sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

sistema único no mundo.




A empresa tecnológica, Wit Software, de Coimbra vai lançar um sistema único no mundo das telecomunicações. É uma integração de vários serviços de telefone móvel, messaging e serviços de comunicação na internet, numa aplicação para computador, telemóvel, consola de jogos ou televisão.

De uma forma simples, introduz-se um telemóvel no computador, o que permite realizar em simultâneo, um conjunto de operações feitas no computador e no telemóvel, todas a partir de uma única aplicação no PC. Um sistema totalmente "Made in Portugal".Um trabalho com mais de dois anos de investigação e desenvolvimento e que incluiu testes na Alemanha e um lançamento comercial, em Portugal, para mais de cinco milhões de clientes.Um conjunto de soluções tecnológicas que engloba um servidor, que funciona como uma central de comunicação.Estão também disponíveis protótipos para demonstração, em ambiente real, com um aparelho inteligente e para a consola de jogos Nintendo. Um novo mundo de inovação tecnológica e com muitas vantagens, diz o engenheiro da Wit SoftwareEste sistema único no mundo das telecomunicações vai ser apresentado no evento de telecomunicações móveis mais relevante da Europa, entre os dias 11 e 14 de Fevereiro, em Barcelona. Pela primeira vez a nível mundial, uma empresa faz a integração de vários serviços de telefone móvel e de comunicação na internet. Não precisa de mudar de número de telefone e pode contactar com os amigos através de um PC e sempre ligado ao seu operador móvel.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Os Cinco Impérios de António Vieira


O conceito de “Quinto Império” não é uma invenção absoluta da mente do Padre António Vieira, que o elaboraria no papel, pela primeira vez numa nota manuscrita que haveria de ser anexada ao seu processo na Inquisição e que foi redigida em 1649, quinze anos antes da redacção da “História do Futuro”. É contudo certo que foi através deste padre jesuíta que a expressão “Quinto Império” veio a conhecer a luz do mundo, diversos autores referiam anteriormente a chegada eminente de um civilização de novo tipo, prenhe de promessas de paz e estabilidade que se estendesse por todo o Mundo.

O poeta romano Virgílio (Bucólicas, Poema IV) acreditava na vinda de uma criança que haveria de reinar como Deus num mundo de abundância. O poeta chegaria a identificar essa criança com o filho do imperador Augusto, mas quando a gravidez da imperatriz chegou ao termo e esta deu à luz uma menina, a profecia haveria de se revelar inconcreta, assim como a de Vieira que insistiria até ao último momento em identificar Dom João IV com o prometido “Imperador do Quinto Império”.

Antes de Virgílio, também o poeta grego Píndaro e o filósofo Platão acreditavam no regresso a um “Mundo de Ouro”, uma época ídilica em que todos os homens haveriam de viver em paz e harmonia. Provavelmente, a tese de Vírgilio há-de ter encontrado aqui a sua inspiração….

Mas até em Portugal, ainda antes da aparição de Vieira no século XVII, já corria em Portugal a corrente subterrânea de que para o país estaria reservado um papel diferente e supremo, tão cedo desde o misterioso “Milagre de Ourique” que estaria na base da fundação da nacionalidade e até na sua refundação aquando da chegada do Mestre de Aviz à realeza e que o cronista Fernão Lopes deixa transparecer quando na sua crónica escreve: “Da Sétima Idade que começou no tempo do Mestre (…) na qual se levantou outro mundo novo e nova geraçom de gentes”

Na Profecia de Daniel (II, 31-45), invocada na “História do Futuro” de António Vieira, o jesuíta apresenta a sua lista (e podemos dizer que esta é a lista “original”, uma vez que existem outras versões) dos Quatro Impérios a que sucederá o Quinto: Assírios (Ouro), Persas (Prata), Gregos (Bronze) e Romanos (barro e Ferro).

Em primeiro lugar, estranha-se a inclusão nesta lista do “Império dos Gregos”, porque efectivamente não houve nunca nenhum império grego na mais pura acepção da palavra… Os gregos da Antiguidade Clássica sempre foram demasiado desunidos, turbulentos e ciosos da independência das suas cidades-estado para formarem qualquer coisa semelhante a “Império Grego”, o que houve efectivamente foi um “Império Macedónico ou de Alexandre Magno” que não sobreviveu à morte do seu sonhador, e que sendo de língua grega e dominado fundamentalmente por cidadãos oriundos da península grega pode merecer tal designação com alguma propriedade. Vieira esclarece esta questão quando escreve: “dividiu-se em três reinos, do Egipto. da Macedónia, e da Ásia, em que se continuou com desigual fortuna e duração”. Sendo estes três reinos, o do Egipto Ptolomaico, o da Síria e Ásia dos Seleucidas e a Macedónia, que se separou das províncias orientais e sobreviveria até à conquista romana.

Umas últimas notas a propósito dos Cinco Impérios de Vieira:
a) Os quatro primeiros estão associados a metais, ou seja, a produtos da actividade metalúrgica humana, mas o quinto é o da Pedra, um material de origem natural que escapa ao fabrico humano… É como se Vieira quisesse dizer que todos os impérios universais anteriores tinham sido coisa humana, “fabricação do Homem”, mas que o Quinto haveria de ser diverso, verdadeiramente natural e original, além de superior aos quatro precedentes, porque haveria de derribar a estátua formada em diferentes partes pelas alegorias destes quatro impérios.

b) A deslocação do centro de poder de Oriente para Ocidente é evidente nesta lista de Vieira. À medida que os impérios dão lugar aos seus sucessores, o seu centro de gravidade desloca-se cada vez mais para Ocidente. Começa em Nínive, capital Assíria, mantem-se depois no Oriente, em Persepolis e desloca-se depois para a Grécia, Síria e Egipto e por fim para Roma. O Quinto Império esse, haverá de ser localizado no extremo europeu, nessa Finisterra de Pessoa chamada Portugal, o ponto mais ocidental do verdadeiro continente chamado Eurásia (onde o falso continente “Europa” não representa mais do que um apêndice).

c) A sucessão dos metais: Ouro, Prata, Bronze, Ferro e regresso ao Ouro (Quinto Império) invoca os mitos hindus que referem o ciclo Yuga, uma sucessão de quatro idades do mundo e um regresso ao “Mundo do Ouro” no final da passagem da roda do tempo. Este “mito do eterno retorno” (Mircea Eliade) está gravado na consciência colectiva de todos os povos de matriz indoeuropeia e trespassa todas as sociedades europeias modernas. Neste ponto, Vieira deixa transparecer esta influência e insere-se num quadro de pensamento indoeuropeu


in movv.org/2005/09/08/os-cinco-imperios-de-antonio-vieira/

Ano Vieirino

Designadas por Ano Vieirino, numa iniciativa da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa em Lisboa e da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, as comemorações terão a sua abertura oficial, num evento – Congresso Internacional - que ocupará todo o dia 6 de Fevereiro próximo, na Academia das Ciências de Lisboa.


O ano de 2008, será pois, ano de celebração do Jesuíta e da perpétua obra de uma figura ímpar da Cultura Portuguesa e Brasileira.Grande pensador do Quinto Império, Quinto, porque segundo ele - na interpretação de Agostinho da Silva - não haveria Sexto, já que, acreditava que os males de Portugal tinham a ver com o comando, logo, como o seu Quinto era católico e por maioria de razão o seu comando entregue a Deus, não poderia haver sexto. Assim ficou até hoje e nem Pessoa nem Agostinho o alteraram.Padre António Vieira, considerado um dos maiores prosadores da língua portuguesa, é um espírito complexo e vigoroso, paladino dos direitos humanos, patriota esforçado, utopista, visionário e politicamente realista. O padre António Vieira foi o sebastianista criador da ideia do Quinto Império, uma nova era sob a égide temporal de Portugal.Virtuoso da língua portuguesa, arrastava multidões com os seus dialécticos sermões, obras dramáticas e calculadas com exactidão para que provocassem as reacções desejadas no público. (1)

Espanta-nos desde logo a sua personalidade multifacetada: o insigne orador, que mereceu o título de “O Crisóstomo Português”; o conselheiro real e diplomata a quem D. João IV gabava a “lábia”; o missionário imbuído de profunda religiosidade, o “Payassu” (“Padre Grande”), como o alcunharam os Índios.Em todos os textos de feição visionária – sejam eles a História do Futuro, o Livro Anteprimeiro (prólogo explicativo daquela), as Esperanças de Portugal, a Clavis Prophetarum ou mesmo a Defesa Perante o Tribunal do Santo Ofício – se procura explicar o verdadeiro sentido das profecias de Bandarra, as quais, infalíveis em tantos pormenores, haviam também de o ser na consumação do Quinto Império: um império universal, totalizante, harmónico, onde coubessem todas as raças e todas as culturas, unidas espiritualmente num único reino cristão e católico. (2)

No seu livro “História do Futuro” de 1718, o Padre António Vieira expunha ser ele também mensageiro da loja branca e senhor do segredo divino, num misto de ocultismo e de cristianismo de sentimento sebástico de concepção ocultista e cristã doImpério das raças e sub-raças, com a esperança de que o Quinto Império anunciado para depois do segundo é o império espiritual português. É sua a sublimar frase: Para se avaliar a esperança, há-se de medir o futuro.

A “História do Futuro”, é um manancial de profecias ao profeta Daniel, intérprete do sonho de Nabucodonosor onde vai colher o fundamento do mito do Quinto Império e que o Padre António Vieira no sermão de acção de graças pelo nascimento do príncipe D. João assim descreve: Nabucodonosor, aquele grande monarca, pôs-se uma noite a considerar se o seu império seria perpétuo, ou se depois dele sucederiam outros no mundo; e adormecendo com estes pensamentos viu aquela famosa estátua tantas vezes pregada nos púlpitos, cuja cabeça era de oiro, o peito de prata e o ventre de bronze, e daí até aos pés de ferro. Viu mais que uma pedra caída do alto, dando nos pés da estátua, a derrubava e fazia em pó, e a mesma pedra crescendo se aumentava e dilatava em um monte de tanta grandeza que enchia toda a terra. Este foi o sonho de que Nabucodonosor totalmente se esqueceu, até que o profeta Daniel lho trouxe outra vez à memória e lhe declarou a significação dele. A cabeça de oiro – diz Daniel – significa o primeiro império, que é o dos Assírios, a que hão-de suceder os Persas; o peito de prata significa o segundo império, que é o dos Persas, a que hão-de suceder os Gregos; o ventre de bronze significa o terceiro império, que é o dos Gregos, a que hão-de suceder os Romanos; o demais de ferro até os pés significa o quarto império, que é o dos Romanos, a que há-de suceder o da pedra, que derribou a estátua: porque ele é o último; e assim como a pedra se levantou à altura e se estendeu à grandeza de um monte que encheu todo o mundo, assim este império dominará o mesmo mundo, e será reconhecido e obedecido de todo ele. (3)

Na História do Futuro podemos ler o seguinte:Tudo que abraça o mar, tudo que alumia o sol, tudo o que cobre, e rodeia o sol, será sujeito a este Quinto Império: não por nome ou título fantástico, como todos que até agora se chamaram impérios do mundo; senão por domínio, e sujeição verdadeira. Todos os reinos se unirão em um ceptro, todas as cabeças obedecerão a uma suprema cabeça, todas as coroas se rematarão em um só diadema, e esta será a peanha da cruz de Cristo. (4)

É este o império espiritual do padre António Vieira, implantado sob a Cruz e que, no rasto do sapateiro de Trancoso cujas profecias datavam de 1554, predizia o mito sebástico vinte e quatro anos antes da batalha de Alcácer Quibir.

Fontes:
1 – Dicionário de autores da língua portuguesa – Amigos do livro – Editores.
2 – Sermões escolhidos, Padre António Vieira - Biblioteca Ulisseia de Autores Portugueses.
3 – Estudo biográfico e crítico, Hernâni Cidade. Vol. I - Agência geral das colónias.
4 – História do Futuro - Oficina de António Pedrozo Garlam

com a devida vénia a "jorsoubrito" in jorsoubrito.multiply.com/journal/item/161
ver também http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/artigo10551.pdf

Quarto cabo submarino inoperacional numa semana


O corte de dois cabos de comunicação submarinos no Mediterrâneo e de dois no Golfo Pérsico, durante a semana passada, continuam por esclarecer.

Após o corte de dois cabos submarinos no Mediterrâneo, cortados independentemente, no dia 29, com poucas horas de diferença e com um forte impacto na capacidade das comunicações e economia, em países desde o Norte de África à Índia, foram cortados ou ficaram inoperacionais mais dois, na sexta-feira, no Golfo Pérsico. O primeiro cabo a ser cortado terá sido o Falcon, a cerca de 55 quilómetros da costa do Dubai, seguido por uma falha, causada por problemas técnicos ou corte, de outro cabo, ligando o Qatar aos Emiratos Árabes Unidos.
A teoria mais convencional, de corte acidental por um navio desviado da rota, foi já posta de parte, pelos menos para os dois primeiros cabos, pelo governo egípcio, um dos países mais afectados pela quebra de comunicações.
Apesar de as operadoras responsáveis pela exploração dos cabos terem rapidamente posto em marcha ligações de contingência, através de outros cabos, a capacidade de comunicação dos países mais afectados foi seriamente comprometida, até cerca de 60 por cento nalguns casos.
A rede de cabos submarina possui uma taxa de falência bastante baixa, estando todavia sujeita aos movimentos tectónicos violentos que ocorrem na crosta terrestre submersa. Exemplo de quebra por actividade sísmica foram os cabos cortados pelo terramoto e réplicas que assolaram o sudeste asiático em 2004 e que provocaram um dos mais mortíferos tsunamis de sempre.
Dois dos cabos cortados, o Flag e o Falcon, são propriedade da empresa Flag Telecom e fazem parte de uma das estruturas de comunicação submarina mais recentes. in equipa da Casa dos Bits quarta-feira, 06 Fevereiro 2008

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

...a obesidade e o tabagismo!

Pessoas saudáveis ficam mais caras ao Estado...

Contrariamente ao que se pensa, não são as doenças como a obesidade e o tabagismo que mais contribuem para as despesas da Saúde Nacional.
O estudo, realizado por investigadores holandeses e publicado no boletim da Biblioteca Pública da Ciência Médica, contradiz a noção de que são doenças como a obesidade e tabagismo que contribuem para o buraco financeiro do Sistema Nacional de Saúde. Na verdade são os cidadãos saudáveis que mais contribuem para as despesas.
Para provar esta ideia o estudo criou modelos, que simularam a longevidade, e suas consequências, de três grupos distintos: os saudáveis, os obesos e os fumadores.
Os resultados mostraram que, entre os 20 e os 56 anos são realmente as pessoas com obesidade que representam um maior peso para as despesas do Estado.
Acontece que também está provado que estes cidadãos, juntamente com os fumadores, tendem a morrer mais cedo.
Ou seja, analisando as contas a longo prazo, o peso destes cidadão fica diluído no tempo, representando menos do que as pessoas saudáveis, que vivem mais anos. in www.abc.casadosbits.pt - 2/6/2008 12:33 PM

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

uma herdade em Alcochete...


Revelou o "Sol" que uma sociedade "off shore" comprou, em 7 de Dezembro passado (quando já eram conhecidas por alguns "happy few" bem colocados as conclusões do LNEC sobre Alcochete), uma herdade na zona onde vai ser construído o novo aeroporto por 250 milhões de euros (6,52 euros o m2).
Imagine-se quanto passou a valer o terreno quando, um mês depois, o Governo divulgou a escolha, que, pelos vistos, os sócios da tal "off shore" (que, como os encapuzados que financiaram o estudo da CIP, são anónimos) já conheciam. Evidentemente que nunca haverá, no caso, prova de coisa nenhuma, muito menos de tráfico de influências.

O bastonário deve, pois, calar-se sobre o assunto, já que, não podendo ordenar escutas, realizar buscas, interrogar suspeitos ou inquirir testemunhas, não terá "provas" para apresentar.
Também o ex-vice-presidente da Câmara do Porto, Paulo Morais, não tinha "provas".
Nem o general Garcia dos Santos, que denunciou a corrupção na JAE, onde, apesar de uma auditoria ter revelado que "voaram" 108 milhões de contos, nunca se descobriram "provas" contra ninguém.

Hoje, em Portugal, só aparecem "provas" quando um Silva qualquer furta uma pasta de dentes num supermercado.
As leis penais e processuais penais aprovadas pela AR encarregam-se disso. Por outras, palavras, Manuel, António, Pina JN

CAMPANHAS ANTITABACO


por exceder a área destinada a fumadores...

Um bar em Espinho foi autuado pela PSP de Aveiro numa operação de fiscalização de rotina por exceder a área destinada a fumadores e não ter a funcionar qualquer equipamento de extracção de ar.

No entanto, o estabelecimento não foi obrigado a mudar rigorosamente nada até que Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) se desloque às instalações.

A PSP alega que compete à ASAE confirmar a medição da área destinada a fumadores, bem como a qualidade dos equipamentos que preservam a qualidade do ar.Ao CM, o comissário Sérgio Loureiro explicou que “a legislação do tabaco é ainda muito recente e que nem tudo está definido no que toca à actuação das forças de segurança”, mas acrescenta: “Se o estabelecimento fosse encerrado ou obrigado a corrigir a alegada infracção poderíamos estar a provocar um prejuízo ao proprietário superior ao bem público que pretendíamos proteger.”
No caso concreto, refere ainda o comissário, “se a questão da falta de extracção neste bar era flagrante, já a medição das áreas – de fumadores e não fumadores – terá de ser feita com todo o rigor”.
CM 05Jan08 Carla Pacheco com Lusa. Foto Bruno Colaço

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Eu não acredito em bruxas! Pero que l'ASAE... l'ASAE...


CDS-PP quer prevenir actuação abusiva da ASAE
Entre as várias medidas, de acordo com o projecto divulgado este sábado, a ASAE não poderá publicar a identidade das empresas que inspecciona ou os processos de contra-ordenação instaurados.

Para o CDS-PP, ASAE deverá permitir que os comerciantes inspeccionados podem aceder aos processo e autos em que sejam intervenientes.Por outro lado, os agentes daquela força não poderão recusar identificar-se no decursos das acções fiscalizadoras, segundo o projecto dos democratas-cristãos.

Em relação ao Governo, este deverá publicar todos os anos “o relatório de actividades e serviços, os números relativos às pendências judiciais com origem nos autos da ASAE” e as taxas de sucesso das acções.
CM Sábado, 2 de Fevereiro de 2008