Num jantar com jornalistas estrangeiros, na passada 3ª feira, o Presidente da República soltou como nunca o Marcelo que há dentro dele e passou um Rubicão de que dificilmente poderá haver regresso.
domingo, 9 de março de 2025
sábado, 8 de março de 2025
quarta-feira, 5 de março de 2025
assim vai o “Não é NÂO”...
Envolto em escândalos e controvérsias profissionais, Luís Montenegro parece estar a um passo de ser substituído e, pior, a pôr em causa a sobrevivência do PPD/PSD.
A política tem sido marcada pela ascensão de partidos dos extremos, à direita o CHEGA, à esquerda o BE e o Livre e inovadores como a IL . O actual Presidente do Conselho da EU, António Costa, demonstrou, enquanto fundador da chamada “geringonça”, que a melhor estratégia para lidar com os partidos fora do arco da governação não é ignorá-los ou hostilizá-los, mas sim integrá-los no centro do debate político.
Luís Montenegro, líder do PPD/PSD, com menos de 30% nas eleições, caiu na armadilha das "linhas vermelhas", esgrimindo-as contra aqueles que poderiam assegurar a sua sobrevivência política e do governo que iria formar. Embora trabalhar com André Ventura e com o Partido CHEGA não fosse tarefa simples, lembro que “muitas vezes o poder transforma até os caracteres mais rígidos”. Mas, comparando com a “geringonça”, seria provavelmente menos complicado do que foi negociar com o PCP e com o Bloco de Esquerda e as suas exigências radicais, como a saída do Euro e da NATO
Ao rejeitar o apoio de André Ventura, ficou refém dos partidos de esquerda, “que não valorizaram a sua "pureza" democrática”. Pelo contrário, continuaram a acusá-lo de estar em conluio com o CHEGA e agora, envolto em escândalos e controvérsias profissionais, Montenegro parece estar a um passo de ser substituído, quiçá por um SG do Partido Socialista e, pior, a pôr em causa a sobrevivência do PPD/PSD.
As sondagens indicam que o Chega não perde terreno e é improvável que o faça no futuro próximo. A hostilidade, de alegados jornalistas e comentadores, contra os eleitores deste e dos outros partidos fora do “arco” geralmente só fortalece a sua posição, dado que se sentem ofendidos e marginalizados. Ao que parece as "linhas vermelhas" desenhadas por Montenegro permanecem intactas, com André Ventura a antecipar uma oportunidade de captar mais eleitores descontentes do PSD. E o PPD/PSD mantém as "linhas vermelhas"?
terça-feira, 4 de março de 2025
Brian Glenn, o agente provocador do 28 de Fevereiro na Casa Branca
O acontecimento do dia 28 de fevereiro na Casa Branca, envolvendo Brian Glenn e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, foi um episódio bem pensado, destinado a reduzir a zero o representante eleito de um país europeu. A indecente transformação de uma reunião entre dois estados democráticos num reality show foi não apenas desrespeitosa, mas também uma armadilha moral que desnudou a vulnerabilidade de um líder em meio à guerra.
Brian Glenn, desempenhou um papel fundamental na transformação daquela reunião solene num espetáculo midiático. A estratégia pareceu ser clara: transformar um fórum diplomático num espetáculo televisivo de entretenimento e, simultaneamente, desestabilizar e descredibilizar Zelensky aos olhos do público internacional.
A Armadilha
Zelensky foi, de facto, a vítima de uma cilada bem arquitetada. Sem qualquer aviso prévio, encontrou-se em uma situação para a qual não estava preparado. Glenn, utilizando táticas de provocação e manipulação, buscava criar um cenário onde o presidente ucraniano fosse forçado a reagir impulsivamente, o que poderia ser usado contra ele em um momento posterior.
A Resposta
Apesar da surpresa e do constrangimento inicial, Zelensky demonstrou uma incrível compostura. Qualquer pessoa minimamente inteligente compreende que o presidente ucraniano vive há três anos um inferno que não se deseja nem aos nossos piores inimigos. É, pois, compreensível que ele tenha caído em uma armadilha que não conhecia, mas é admirável a maneira como respondeu aos delírios verbais com dignidade e firmeza.
…e agora?
O incidente do dia 28 de fevereiro levanta várias questões sobre a ética e a moralidade nas relações internacionais.
Transformar reuniões diplomáticas em espetáculos mediáticos não apenas desrespeita os líderes envolvidos, mas também mina a seriedade e a importância das discussões que ocorrem nesses encontros.
segunda-feira, 3 de março de 2025
sarilhos na Casa Branca
[Eu sei! Eu estive lá!]
A guerra é frequentemente descrita como o lugar para onde jovens, que não se conhecem nem se odeiam, são enviados para se matarem, por ordem de líderes velhos que se conhecem e se odeiam, mas permanecem seguros nos seus gabinetes. Esta citação brutalmente honesta questiona a moralidade da guerra e a responsabilidade dos líderes.
A ti, que defendes ou atacas Zelensky, Putin ou Trump, pergunto: Mataste algum dos que chamavas inimigos ou viste morrer, ao teu lado, aquele camarada que ontem jantou contigo?
Esta questão é um apelo à tua reflexão sobre os custos humanos da guerra e a verdadeira natureza do heroísmo e do sacrifício.
Na sexta-feira, o mundo assistiu a um triste espetáculo de egotismo e isolacionismo na Sala Oval, onde o presidente Donald Trump, conhecido por seu comportamento imprevisível e ego inflado, demonstrou que suas decisões são frequentemente guiadas mais pelo ressentimento pessoal do que por uma análise racional da política externa. Para Trump, a recusa do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em ajuda-lo na campanha contra Joe Biden em 2020 parece ter pesando mais do que o papel crucial de Zelensky na resistência contra a Rússia.
JD Vance, o alinhado com a ideologia MAGA, reflecte o pensamento de muitos eleitores do devastado Midwest americano, que acreditam que os Estados Unidos não têm que de gastar recursos ou envolver tropas na defesa de uma Ucrânia que nem sabem onde fica. Esse isolacionismo, misturado com a desilusão económica, cria uma narrativa poderosa para aqueles que se sentem abandonados pelo sistema político.
“Construir a paz é mais difícil do que conduzir uma guerra”.
Em tempos de conflito e incerteza, as palavras de Clemenceau lembram que a verdadeira vitória reside na construção de uma paz duradoura, uma tarefa árdua que exige mais coragem e sabedoria do que a condução de qualquer guerra. E ao refletirmos sobre os desafios atuais, devemos sempre lembrar os sacrifícios de quem está na linha de frente e a responsabilidade daqueles que tomam as decisões.
Aquela frase de Georges Clemenceau, citada por José Manuel Fernandes no Observador, é uma verdade universal que ressoa profundamente nos corredores do poder ao longo da história e até os dias atuais mas Clemenceau, que teve um papel central nos Tratados de Versalhes após a Primeira Guerra Mundial, viu o seu trabalho diplomático ser usado como pretexto por Adolf Hitler para desencadear a Segunda Guerra Mundial. Esta ironia trágica sublinha a complexidade da construção da paz e a fragilidade dos acordos de pós-guerra.
sábado, 1 de março de 2025
O Futuro da Europa num Mundo em Transformação (Reflexões sobre a Política e a Prosperidade)
Num mundo onde a globalização enfrenta novos desafios e uma nova ordem de potências se forma, a Europa encontra-se numa encruzilhada. A fragmentação da globalização e as mudanças nos equilíbrios de poder globais exigem uma reflexão profunda sobre o papel que o continente europeu deve desempenhar no cenário internacional. Para muitos, a resposta reside em tornar a Europa grande novamente, revitalizando a sua influência e prosperidade.
Bolha Ideológica dos Partidos Socialistas. Um problema?
A maioria dos partidos socialistas europeus parece viver numa bolha ideológica, acreditando firmemente numa Europa multicultural e harmoniosa. Para eles, o futuro do planeta, um conceito muitas vezes vago, é prioritário em relação ao bem-estar e à prosperidade dos cidadãos europeus. Este idealismo, no entanto, tem gerado críticas por parte de outros setores políticos e analistas que veem essas aspirações como descoladas da realidade.
O "Bairro Alto" da Europa?
Há quem argumente que os socialistas desejam transformar todo o continente numa espécie de Bairro Alto de Lisboa - conhecido não só pelo seu "multiculturalismo", mas também pelos desafios sociais e económicos que enfrenta. Este modelo, obviamente, não é sustentável a longo prazo para um continente inteiro.
Dos 27 países que compõem a União Europeia, apenas três têm atualmente governos socialistas: Espanha, Dinamarca e Malta. Em todos os outros estados-membros, partidos centristas ou de direita estão no poder, com um crescente número de governos da direita populista. Esta mudança no equilíbrio político reflete uma reação dos eleitores às políticas e ideais promovidos pelos partidos socialistas.
o papel do Jornalismo no descontentamento dos Eleitores
Apesar das mudanças políticas, os socialistas parecem ainda não ter compreendido as razões por trás do descontentamento dos eleitores. Muitos continuam a acreditar que os eleitores é que estão errados, mantendo-se fiéis às suas convicções ideológicas sem considerar as preocupações mais imediatas da população.
No contexto nacional, o jornalismo tem sido crítico para moldar a narrativa política. Em muitos casos, os meios de comunicação têm evitado abordar certos temas para "não fazer o jogo da extrema-direita". Esta postura, embora bem-intencionada, é vista por alguns como uma forma de encobrir problemas graves que afetam o regime democrático.
O futuro da Europa depende da capacidade dos seus líderes de reconhecer e responder aos desafios contemporâneos. Tornar-se grande novamente implica não apenas revitalizar a economia e a influência global, mas também abordar as preocupações reais dos cidadãos. A política deve ser um reflexo das necessidades do povo, e para isso, é essencial uma abordagem pragmática e inclusiva que transcenda as bolhas ideológicas e se concentre no bem-estar coletivo.
a arte de preparar a GUERRA EUROPEIA
JD Vance: Durante quatro anos nos EUA, tivemos um Presidente que aparecia em conferências de imprensa e falava negativamente sobre Vladimir Putin. Depois, Putin invadiu a Ucrânia e destruiu uma parte significativa do país. O caminho para a paz e para a prosperidade é talvez apostar na diplomacia. Tentámos o caminho de Joe Biden — bater no peito e fingir que as palavras do Presidente dos Estados Unidos importavam mais do que as ações do Presidente dos Estados Unidos. O que faz a América um bom país é a América envolver-se em diplomacia. É isso que o Presidente Trump está a fazer
Zelensky: Posso fazer uma pergunta?
JD Vance: Claro.
Zelensky: Ele ocupou partes, grandes partes da Ucrânia, partes do leste e da Crimeia. Ocupou-as em 2014. Durante muitos anos — e não estou a falar sobre Biden —, mas durante 2014 ninguém o parou. Ele ocupou [as terras]. Ele matou pessoas. Sabia que acordo era? [o que existia com Putin]
Trump: 2015?
Zelensky: 2014.
JD Vance: É 2014.
Trump: Eu não estava cá.
Zelensky: Sim, durante 2014 até 2022, a situação era a mesma. As pessoas estavam a morrer na linha de contacto [onde as hostilidades paravam]. Ninguém o parou. Vocês souberam, que nós tivemos várias conversas, conversas bilaterais, e assinámos [um contrato] com ele [Putin]. Eu, em 2019, assinei com ele um contrato. Eu assinei com ele, com Macron e Merkel, assinámos um [acordo] de cessar-fogo. Todos me disseram que ele nunca iria [invadir a Ucrânia]. Assinámos um contrato de gás, mas ele quebrou o cessar-fogo. Ele matou as nossas pessoas e não trocámos prisioneiros. Nós assinamos o contrato da troca de prisioneiros, mas ele não o fez. De que tipo de diplomacia, JD, está a falar? O que quer dizer com isso?
JD Vance: Estou a falar sobre um tipo de diplomacia que vai acabar com a destruição do seu país. Senhor Presidente, com o devido respeito, eu penso que seja desrespeitoso que venha à Sala Oval e tente discutir em frente aos meios de comunicação social norte-americanos. Está agora a forçar recrutas a ir para a linha da frente, porque tem falta de homens. Devia agradecer ao Presidente por tentar pôr fim a este conflito.
Zelensky: Alguma vez foi à Ucrânia para dizer que problemas é que temos?
JD Vance: Eu fui lá. E vi e li as história e sei o que acontece quando leva as pessoas para uma viagem de propaganda, senhor Presidente. Discorda que tem problemas a convencer pessoas a juntar-se às suas Forças Armadas? E acha que é respeitoso chegar à Sala Oval dos Estados Unidos da América e atacar a administração que está a tentar prevenir a destruição do seu país?
Zelensky: [Tenho] muitas questões. Primeiro que tudo, durante uma guerra, toda a gente tem problemas, até vocês, que têm um grande oceano. Não sentem agora, mas vão sentir no futuro, Deus vos abençoe…
Trump: Não sabe nada disso. Não nos diga como nos vamos sentir. Nós estamos a tentar resolver um problema. Não nos diga como nos vamos sentir. Não está em posição de nos ditar nada, de como nos vamos sentir. Não está numa posição muito boa…
Zelensky: Eu estou a dizer que vão sentir a influência…
Trump: Não tem as cartas. Connosco começou a ter cartas.
Zelensky: Eu não estou a jogar cartas.
Trump: Está a jogar às cartas, sim. Está a brincar com a vida de milhões de pessoas. Está a brincar com a Terceira Guerra Mundial. O que está a fazer é muito desrespeitoso para o país, para este país.
JD Vance: Alguma vez disse ‘obrigado’ durante este encontro?
Zelensky: Eu disse-o hoje.
JD Vance: Foi à Pensilvânia e fez campanha pela oposição em outubro. Ofereça algumas palavras de apreço aos Estados Unidos da América e ao Presidente que está a tentar salvar o seu país.
Zelensky: Acha que se falar muito alto sobre a guerra…
Trump: Ele não está a falar alto. Ele não está a falar alto. O seu país está com um grande problema.
Zelensky: Posso falar?
Trump: Não, já falou muito. O seu país está com um grande problema…
Zelensky: Eu sei.
Trump: Não está a ganhar. Não está a ganhar isto [a guerra]. E tem uma chance de sair razoavelmente desta guerra…
Zelensky: Senhor Presidente, nós estamos a tentar ficar no nosso país. Estamos fortes desde o início da guerra. Estivemos sozinhos e somos gratos. Eu disse obrigado a esta administração…
Trump: Nós demos-vos, através de um Presidente estúpido [Joe Biden], 350 mil milhões de dólares. Nós demos-vos equipamentos militares. Sobreviveu de forma corajosa, mas teve de usar os nossos equipamentos militares. Se não tivesse usado o nosso equipamento militar, esta guerra teria acabado em duas semanas.
Zelensky: Em três dias. Eu ouvi isso de Putin.
Trump: Menos até.
Zelensky: Em duas semanas.
Trump: Vai ser muito difícil fazer negócios assim.
JD Vance: Apenas diga obrigado.
Zelensky: Eu disse muitas vezes obrigado ao povo norte-americano.
JD Vance: Aceite que há desentendimentos e vamos discutir esses desentendimentos em privado, em vez de discutir em frente aos meios de comunicação social norte-americanos quando está errado. Nós sabemos que está errado.
Trump: Eu acho que é bom para o povo norte-americano ver o que se passa.
JD Vance: Eu entendo, senhor.
Trump: Eu acho que é muito importante. É por isso que mantivemos [esta conversa] por tanto tempo. Tem de ser grato. Não tem cartas.
Zelensky: Eu estou grato.
Trump: Não tem as cartas. Enterrou-as. Tem pessoas que morreram. Tem poucos soldados. Tem poucos soldados. E depois diz-nos: ‘Eu não quero um cessar-fogo. Eu quero isto e isto’. Olhe, se conseguirmos um cessar-fogo agora mesmo, eu diria para aceitá-lo, porque as balas paravam e os homens paravam de ser mortos.
Zelensky: Claro que quero um cessar-fogo. Com um acordo.
Trump: Vai ter um cessar-fogo mais rápido do que um acordo.
Zelensky: Pergunte ao nosso povo sobre o cessar-fogo, sobre o que eles pensam.
Trump: Isso não foi comigo. Isso não foi comigo. Foi uma pessoa chamada Biden, que não é uma pessoa esperta.
Zelensky: Era o seu Presidente.
Trump: Foi sobre o Obama. Foi com o Obana. O Obama deu-lhe lençóis e eu dei-lhe Javelins.
Zelensky: Sim.
Trump: Eu dei-lhe os Javelins para destruir aqueles tanques todos. O Obama deu-lhe lençóis. De facto, o que fica é que Obama deu lençóis e Trump deu Javelins. Tem de ser mais grato. Porque deixe dizer-me: sem nós, não têm cartas. Connosco tem as cartas. Mas sem nós, não tem as cartas.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025
a Arte da Negociação
A Arte da Negociação, de Donald Trump, é um livro que oferece a visão dele sobre como realizar negociações eficazes e garantir o melhor acordo possível (BATNA). Embora Trump seja principalmente conhecido pelo seu envolvimento no setor imobiliário, muitos dos princípios apresentados no livro podem dar-nos a conhecer como ele os aplica à politica. Vamos explorar como essas ideias podem ser interpretadas e adaptadas para fortalecer suas habilidades de negociação e, ao mesmo tempo, maximizar resultados em sua organização.
Trump escreve sobre o planeamento cuidadoso de antes de qualquer negociação, destacando a importância de ter objetivos claros e estar bem preparado. Isso significa não apenas conhecer os “produtos e serviços” que precisa adquirir, mas também estudar o “mercado” (as 5 Forças de Porter), entender os pontos fortes e fracos dos fornecedores (Análise SWOT), prever possíveis objeções (Análise de Risco) e identificar oportunidades de concessões (TCO).
2. Criar Valor para Ambas as Partes
Um dos principais pontos do livro é a ideia do "ganha-ganha". Trump sugere que o sucesso nas negociações não depende apenas de vencer, mas de criar uma situação onde todos saem ganhando. Isso é crucial, pois relações de longo prazo podem ser mais vantajosas do que vitórias pontuais. Para isso, usa o tipo de negociação “integrativa”, onde ambos os lados buscam ampliar o valor da fatia para colaborar com o resultado.
3. Usar o Tempo.
No livro, Trump enfatiza a paciência e o uso do tempo como uma ferramenta de negociação. Ele explica que, muitas vezes, as melhores ofertas aparecem para quem sabe esperar e deixar a outra parte falar primeiro. Ancorar uma negociação, abrindo o orçamento logo de início não é uma boa estratégia.
4. Assumir Riscos Calculados
Trump aborda o conceito de assumir riscos como uma parte fundamental do processo de negociação. Isso pode significar estar disposto a testar novos parceiros ou buscar soluções alternativas que ofereçam mais valor a longo prazo.
5. Negociar em Posições de Força
Neste livro, Trump destaca a importância de sempre negociar a partir de uma posição de força, garantindo que o opositor tenha alternativas viáveis. Isso reflete-se no conceito de BATNA (Best Alternative to a Negotiated Agreement).
6. Dominar a Arte da Comunicação
Trump é conhecido por ser um comunicador eficaz, usando tanto palavras quanto ações para impactar negociações. Ele entende o poder de uma boa apresentação e de transmitir confiança e clareza.
7. Enfrentar Impasses com Criatividade
No “A arte da negociação” Trump escreve sobre como lidar com situações em que as negociações parecem estar em um beco sem saída. E sugere que a criatividade e a flexibilidade são essenciais para resolver problemas inesperados e transformar obstáculos em oportunidades.
Como se votou em Magdburgo?
no Observador lia-se:
"Depois de uma análise a um perfil nas redes sociais que se acredita pertencer a Taleb, a imprensa alemã avançou que o médico era um simpatizante do partido de extrema-direita AfD e um fã das ideias defendidas por Elon Musk, Tommy Robinson e Alex Jones. Na sua “biografia” na rede social X, o utilizador que se apresenta como Taleb Al Abdulmohsen descreve-se como “oposição militar saudita” e defende que a “Alemanha persegue as mulheres sauditas requerentes de asilo, dentro e fora da Alemanha, para destruir as suas vidas” No fim, Al Abdulmohsen acredita que a “Alemanha quer islamizar a Europa“.
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