terça-feira, 5 de julho de 2011

António Ribeiro Ferreira é o novo diretor do "i"

António Ribeiro Ferreira é o novo director do jornal "i" e Ana Sá Lopes permanecerá como directora-adjunta.
Ribeiro Ferreira era actualmente grande repórter do "Correio da Manhã" e no passado foi director-adjunto do "Diário de Notícias".
A noticia, vem desmentir quantos o davam como certo em adjunto do Ministro dos Negócios Estrangeiros, mas, aposto, não lhe evitará ataques canhotos de alguns pequenos e micro jornaleiros (pmj) da nossa praça...

domingo, 3 de julho de 2011

o primeiro boy... do novo ciclo



como se troca uma "secretaria de estado" por um bem remunerado lugar de "boy" (e mais não digo!)

..e se a machadinha cai na cabeça do menino!

Pouco a pouco vou ficado cada vez com menos paciência para ouvir os comentadores. Por qualquer razão estranha, ou por se tratar da última moda, deixaram de analisar e foram-se promovendo a pitonisas do nosso futuro, apesar de muitos serem apenas Maias das revistas cor-de-rosa no nosso porvir.
A “machadinha” da contribuição especial, a que pequenos e micro jornalistas, os pmj’s, decidiram chamar o imposto, deu-lhes o mote. O “imposto” vai ao bolso de todos e ao deles em particular. Esquecem, o bolso dos outros, de nós, que, durante os anos da cigarra, deles esperaram o aviso que só agora nos dão.
Maioritariamente os comentadores, que o eram de antes e são os de agora, lançam previsões à La Palice sobre o futuro dos menos favorecidos, os que mensalmente recebem pensões bem inferiores àquelas que auferem por aparição, em alguns casos menos de metade.

Nós já conhecíamos a machadinha quando nestes votámos e, em devido tempo, a tirámos do teto!
E vocês, pmj’s e pmc’s, conheciam a fábula ?

sábado, 2 de julho de 2011

socialistas que falam do futuro

Uma das propostas avançadas por Francisco Assis, nas eleições internas directas do PS é a realização de eleições primárias, à semelhança do modelo norte-americano, em que não militantes podem votar em quem querem ver à frente de um partido, é secundada por António Costa.
“São experiências que não são fáceis e que rompem com a tradição europeia, mas que têm a vantagem de abrir ao cidadão novos espaços de intervenção política. O desafio central que hoje está colocado a todas as democracias é procurar novas formas de participação que ajudem a dinamizar a atividade cívica”, defendeu António Costa que acrescenta que ao contrário do que é frequentemente afirmado,  “há cada vez mais pessoas interessadas em intervir politicamente”, mas de “uma forma diferente daquelas que são as formas tradicionais”. publico 
Quem, dos outros partidos, está atento? Eles já estão a falar do futuro numa altura em que é urgente a reformulação do nosso sistema politico.

juros a acrescentar ao empréstimo...

como diria o Meneses de Gaia: “É A VIDA!”

Noticia
«A situação actual do nosso país não é uma fatalidade, e os portugueses devem, de facto, pensar isso mesmo: não é uma fatalidade. Se nós cumprirmos rigorosamente os compromissos que assumimos perante as entidades internacionais há uma grande possibilidade de melhores dias chegarem no futuro», respondeu Cavaco Silva.

certinhos:
Manchete Expresso
Manchete Jornal i
Manchete Correio da Manhã
Manchete Jornal de Noticias
Manchete Diário de Noticias
Manchete do Público

totalmente "fora do penico":
Manchete TSF

Lopes discursou…

O Governo autorizou o BPN, que terá de ser privatizado até ao final do mês, a emitir mais mil milhões de euros de dívida, com a garantia do Estado.
A decisão foi publicada hoje em Diário da República, num despacho datado de 9 de Junho e assinado pelo Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, Carlos Costa Pina.

Francisco Lopes, ex-candidato presidencial  apoiado pelo PCP, no discurso de encerramento da discussão do Programa do XIX Governo, acusou o Governo de pretender aplicar no BPN os 800 milhões de euros que prevê encaixar com a contribuição extraordinária anunciada por Passos Coelho e citou aquele despacho que prevê a transferência de mais mil milhões de euros para o banco nacionalizado.

A desonestidade intelectual não é usual no nosso Partido Comunista e ver Lopes a misturar este governo com decisões do anterior, ultrapassa a intelectual: é política e coloca o PCP ao nível do Bloco.