fica em causa esta ligação da política ao ensino, como o é na banca e claro, nos órgãos da “opinião publicada”...
O caso Miguel Relvas tem uma vantagem: poderá obrigar a rever a legislação do ensino onde ao ensino de “três anos” chamaram licenciatura, seguida de um segundo ciclo promovido a “mestrado”... sem esquecer a entrada directa dos “novas oportunidades” no ensino superior!
Também seria interessante conhecer até que ponto o ensino superior, versão Bolonha, ao reduzir a carga lectiva em dois anos, foi responsável pelo quase instantâneo aumento do desemprego jovem! Mas esta é outra questão. Fica para mais tarde. José Lopo no Facebook

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

chamam-se de democratas!


 
"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você as dizer". Voltaire

mas eles saberão quem foi Voltaire?

segunda-feira, 16 de julho de 2012

em Borba "erames" mais...

Cerca de uma centena de pessoas estavam hoje concentradas em frente às escadarias da Assembleia da República pelas 19:00, hora marcada para o início de uma manifestação para exigir a demissão do ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, covocada pelo realizador do “José e da Pilar”.
"Ó Relvas põe-te a andar, ó Relvas vai estudar" ou "Não há equivalência para a decência" são algumas das palavras de ordem mais repetidas pelos manifestantes.
Cerca das 20:00 eram menos de 500 pessoas, apesar de apoiada por elementos da Plataforma 15 de Outubro, movimento que se associou à iniciativa teoricamente apartidária, exibindo uma tarja de grande dimensão com os rostos de Pedro Passos Coelho e de Paulo Portas, com a palavra "Fora!". 
A manifestação a exigir a demissão do ministro dos Assuntos Parlamentares foi convocada através da rede social Facebook, na segunda-feira passada, proposta pelo cineasta Miguel Gonçalves Mendes.
Tinham confirmado a sua presença via Facebook perto de quatro mil, ou 3000, ou apenas 2000 pessoas, dependendo da fonte comunicante. Tinham sido convidadas para o evento 49.871.
No Porto, na Praça da Batalha, às 19:30, estavam cerca de 20 manifestantes, que ostentavam cartazes a exigir "Relvas para a Rua", entre outras mensagens com o mesmo teor.  dn 
Mesmo sem “feiçebuque” os alentejanos de Borba eram, em percentagem, muitos mais que os lisboentes aparecidos em S.Bento.

domingo, 15 de julho de 2012

“Relvas para a rua” a 37 graus de temperatura...

"Isto não é nem uma manifestação partidária, nem contra a crise, nem contra a 'troika', nem contra o poder político, nem contra o estado miserável em que o mundo está",
"O objetivo é apelar à demissão do ministro Miguel Relvas e exigir dignidade aos órgãos que nos representam. Exatamente por isso é que foi marcada para a Assembleia da República", esclareceu à agência Lusa o Miguel Gonçalves Mendes, 34, realizador de cinema.
Mais de três mil pessoas confirmaram até hoje, no Facebook, a sua presença na manifestação convocada para segunda-feira, frente ao Parlamento, para exigir a demissão do ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas.
Tendo em conta a adesão demonstrada, foram, entretanto, convocadas manifestações idênticas para o Porto e Coimbra e Faro, embora ainda sujeita a confirmação. RRA(PMC). Lusa

Independentemente das razões que levam ao repúdio da actuação do ministro Relvas, no governo e na sociedade, é estranho que em democracia se queira nomear ou demitir ministrosna rua”... mas, esta gente, ministro incluido, sabe lá o que é democracia!

sábado, 7 de julho de 2012

desta vez os vaiantes foram aos jogos

Mafra, 07 Jun (Lusa) - A cerimónia de abertura da VIII edição dos jogos da Comunidade Portuguesa de Língua Portuguesa (CPLP), em Mafra, ficou hoje marcada por vaias ao ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, durante todo o seu breve discurso.
Os apupos vindos da assistência, composta por milhares de pessoas, tornaram-se tão audíveis que terão obrigado Miguel Relvas a encurtar o seu discurso, que durou cerca de um minuto.
Os protestos começaram logo que a organização chamou o ministro-asdjunto Miguel Relvas para intervir. FYS. 
O jornalista gastou 57% a escrever sobre os vaiantes e apenas 43% sobre a cerimónia.

Esta lusitana descoberta da “vaia tuga” já devia ter sido internacionalmente patenteada e franchisada... pelo menos recebiam-se umas royalties que davam jeito para ajudar “pagar a divida”.

ps: estas manifs, vaias e similares tem sido "levadas a brincar” quer pelos organizadores, facilitadores e imbecis úteis, quer pelos jornalistas que fazem o favor ou o frete de as comunicar e pelos leitores ou espectadores que lhes "acham graça". Parece que nem nos cursinhos NO ou "bolonha" ensinaram os perigos que advêm da impossibilidade de controlar pequenas “multidões” – bem mais difícil que controlar as grandes – correndo todos o risco de, mais cedo ou mais tarde, delas perderem o controlo e alguma acabar mal!
Obviamente não descarto a possibilidade de os nossos especialistas em agitprop estarem a treinar e a treinar-se, repetindo, ou recomeçando, o “trabalho” iniciado no Verão de 1975 e interrompido em Novembro daquele ano...
e mais não digo, porque para bom entendedor...

sábado, 10 de março de 2012

e diz o inteligente...

As manutenções de salários permitidas pelo Governo para os trabalhadores da TAP e da Caixa Geral de Depósitos não são excepções mas sim adaptações

...se não são versos da “Opera do Malandro” do Chico devem ser da “Tourada” do Ary, porque os burros somos nós!



sábado, 18 de fevereiro de 2012

o Primeiro-Secretário

Miguel Relvas vai “presidir”, isto é, coordenar a Comissão Interministerial de Criação de Emprego e Formação Jovem, que integra 12 secretários de Estado.
Aquela Comissão "compromete-se a apresentar medidas concretas para combater o desemprego jovem" e "enquadrar as políticas de juventude de uma forma global e articulada".

Este Conselho de Secretários parece ser a resposta a Durão Barroso que “enviou uma carta”, aos líderes do Governo dos países mais afectados pelo desemprego jovem, a defender a necessidade de "redobrar esforços para incentivar o crescimento e combater o problema do desemprego dos jovens".
No início de Março, realiza-se o Conselho Europeu onde serão apresentados os programas nacionais.

Relvas, que recebe Segunda-Feira os parceiros sociais, tem agora a possibilidade de por à prova as suas reconhecidas capacidades de gestor e demonstrar, à má-língua tuga, que é mais que a sombra do outro primeiro.

Entretanto ficamos à espera da criação do outro conselho de secretários, ou melhor, de ministros, que apresente medidas concretas para combater o desemprego júnior e sénior, porque, para bom entendedor, emprego não é trabalho…

sexta-feira, 11 de março de 2011

apertem os cintos, vem ai mais “tango” e PEC IV

O ministro das Finanças anunciou hoje o reforço das medidas de consolidação orçamental ainda em 2011, como «medida de precaução» para assegurar um ajustamento aproximado de 0,8%. «Iremos reforçar as medidas de contenção da despesa que estão a ser implementadas em 2011, no sentido de nos proporcionar uma margem de segurança adicional, que nos garanta de uma forma mais forte o objectivo do défice de 4,6 por cento este ano”, afirmou Teixeira dos Santos que as pretende prolongar para 2012 e 2013 cortando custos na ordem dos 2,4 por cento do PIB na despesa e 1,3 por cento de aumento da receita. Compreendem o congelamento do IAS (Indexante dos Apoios Sociais) e a suspensão da aplicação de regras de indexação de pensões (congelamento das pensões), a uma contribuição especial aplicável a todas as pensões. tsf Confrontado com as snunciadas medidas adicionais de austeridade, Miguel Relvas, o secretário-geral do PSD, deu nota positiva ao Governo, reafirmou que o maior partido da oposição é sempre parte da solução e não do problema, mas remeteu qualquer posição em concreto para depois do Conselho Europeu, "para já apenas lamentou que esta balança de sacrifícios caia sempre para o mesmo lado..." tsf A direcção da bancada do PSD, por sms, pediu aos deputados para manterem o silêncio perante o novo pacote de medidas de austeridade anunciado pelo ministro das Finanças. tsf CDS, BE e PCP criticam as eventuais novas medidas de austeridade que, como é hábito, o PSD, auto-denominado "maior partido da oposição" irá viabilizar...

terça-feira, 1 de março de 2011

A resposta do PPD/PSD foi dada à Terça-Feira

Miguel Relvas, o secretário-geral do PSD, afirmou em conferência de imprensa na sede do partido, no final de uma reunião da comissão política de Passos Coelho que «admitir agora a necessidade de medidas de austeridade adicionais constitui, ao mesmo tempo, uma prova do desleixo do Governo e da sua falta de rigor». E, porque era Terça-Feira, foi tudo! As outras oposições não precisaram de comissão politica para definir as suas oposições aos "ditos" do Pinto de Sousa. Responderam de imediato! Claro que todos sabemos que das oposições, apenas a da comissão politica poderá vir a ser governo com o apoio dos tugas da fátima, do futebol e do fado que os anestesia! Vai ter que nos servir. É pena!
Alberto João Jardim, que não precisa de comissão politica, afirma que "uma moção de censura já devia ter sido apresentada e, daí, a sua discordância com a Direcção Nacional". Isto é, com ele, "este Governo já não estava lá há alguns meses, mas isto é à maneira portuguesa, de ir adiando as coisas, o país há já alguns meses está num estado que não pode andar, com remendos...". mas não é com ele!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

dupond e dupont III

"Vamos apresentar um projecto de resolução, sem demagogia, em relação aos vencimentos dos gestores públicos", afirmou Miguel Relvas, acrescentando que a proposta do PSD inclui a "avaliação do serviço público, contratos de gestão por objectivos e a avaliação de resultados efectivos". Para os "mais esquecidos" recordo que o PPD/PSD/PPC votou, com os seus aliados do PS, contra a Proposta de Lei do CDS-PP que limitava os salários dos gestores de empresas públicas ao vencimento do Presidente da República. Outras propostas, no mesmo sentido, do BE e do PCP foram rejeitadas pelo Bloco Central. Agora aparecem com uma Projecto de Resolução sabendo que os tansos que ainda os apoiam não sabem que as Resoluções não vinculam... porque são apenas recomendações ao Governo que poderá, ou não, cumprir.
Parece a escola do nosso primeiro formou discípulos onde menos se poderia esperar!

sábado, 12 de fevereiro de 2011

indecisão do PSD prejudica Portugal?

os "outros" Pedro Silva Pereira avisa que «cada dia que passa é um dia em que o PSD está a sinalizar que admite ser liderado pela irresponsabilidade do BE». Augusto Santos Silva, entende que «cada dia que passa sem uma resposta clara a essa questão é um dia em que o interesse do país fica prejudicado». António Vitorino defende que as forças políticas devem clarificar «rapidamente» a sua posição sobre a moção de censura. os "eles" Miguel Relvas considera que as «maiorias e moções têm de ser maiorias sociais». Guilherme Silva lembra a atitude de hostilidade em relação à Madeira. Paulo Rangel diz que se deve deixar porta aberta a apoio a moção de censura. e os "mercados"

segunda-feira, 5 de julho de 2010

"O PS está só e isolado" ... alguém está a gozar comigo!

Antecipando a intervenção que fará, no Refeitório dos Frades do Palácio de S. Bento, em Lisboa, Assis frisou que "Nesta época de crise económica e social, há a tentação de pôr em causa algumas das conquistas do Estado social, sobretudo em áreas fundamentais como a Educação e a Saúde, e é nesse sentido que vai a proposta do PSD", é esse "o grande combate contra a direita que há hoje a travar: impedir a destruição do Estado Social e de conquistas civilizacionais como a igualdade de oportunidades" rematou. Público
"As jornadas parlamentares do PS simbolizam o isolamento político e social do Governo e do PS, na medida que não participam na mesma elementos da sociedade civil nem vozes livres e independentes", afirmou Miguel Relvas ao Económico . "O facto de centrarem as críticas nas nossas propostas mostra que se invertem os papéis, já que no passado recente o PS acusava-nos de não termos ideias ou propostas para Portugal". "O PS está só e isolado contra os portugueses", afirma Miguel Relvas no Económico Isto é tão novidade quanto foi o desapoio que os accionistas portugueses deram ao ainda governo na PT-Telefonica. Parecia-me seguro que no Bloco Central ainda se tangava e agora Relvas e Assis vem comunicar que dançam sozinhos... Que o governo é o pior de sempre, aceito, que este PSD não o melhor, também
Mas que aceitem ser bi-cornos em tão diminuto tempo, causa-me estranheza.
Afinal que é que eles querem enganar?

sábado, 26 de junho de 2010

o Canto da Sereia...

Não há eleições à vista mas o PSD já dá como certo que, mais cedo ou mais tarde, irá liderar o Governo. "E, quando isso acontecer, mesmo com maioria absoluta, contamos com o CDS e com o dr. Paulo Portas", afirmou ao PÚBLICO o secretário-geral do partido, Miguel Relvas. no público
um pequeno segredo: Relvas recebeu recentemente um "verdadeiro" estudo de opinião, bem diferente da "sondagem" divulgada pela agência de propaganda que nos está a "vender" o Dr. PPC. xiuuuuuu!

terça-feira, 22 de junho de 2010

afinal não se fez negócio...

O secretário-geral do PPD/PSD, desmentiu quaisquer negociações com o Governo relativamente à introdução das portagens ou do seu método de cobrança e sublinhou que a introdução de portagens nas Scut não pode “ter um carácter regional, mas sim nacional”, defendendo a aplicação do princípio da universalidade. mais aqui»» mas
O DN desta terça-feira avança que o Governo e o PSD estão a negociar uma solução que impeça que os sociais-democratas votem a favor da revogação da lei dos chips, de maneira a que a cobrança de portagens nas SCUT comece mesmo a 1 de Julho. A medida consta do PEC2, aprovada com o apoio do PSD, mas têm sido várias as vozes dentro do partido laranja a oporem-se a ela, entre as quais Rui Rio. No entanto, segundo aquele diário, o entendimento estará mesmo prestes a acontecer. diario
Então de onde é que partiu a noticia? Foram os jornalistas que inventaram a "negociação"? Ou estaremos em presença de uma "guerra" entre agencias de propaganda que levou o DN a publicar isto?
Tudo leva a crer que lá para 9 de Julho teremos mais Discursos do Tango...

quarta-feira, 19 de maio de 2010

o menor “impacto recessivo”

O primeiro-ministro na entrevista à RTP, afirmou,que recusou aprovar medidas que considerou, erradas, por exemplo, sobre cortes no 13.º mês, «não seguimos esse modelo, porque era errado e muitos o sugeriram». Negou que tenha tentado amarrar o PSD às medidas de austeridade, afirmou que não precisa de ajuda para governar Portugal e considerou que a redução dos salários dos políticos proposta pelo PSD pode contribuir para enfraquecer a democracia e também Reafirmou que mantém «o mesmo cenário macroeconómico» para 2010, considerando que a «pequena quebra» no desemprego constitui «um momento de viragem». sol À direita e á esquerda teceram-se os habituais comentários que, cada vez mais, se aproximam dos do cidadão comum pagante, que não é boy, nem espera receber nenhum lugarzito em empresa publica. Já o candidato presidencial do BE, que espera ser o do PS, aproveitou o oportunidade para afirmar que o primeiro-ministro surgiu «em forma e convicto» salientando que a actual situação do país exige a «responsabilidade de todos». Mas, estranhamente ou talvez não, o porta-voz do PSD seu par de dança, considerou que o presidente do conselho, na entrevista que deu á televisão do governo, mostrou ser um primeiro-ministro que ainda não aprendeu a lição, porque, .segundo Relvas, «o Governo vai ter de corrigir a sua política», incluindo no que respeita à rede ferroviária de alta velocidade (TGV) e à terceira ponte sobre o Tejo, e «vai ter de cortar na despesa» ainda mais. Aguardo as cenas do próximo capitulo em que tudo quanto foi ouvido será esquecido, alterado e desdito... Já agora alguém sabe o que quer dizer “impacto recessivo”?