sábado, 31 de julho de 2010

acabem com os "chumbos"...fiquem só as reprovações.

Numa entrevista publicada hoje no “Expresso”, a ministra da Educação Isabel Alçada diz que a fórmula do chumbo “não tem contribuído para a qualidade do sistema”.
A Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação mostrou-se hoje preocupada com a intenção da ministra da tutela de acabar com os chumbos dos alunos, considerando-a “avulsa” e uma “acção de merchandisig”. publico A ideia de acabar com os chumbos não é nova nos Governos de Pinto de Sousa. Já a anterior ministra Maria Rodrigues defendia esta medida e chegou mesmo a ser chamada ao Parlamento pelo CDS-PP para explicar a posição do Ministério da Educação. tsf Hoje o novo PSD considerou hoje "grave", "errado", embora "não surpreendente", a intenção do Governo de acabar com os chumbos no ensino e avisa que envidará esforços em sede parlamentar para impedir a medida de avançar. expresso O avô que preside á Confap, Albino Pinto de Almeida, entende que “Isto é a maior reforma que pode ser anunciada em educação no nosso país, porque implica um outro conceito de escola. Uma escola que dá condições de trabalho aos professores e aos alunos para que as retenções sejam eliminadas.” i online Alçada tem razão. A intoxicação por chumbo é uma perturbação crónica, os sintomas apresentam-se periodicamente e podem provocar deficiência intelectual nas crianças que, quando adultos poderão ser ministros e o risco de apresentarem sintomas por intoxicação aumenta à medida que aumentam os valores dos chumbos. Nos adultos, será o caso, pode manifestar-se uma característica que é a modificação da personalidade. Claro que alguns sintomas podem diminuir espontaneamente caso se interrompa a exposição aos chumbos, piorando novamente se esta recomeçar, embora duvide que alguém queira sair da FLA. Mas, o fim da exposição não elimina os riscos de lesão cerebral, sendo necessário um prolongado tratamento, o que aconselho vivamente aos veigas, rodrigues e almeidas.
Contudo, se isso lhes dá alguma felicidade, acabem com a modernice jornalística "dos chumbos", e deixem ficar as velhas reprovações…

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Freeport: Trapalhadas

O processo Freeport, apesar de concluído pelo Ministério Público, pode ser reaberto, admite a directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, Cândida Almeida. publico O Procurador-geral da República considera que não há motivo para que a investigação do caso Freeport seja reaberta, apesar de ter mandado instaurar um inquérito para esclarecer todas as questões processuais e deontológicas. sol

estamos ricos!

Os resultados operacionais das empresas públicas subiram 62,6 por cento em 2009 para 631 milhões de euros, tendo o Estado recebido 573 milhões de euros em dividendos, revela o relatório sobre o Sector Empresarial do Estado. isto é, Os prejuízos passaram dos mil milhões para os 378 milhões de euros, o que, de acordo com o Ministério das Finanças, reflecte uma melhoria do desempenho operacional e financeiro. isto ajudou: O Ministério da Saúde vendeu a uma empresa do Estado, em 2009, quatro hospitais por mais de cem milhões de euros, dos quais perto de 75 milhões foram aplicados como aumento de capital de 18 hospitais Entidades Públicas Empresariais. publico
mas se fosse agora:
A Caixa Geral de Depósitos registou no primeiro semestre uma quebra de lucros superior a 50 por cento, para 105,3 milhões de euros, prejudicada pela redução na margem financeira, no que o banco diz ser o apoio à economia portuguesa. diariodigital

atrás do líder… do PP

10.12.2008 Paulo Portas, visitou a Santa Casa da Misericórdia do Barreiro e realçou o papel das Misericórdias na actualidade “que às vezes fazem verdadeiros milagres para conseguir prestar socorro social às pessoas e estão a ter obviamente mais procura porque há maior pobreza”, sublinhou. 25.08.2009 São estas instituições que tornam o país mais justo, ou menos injusto, muito mais do que muitas vezes o centralismo do estado” disse Paulo Portas, na Santa Casa da Misericórdia de Aldeia Galega da Merceana, e afirmou também “Vi aqui uma enorme conjugação de boa vontade competência e eficácia, o que é muito bom para se conseguir atingir bons resultados do ponto de vista social”. 30.07.2010 "Porque é que o Governo português acha que é melhor gastar no rendimento mínimo do que investir na relação com as misericórdias, que chegam a quem é pobre e que lhe podem fazer em 13 hospitais mais operações, mais depressa a mais doentes, reduzindo as listas das esperas", questionou Paulo Portas. Demasiado pequenos para puderem ter ideias, no mínimo, deviam proceder ao seu registo comercial e depois cobrar, aos demasiado grandes, as royalties a que tem direito. Caso contrário sucede isto:
30.08.2010 Após um encontro com o presidente da União das Misericórdias, Pedro Passos Coelho frisou ainda que «não podemos permanecer na exiguidade de meios de financiamento com que cada vez mais o Estado se vai deparar». Passos Coelho entende que o «combate à pobreza e à inserção social» não pode depender apenas da intervenção pública, tendo que haver uma «multiplicação os meios de integração». copy paste

quinta-feira, 29 de julho de 2010

a maior crise de sempre...

O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público considera que o Ministério Público, devido aos últimos desenvolvimentos do caso Freeport e a outras situações, «atravessa, provavelmente, a sua maior crise de sempre». Afirmações que surgem no dia em que o jornal Público revelou que os procuradores titulares do caso Freeport quiseram ouvir o primeiro-ministro, mas que os prazos impostos pela hierarquia do Ministério Público para o fim do processo não permitiram que José Sócrates fosse interrogado. de imediato, O Procurador Geral da República decidiu ordenar a curto prazo a realização de um inquérito «para o integral esclarecimento de todas as questões de índole processual ou deontológica» que o processo Freeport possa suscitar. Mas afinal Pinto Monteiro impôs ou não prazos para se concluir o processo? Cinco ou seis anos não terão sido tempo mais que suficiente para ouvir Pinto de Sousa?
a maior crise de sempre? Tretas! Para os tótós engolirem...

quarta-feira, 28 de julho de 2010

vocês não têm vergonha?

“A defesa intransigente do interesse estratégico foi absolutamente essencial para que a PT pudesse fazer um excelente negócio.” e
«Valeu a pena ter resistido às pressões dos mercados financeiros e dos interesses mais imediatistas», referiu Pinto de Sousa acerca do negócio da Vivo, agora morto.
Acredito que os 350 milhões tenham sido suficientes para digerir o "sapo" e pagar ás publicitárias a propaganda que vão ter que fazer para convencer os tolos que não têm vergonha...

afirmação oportuna...

«Quando o processo da Vivo se iniciou, ele tornou-se possível porque houve um esforço conjunto de entrada naquele mercado. A PT sozinha não tinha conseguido fazer essa intervenção e a Telefónica não teria tido sucesso no Brasil sem a nossa ajuda». PPassos Coelho na UI Menendes Pelayo na Espanha

um excelente sentido de oportunidade no dia em que a Telefónica "comprou" a Vivo.

vocês não têm vergonha?

A Telefónica comunicou hoje ao mercado espanhol que alcançou um acordo de princípio para comprar a participação da PT na Vivo. O preço final da operação será de 7,5 mil milhões de euros, mais 350 milhões que a oferta aprovada na assembleia geral de accionistas de 30 de Junho. O negócio já conta com a aprovação do Governo.
Um destes dias um “animal feroz” entrou-me pela televisão adentro e informou-me que não ia deixar, os castelhanos comprarem e os tugas traidores venderem, a mais estratégica das nossas empresas. De imediato a corte de canhotos lhe traçou loas e só não cantaram a sua glória em opúsculos de vitém, porque, lá nas Novas Oportunidades, não aprenderam a versejar e no rossio já não se pratica português. Afinal o “animal feroz” não passava de um capado gato doméstico que queria era receber mais umas massitas no negócio. E, como tudo se vende, quaisquer 350M lhe compram a honra… É com curiosidade que aguardo a defesa que os “perês” e “oirantes” irão fazer, com o patrocínio do “espírito santo”, desta negociata. Vocês não têm vergonha? Eu tenho.

terça-feira, 27 de julho de 2010

já se joga na terceira divisão...

«É uma enorme hipocrisia política aquilo que o PSD e o seu líder estão fazer, recorrendo a uma chantagem sobre o Governo para garantir, num momento fundamental para o país, a estabilidade, exigindo a introdução de portagens na A23, A24 ou A25», afirmou José Junqueiro à Lusa e recordou que serviços públicos como o Metro Sul do Tejo ou Soflusa também dão prejuízo e são suportados pelos impostos de todos... Sol quando o ataque politico é feito pela terceira divisão tem menos graça...

desta já me safei, pá!