quinta-feira, 31 de março de 2016
domingo, 27 de março de 2016
senhor Feliz e senhor Contente!
Tanta felicidade quase que emociona.
.
Por mim, dado o estado do país,
prefiro líderes preocupados do que líderes contentes. Dão-me mais confiança.
Mas sei que pertenço a uma minoria. A maioria dos portugueses gosta de líderes
felizes. Sobretudo depois de quatro anos de “austeridade.”
.
Marcelo e Costa acreditam que gozam
do talento de usar a retórica adequada para mudar o humor dos portugueses. E
não é um talento menor, longe disso.
Quando olhamos para fotografias dos
dois juntos, sentados em Belém ou na escadaria de São Bento (gosto de perder
algum tempo a olhar para as fotografias, dizem muito), transpira uma imensa
felicidade. Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa são dois homens felizes
(parecem a versão política do “Sr. Feliz e do Sr. Contente“). Fazem-me lembrar
dois meninos que receberam os brinquedos dos seus sonhos. Cada vez que olho
para uma fotografia dos dois, o desafio é tentar perceber qual deles está mais
feliz.
Tanta felicidade quase que emociona.
…
Por mais boa vontade e voluntarismo
que haja, o factor central da política portuguesa continua a ser o extremo
endividamento do país. O sector público, o sector privado, o sistema
financeiro, as famílias, estão todos endividados. Um país afogado em dívidas,
sem moeda própria, perde poder e depende dos seus credores. Posso estar
enganado, mas desconfio que nem Marcelo nem Costa, com todo o talento político
que possuem, serão capazes de alterar a realidade. (por João Marques de
Almeida no Observador)
segunda-feira, 14 de março de 2016
domingo, 13 de março de 2016
sábado, 12 de março de 2016
quarta-feira, 9 de março de 2016
terça-feira, 8 de março de 2016
a informação a que temos direito…
8/3/2016, 12:30
"clarificou" as suas
declarações da véspera relativamente a Portugal, apontando que nada mudou e há
confiança na capacidade do Governo português em executar o orçamento de 2016
com respeito pelas metas.
8/3/2016, 12:49
"não há, como é claro, nenhuma
alteração na avaliação que, quer a Comissão, quer o Eurogrupo, fazem do
Orçamento de Estado português", cuja execução está em linha com o previsto.
8/3/2016, 16:13
sublinhou a correção das declarações
anteriores do comissário europeu dos Assuntos Económicos, desafiando PSD e
CDS-PP a falarem sobre o desvio orçamental de mil milhões em 2015.
8/3/2016, 16:40
Portugal tem de apresentar reformas
profundas e ambiciosas em abril e ameaça colocar Portugal na vertente
corretiva, que em última análise poderia levar a sanções.
e agora já perceberam o que é a
informação a que temos direito?
domingo, 28 de fevereiro de 2016
domingo, 21 de fevereiro de 2016
… mas também me preocupa!
… mas também me preocupa a posição
do PPD/PSD que se prepara para apoiar, já em Abril/Maio, o PEC (Programa de
Estabilidade e Crescimento) da geringonça, deixando o caminho livre para:
o BE que admite uma ruptura com
o governo PS ainda antes do fim de 2016 e para
o PCP que se atira ao que chama a “chantagem
de Bruxelas”, exige a saída da Zona Euro e a “restruturação da dívida” e
para
a CGTP que, como sempre, o segue pela
mesma cartilha.
por isso
"Não é difícil antecipar que as
exigências e imposições da UE vão agravar-se no contexto da preparação e
discussão, em Abril, do próximo Programa de Estabilidade (PEC) e do OE para 2017”
que terão que ser apoiados pelo PPD/PSD que com isso irá legitimar a “geringonça”.
…estamos lixados!
Isto preocupa-me!
“Portugal vai ter de continuar a
aplicar medidas de austeridade nos próximos anos se quiser garantir uma dívida
pública sustentável. Tendo em conta o elevado nível da dívida pública, a
Portugal não bastará conseguir o objectivo de médio prazo para o saldo estrutural.
É preciso ir mais além”. A conclusão consta do relatório final da Unidade
Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) sobre o Orçamento do Estado para 2016,
distribuído esta quarta-feira (18) aos deputados.
Esta conclusão da UTAO acontece numa
altura em que o Governo defende no Parlamento um Orçamento que o ACosta e o Centeno
dizem ser o "princípio do fim da austeridade" porque lhe mudaram marxistamente
o nome para “Orçamento Restritivo”
.
a acrescentar a isto os três
partidos da extrema-esquerda comunista perante as dificuldades (e o possível
resgate que se perfila no horizonte) já se preparam para o que a sua natureza
os empurra: “morder a mão a quem os levou para os centros de decisão”.
e avisam:
"Não travamos esta disputa para
fragilizar o Governo nem como pretexto para romper o acordo com o PS, mas não
aceitamos que a UE seja usada pelo PS como álibi dos seus recuos e
cedências".
.
mas também me preocupa a posição do
PPD/PSD que se prepara para apoiar o PEC (Programa de Estabilidade e Crescimento)
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