quinta-feira, 18 de maio de 2017

para mais tarde recordar…

«questionado pela RTP sobre onde foi buscar aqueles dois dados, o Presidente da República respondeu:
Eu disse que é uma hipótese que não está afastada o poder haver uma evolução positiva da economia, se ela vier de trás, que aponte para a confirmação destes números”, que nunca divulgou estes dados porque ninguém pode revelar uma realidade que não existe”, 
e acrescentou:
“Eu digo que é um dos cenários possíveis, um défice mais baixo e um crescimento mais alto”.»

segunda-feira, 15 de maio de 2017

para mais tarde o recordar...





“iguala o valor mais elevado deste século”
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é assim que o Ministério das Finanças reage ao crescimento de 2,8% do PIB, no primeiro trimestre de 2017, conforme revelou esta segunda-feira o Instituto Nacional de Estatística.”

domingo, 14 de maio de 2017

Um dia para a História

Este 13 de Maio deve ter conseguido satisfazer quase todos os portugueses:
- A maioria dos católicos e a nomenclatura política – com os seus agnósticos, ateus e crentes - tiveram em Fátima e nas TV’s a “peregrinação” de Francisco I (que, se não aparecer outro, ficará conhecido como Papa Francisco)
- Uma boa parte, talvez a maioria da maioria dos adeptos do Futebol, rejubilou-se com a vitória do Sport Lisboa e Benfica que ganhou o Campeonato Nacional do dito e
- Os apreciadores do nacional-cançonetismo rejubilaram com a vitória do Salvador no Euro-Festival.
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tivemos um País feliz… mesmo que só por um dia!

segunda-feira, 8 de maio de 2017

domingo, 7 de maio de 2017

uma vitória de Pirro.

Os sinais disso são claros. 
 Primeiro, já na “primeira volta”, 41,2% dos franceses tinha votado contra a União Europeia e não se antevê que a UE lhes venha a dar motivos para reverem a sua posição, num futuro próximo. 
Segundo, porque a islamização de França, onde reside a origem do terrorismo que tem assolado o país, não se resolve com «políticas» de imigração ou outras, porque o tempo para isso já lá vai. Hoje, a comunidade muçulmana francesa é gigantesca, não se acultura, cresce enormemente e continuará a querer ver o Islão implantado nas terras gaulesas. O fim do terrorismo nesse país é uma distante miragem. 
Por fim, porque Macron, será um presidente sem partido, o mesmo é dizer, sem exército, que terá de negociar, a par e passo, qualquer medida estrutural que pretenda pôr em marcha. Ora, com um Partido Socialista à beira da destruição e com a Frente Nacional a ultrapassar “les Républicains” - a direita republicana clássica -, não se imagina que o sistema partidário se submeta ao novo presidente, que tratará de desgastar o mais que puder. (in uma vitória de pirro por rui a.) 
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depois de almoço...

sábado, 6 de maio de 2017

O herói da nova tragédia grega

um post irresistível!
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Outra  greve geral já está marcada na Grécia, desta vez para o dia 17. Mas Tsipras, herói da nova tragédia helénica, resiste firme: continua a não usar gravata.
Manuela Ferreira Leite e José Manuel Pureza irmanavam-se no louvor à "devolução da dignidade" do povo grego. "Pela Grécia passa a salvação da Europa", garantia Ana Gomes, insuflada de júbilo. "O Governo grego conseguiu dobrar a Alemanha", entusiasmou-se Freitas do Amaral. "A Alemanha teve de ceder", sorria Nicolau Santos. "A Grécia teve a coragem de resistir às pressões das potências europeias", celebrouAndré Freire.
"Viva a Grécia", gritou a escritora Hélia Correia ao receber o Prémio Camões. Enquanto o pintor Leonel Moura constatava que "uma parte do sucesso do Syriza deve-se à boa imagem de Tsipras" e do seu ministro das Finanças, por quem "muitas mulheres da Europa" andariam "perdidas de amores". Isabel Moreira, bem ao seu jeito, corroborava.
Boaventura de Sousa Santos, confirmando que de Coimbra também se observa o mundo, vislumbrou ali rasgos de odisseia homérica: "A vitória do Syriza teve o sabor de uma segunda libertação da Europa."
Alguém tem ouvido estas e outras boas almas que se derramavam em cânticos e louvores à "nova Atenas" voltar ao tema?
Certamente não.

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sexta-feira, 5 de maio de 2017

programa eleitoral de Emmanuel Macron

 1. Redução de um terço do número actual de deputados e senadores.
 2. Supressão do regime especial de aposentação dos deputados.
 3. Generalização do voto electrónico até 2022.
 4. Paridade absoluta de género nas listas eleitorais.
 5. Cumprimento intransigente do direito à igualdade de género no espaço público francês.
 6. Alteração do mapa administrativo, com a supressão de um quarto das entidades territoriais hoje existentes.
 7. Criação de um estado-maior permanente de operações de segurança interna como peça fundamental na luta contra o terrorismo.
 8. Encerramento de templos e associações religiosas onde se faz a apologia da violência e do terrorismo.
 9. Anulação de novas missões militares francesas no estrangeiro, salvo em casos de legítima defesa.
10. Prioridade absoluta à cibersegurança e à ciberdefesa.
11. Reforço do orçamento da defesa até atingir 2% do orçamento anual francês.
12. Fixação de um tecto máximo de 0,5% do défice estrutural das finanças públicas até 2022.
13. Grande plano de investimentos públicos, orçado em 50 mil milhões de euros, destinados à qualificação dos recursos humanos, à modernização dos serviços públicos, à transição ecológica e à reabilitação urbana.
14. Introdução de mecanismos de controlo do investimento estrangeiro para preservar os sectores estratégicos.
15. Redução do imposto sobre as sociedades, de 33,3% para 25%.
16. Primado aos acordos de empresa no estabelecimento de novos contratos laborais.
17. Redução para 7% do desemprego nos próximos cinco anos.
18. Supressão de 120 mil postos de trabalho na administração pública.
19. Flexibilizar os horários de funcionamento dos serviços públicos.
20. Acelerar a convergência dos sistemas de pensões e reformas.
21. Criação de 30 mil apartamentos sociais para os jovens.
22. Redução do número de canais públicos audiovisuais.
23. Oposição ao alargamento das actuais fronteiras da NATO.
24. Manutenção das sanções à Rússia.
25. Alargamento a mais cinco países do número actual de membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (com inclusão da Alemanha, do Brasil, da Índia, do Japão e de um país africano a designar). (em “O programa de Macronpor Pedro Correia)
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os DDT (donos disto tudo)

[…] Está devidamente provado e documentado  que é na ala esquerda que existe a maior intolerância a opositores. Qualquer pessoa que diverge daquelas criaturas é imediatamente rotulado de iletrado, fascista  e outros tantos mimos. Isto, os mais moderados… Porque os outros partem para a acção ameaçando quem se atreve a fazer contraditório. Foi João Soares a prometer umas bofetadas, agora é Ascenso Simões que lhe toma o gosto e segue pela mesma cartilha a um cronista. Ah!! Valentes!!  Outros preferem sugerir a demissão como Gabriela Canavilhas de um jornalista que não lhe caiu no goto ou Miguel Tiago a Teodora Cardoso por não ir na cantiga das contas do governo. Já Galamba pratica bullying com suas vítimas que vai desde gozar com a foto de perfil do Facebook até ao rebaixamento intelectual. O BE nem está com meias medidas: bloqueia no Facebook e está feito. E o Costa? Bem esse, não tem papas na língua. Quem se mete com ele leva carradas de insultos grosseiros que é para aprender a estar caladinho!! O modus openrandi desta gente é sobejamente conhecido e reproduz aquilo que a historia universal já provou: a esquerda é intolerante à democracia e liberdade de opinião a menos que…  concordemos e aceitemos tudo o que dizem. […]

quinta-feira, 4 de maio de 2017

presidenciais França...

afinal já aconselhou os britânicos a rejeitarem o Brexit e os americanos a escolherem Hillary Clinton — eu, no lugar de Macron, ficaria muito preocupado com este apoio. Mas pode ser que à terceira seja de vez. Ou então não há duas sem três…
(in Delito de Opinião por por Luís Menezes Leitão)