domingo, 29 de novembro de 2020

Óh tótós! Sabem que o "pê ésse" votou contra?

 

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Novo Cais de Lisboa




Um ano depois como está o "prometido" com pompa e circunstância?
27 Novembro 2019, 13:14
Vai ser possível ligar o terminal de cruzeiros ao Terreiro do Paço e ao Cais do Sodré, com uma nova avenida, árvores e passeios largos com ciclovia. Assim vai ficar o Novo Cais de Lisboa.


terça-feira, 24 de novembro de 2020

o dia antes

Na noite de 24 de Novembro de 1975, enquanto os militantes do Partido Comunista, do Couço a Grândola enchiam as cartucheiras e aqueciam os motores das camionetas para vir participar na revolução, em Lisboa, juntamente com o Ralis, Copcon e os paraquedistas chefiados por sargentos, além dos civis a quem tinham sido previamente distribuídas armas, Eduardo Ferro Rodrigues, radical do MES, organizava os SUV (Soldados Unidos Vencerão) do Regimento de Infantaria n.º 2, de Abrantes, para rodar sobre a capital. 
Antes da meia-noite, e apesar da relação de forças favorável à instauração de uma ditadura do proletariado, o Politburo soviético ordena a Cunhal que pare e este, como sempre, obedece, com a garantia de Melo Antunes, do Grupo dos Nove, num encontro em casa de Nuno Brederode Santos (da facção moderada do MES), de que o PC não seria ilegalizado. Os russos já estavam satisfeitos com a independência de Angola, proclamada pelo MPLA em 11 de Novembro de 1975, e não queriam abrir mais uma guerra civil, de resultado provavelmente funesto. 
A aventura de criar um reduto comunista na ponta da Europa ocidental havia terminado. A embaixada soviética em Lisboa evacuou cerca de uma centena de conselheiros de inteligência e militares e Cunhal recebeu, como prémio de obediência, a Ordem de Lenine. Ferro Rodrigues, Vieira da Silva e o seu grupo (Sergio Figueiredo?), continuaram no MES, cada vez mais radicalizado, apesar de progressivamente esvaziado por consecutivas dissidências. Chegam ao PS em 1986, sem nunca terem renegado os princípios marxistas e os fins leninistas.

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Lembra-se do PASOK ?

Vou ignorar o facto de mais uma vez uma alegada jornalista usar uma comparação que só é possível por quem poderia alinhar no significativo “encaixotar” da estatua de Churchill em Londres.
Mas, talvez sem a razão que a razão conhece, lembrei-me do Papandréu e o PASOK. 
Pouco conhecedores, ou especialmente desinteressados, da História, mais longínqua ou mais próxima, os portugueses estão alegremente a afundar-se na ilusão do Ouro do Brasil, perdão da Europa, ou do tempo do Soares de mao estendida à caridade do Chanceler Schmidt (em paralelo temporal ao Grego Papandréu das bancarrotas e das contas públicas marteladas). 
Costa não se tem mostrado capaz de elaborar uma proposta para além da propaganda que debita. Parece intimidado pelo radicalismo absurdo que tem obrigado a esquerda a deixar à direita causas como a estabilidade monetária, a liberdade de iniciativa, ou agora, em nome do politicamente correcto, até a liberdade de expressão. Costa tem medo: receia que, se admitir a conveniência do ajustamento e a necessidade de reformas, acabe por legitimar a direita e por ceder a coroa da anti-austeridade, com que espera ganhar as eleições, ao PCP e à extrema-esquerda. Mas é precisamente esse medo que pode pôr o PS na via sacra do PASOK. 
O PS ainda não é o PASOK por sorte. Tal como este em 2009, também venceu umas eleições a negar a “austeridade”, para depois andar de PEC em PEC. Em 2011, deixou um país arruinado, mas teve a sorte de haver uma coligação de direita que, com mais ou menos dificuldade, executou o bastante do memorando para equilibrar as contas. Foi assim que o PS, dispensado de ajudar, pôde fazer de cigarra da anti-austeridade, ajudado ainda pelo modo como o velho PCP e a velhinha UDP (sob o pseudónimo de BE) bloqueiam o desenvolvimento (in “Como é que o PS pode ser o PASOK“ por Rui Ramos) 
Não é difícil imaginar o PS transformado num PASOK. As próximas eleições, se as houver, irão encarregar-se disso se os eleitores portugueses já souberem ler… 
(e conhecerem o que na Grécia foi o PASOK, assim: em maiúsculas!)

mamadu baa Matem o homem branco!

domingo, 22 de novembro de 2020

o polvo socialista...

“O facto de esta notícia passar com um encolher de ombros é demonstrativo de que não aprendemos nada com a Operação Marquês, e que o regime continua podre, pervertido e perigoso.”
“O facto de o primeiro-ministro assumir de forma tão aberta essa relação de confiança pessoal é demonstrativo de uma continuidade preocupante com os tenebrosos anos 2005-2011.
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João Miguel Tavares no Público de 20 de Agosto escrevia sobre a nomeação de Vítor Escária como chefe de gabinete de António Costa, um dos factos políticos mais emblemáticos do ano — e que faz temer o pior:
“Vítor Escária é citado 83 vezes na acusação da Operação Marquês. Foi ele o principal intermediário no negócio das casas do grupo Lena na Venezuela. Chegou a estar sob escuta, houve buscas a sua casa e foi ouvido como testemunha no processo.
“Não foi acusado de qualquer crime. Mas o que consta da acusação é suficientemente perturbante para qualquer primeiro-ministro ter a obrigação política de se manter à distância. (...)
“Em 2013 e 2014, Escária declarou ter recebido 21.250 euros da Proengel II, sociedade de Carlos Santos Silva e do Grupo Lena. Em 2014, foi sócio de Alexandre Cavalleri (detido por suspeita de fraude), dono da empresa Iguarivarius, da qual Mário Lino foi chairman (ler o longo artigo do Observador “Como um ex-ministro e um ex-assessor de Sócrates ajudaram o rei do pernil de porco a conquistar a Venezuela”).
“Isto anda tudo escandalosamente ligado. Vítor Escária é um lobista, um facilitador e angariador de negócios que António Costa acaba de colocar no coração do seu gabinete.
“O facto de o primeiro-ministro assumir de forma tão aberta essa relação de confiança pessoal é demonstrativo de uma continuidade preocupante com os tenebrosos anos 2005-2011.

“O facto de esta notícia passar com um encolher de ombros é demonstrativo de que não aprendemos nada com a Operação Marquês, e que o regime continua podre, pervertido e perigoso.”

estado de sitio II

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

o Embaixador na UE vai "contar a história toda"?

“O embaixador dos Estados Unidos para a União Europeia vai ser ouvido esta quarta feira na Câmara dos Representantes no processo de destituição do presidente Donald Trump. Para o antigo procurador do escândalo Watergate, que levou ao processo de destituição do então Richard Nixon, esta audição de George Sondland vai ser “prejudicial” para o agora presidente dos Estados Unidos, disse Nick Akerman à CNN.”
(“do então Richard Nixon”? Querem ver que depois de morto mudou de nome?)
e a Sónia continua:
“Sondland vai contar a história toda, com documentos detalhados e com muitas testemunhas a corroborar. Não há dúvidas de que [a Administração Trump] tentou que o Governo ucraniano anunciasse uma investigação a Joe Biden”, afirmou Akerman. Mais: “Usaram dinheiro aprovado pelo Congresso dos EUA para fazer isso. Suborno puro”. 
(mais AQUI)

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

central gigante de hidrogénio verde


Estávamos em 19 de Novembro de 2019 quando o Diogo Lopes no Observador publicou este belo texto de propaganda ao Galamba que estava Secretário de Estado:
Portugal e Holanda estarão a negociar um consórcio que terá como objetivo instalar uma unidade de produção de hidrogénio “verde” alimentado a energia solar. De acordo com a TSF, esta central, avaliada em 600 milhões de euros, ficará em Sines e terá capacidade de alimentar uma frota de autocarros e camiões que percorram 800 milhões de quilómetros por ano — ou seja daria para alimentar 27 vezes uma frota do tamanho da Carris, que faz cerca de 29 milhões de quilómetros anualmente.”

terça-feira, 17 de novembro de 2020

estado de emergência Concelhos e risco!